domingo, 22 de abril de 2007

A saúde da garganta

Especialistas alertam para os vilões da voz

Redação O Estado do Paraná [22/04/2007]

Sintomas como rouquidão, pigarro e dor ao engolir devem ser dignos de mais atenção por parte dos brasileiros. O motivo é que, segundo os médicos, pouca gente dá importância a esses problemas de voz - geralmente associados a nódulos nas pregas vocais, inflamações ou até um câncer na laringe. Por isso, como parte das programações da Semana Nacional da Voz, médicos e fonoaudiólogos da Santa Casa de Curitiba e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) reuniram-se ontem, no Sesc Boqueirão, para prestar atendimento gratuito à população na detecção dessas possíveis doenças.


Os vilões da voz são quase sempre o uso excessivo e de forma inadequada, aliado ao consumo de substâncias como álcool e cigarro. “Setenta por cento das pessoas que trabalham no Brasil têm a voz como instrumento. Desses, 20% o fazem de forma intensa. Esse público deve ser alvo de preocupação constante com a saúde vocal”, alerta o otorrinolaringologista Fabiano Gavazzoni.


Mas os dados mostram que a precaução não tem sido prioridade, o que posiciona o País como segundo do mundo em casos de câncer de laringe. “A cada ano, 15 mil novos casos são registrados; mas, enquanto em países desenvolvidos a taxa de cura é de 95%, no Brasil cerca de oito mil pessoas morrem com a doença todos os anos, mais de 50% dos casos detectados”, cita o médico.


Se pego em fase pré-maligna, o câncer tem 100% de chances de cura; se em fase inicial, mais de 90%. “Mas, a partir daí, as chances vão ficando cada vez menores”, enfatiza.


Lentidão


Outro empecilho para a cura do câncer de laringe é a demora na obtenção do exame pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O eletricista Clóvis Lima, que ontem submeteu-se a videolaringoscopia no Sesc, conta que há mais de três anos tentava agendar o exame no SUS. “Comecei a ter refluxo com oscilações na voz e dor para falar. Desde então, estou pedindo.” A oportunidade foi um alívio: “Graças a Deus não tenho nada, mas poderia ser uma doença grave”.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

12 mandamentos da mulher

12 MANDAMENTOS DAS MULHERES

1-Mulher não mente, apenas omite os fatos.

2-Mulher não fofoca, troca informações.

3-Mulher não trai, se vinga.

4-Mulher não fica bêbada, entra em estado de alegria.

5-Mulher nunca xinga, apenas é sincera.

6-Mulher não grita, testa as cordas vocais.

7-Mulher nunca chora, só lava as pupilas dos olhos com freqüência.

8-Mulher nunca olha para um homem sarado com segundas intenções, apenas verifica suas formas anatômicas.

9-Mulher sempre entende o que homem diz, só pede que explique novamente para testar sua capacidade de raciocínio.

10-Mulher não sente preguiça, descansa a beleza.

11-Mulher nunca sofre por amor, mas entra em contradição com os sentimentos.

12-Mulher nunca engana os homens, só pratica o que aprendeu com eles.

quarta-feira, 18 de abril de 2007

Governo troca impostos por empregos

Apesar de idéia ser boa o Brasil continua seguindo sempre na contra-mão da História.


O ministro diz: "Quanto mais emprego, menos impostos", quando, no mundo todo já se aprendeu que "quanto menos impostos, mais empregos".


É lamentável.


GermanoCWB

Governo troca imposto por emprego
 


Agência Estado [18/04/2007] 

Brasília - O ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, revelou ontem que encomendou aos técnicos de sua pasta um estudo para criação de um mecanismo que reduza impostos para as empresas que mais gerarem empregos formais no País. Sem detalhar como essa idéia funcionaria na prática, Lupi disse que tudo ainda “não passa de uma tese” e admitiu que uma desoneração nesse sentido vai demorar porque envolve negociação de impostos federais, estaduais e municipais.


“Quanto mais empregos, menos impostos. Essa é a minha tese e nela coloquei o meu pessoal para trabalhar para depois submetermos à discussão interna do governo”, afirmou Lupi ao deixar, no final da manhã de ontem, a Câmara  dos Deputados. Ele afirmou que concorda com a proposta de redução de impostos sobre a folha de salários, defendida recentemente pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, mas disse que a sua “tese” de reduzir impostos para as empresas que gerarem empregos é mais ampla que isso. Ele, entretanto, não quis antecipar que tributos poderiam ser reduzidos.


Lupi participou do lançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público. A primeira bandeira da Frente é derrubar o projeto de lei complementar que propõe como limite anual dos gastos com salários dos servidores públicos o porcentual de 1,5% além das despesas do ano anterior. A limitação está sendo proposta para vigorar por dez anos e foi apresentada num dos projetos que integram as medidas do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) lançado no dia 22 de janeiro.


Lupi tentou evitar o constrangimento de apoiar uma ação contrária às medidas do PAC, mas afirmou que considera “natural” e “legítimo” que haja mobilização dos servidores públicos por aumentos de salários. “É natural que qualquer empregado queira aumentos. Isso é legítimo. Mas, o projeto está em fase de discussão e recebimento de emendas e é o Congresso o lugar legítimo para se discutir mudanças”, afirmou.

Brincando de exorcista

No final da noite, os dois bêbados conversam no boteco:
- Agora é só ir pra casa - Timmy comenta - e começar a brincar de exorcista com minha mulher!
- Exorcista? - Tommy se surpreende - Como é que é brincar de exorcista?
- Muito simples! - Timmy responde - Ela se faz de padre, passa um sermão e eu vomito.

terça-feira, 17 de abril de 2007

Governo cobra co-participação de estados e municípios

O governo central cria programas assistenciais populistas (geradores de miséria), impõe aos estados e municípios novas despesas, cobra co-participação e se coloca como provedor dos recursos a serem utilizados nos programas.


O governo só não diz que o dinheiro que está sendo repassado é uma ínfima parcela do que foi retirado  antecipadamente do estado e que não retorna em benefícios, como é praxe.


Autonomia aos estados e municípios urgente!


GermanoCWB

Governo cobra ações do Estado e municípios



Andréa Bordinhão [17/04/2007]Co-participação na gestão e co-financiamento do Estado e dos municípios. Estas foram as duas reivindicações feitas pela secretária-executiva do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Márcia Lopes, ontem durante a sessão da Assembléia Legislativa, em Curitiba. Segundo ela, muitas prefeituras não fazem a gestão correta das verbas destinadas à assistência social ou não têm pessoal qualificado para trabalhar nos programas. Ela afirmou também que as conferências de organizações ligadas à assistência social estipularam que os estados e municípios devem aplicar 5% do orçamento na área, o que não acontece na prática.

Márcia afirmou que os programas sociais no Paraná são muito importantes porque “um terço da população do Estado ganha menos de meio salário mínimo por mês”. Dos 399 municípios paranaenses, 371 têm baixa capacidade de arrecadação e de gestão. Por isso, a secretária-executiva pediu que os deputados colaborem, tanto em âmbito estadual quanto municipal, para que os funcionários que atuam nos programas sejam contemplados com planos de cargos e salários e sejam qualificados.

Márcia também cobrou gerenciamento mais eficiente e participação financeira do governo do Estado. “A Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social do Paraná tem que ter estrutura técnica para gestão e co-financiamento. Hoje, o Paraná investe menos de 2% do orçamento na área da assistência social.” Márcia contou que o Paraná já faz parte do “Pacto de Gestão”, que prevê essas contribuições, mas ainda não colocou as medidas em prática. A secretária-executiva defende que a verba para a assistência social seja legalmente vinculada ao orçamento, como acontece com a saúde e com a educação.



Para ajudar na distribuição mais adequada do dinheiro dos programas sociais do governo federal, a secretária-executiva explicou que os montantes não são mais carimbados, ou seja, cada prefeitura usa da forma que for mais adequada às suas necessidades. A previsão é que o Paraná receba este ano R$ 910 milhões do governo federal em verbas assistenciais, que entre programas de transferência de renda, de assistência social e de segurança alimentar, devem atingir cerca de 2,5 milhões de pessoas.

Piada velha: Não quebre a corrente

- Cazuza e Renato Russo morreram de AIDS;


- Chico Science e Gonzaguinha morreram em terríveis acidentes de carro;


- Marcelo Yuka foi baleado e ficou sem o movimento das pernas e do braço esquerdo;


- Hebert Vianna sofreu um acidente de ultraleve, perdeu a mulher e sofreu danos no cérebro;


- Marcelo Fromer foi atropelado e morreu no hospital;


- Cássia Eller nos deixou, após um coquetel de drogas.


Quem será o próximo?


Ao longo dos anos, o abuso das drogas e do álcool nos tirou: Elvis Presley, Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones, John Boham, Kurt Cobain, Bradley Nowell...


Outras fatalidades levaram Cliff Burton, Stevie Ray Vaughan, Jonh Lennon, Bob Marley, Rhandy Rhoad, Joe Ramone, Frank Sinatra, Fred Mercury, George Harrison, Marwin Gaye, Charlie Parker, Jimmi Hendrix, Jaco Pastorious, Nico Assumpção, Tom Jobim, Vinicius de Morais


AGORA PARE E PENSE:


QUANTO AOS PAGODEIROS, FUNKEIROS, AXEZEIROS, MORRERAM?


- O Beto Jamaica cheira o que o nariz não agüenta e não morre, aquela praga;


- Alexandre Pires enche o rabo de cachaça, sai a toda com o seu carro, mata um coitado no meio da rua, não morre e continua compondo aquelas merdas;


- Xandy e Carla Perez, vão piorar ainda mais o futuro do mundo, tendo outros filhos;


- Netinho, do Negritude Júnior tem voz de viado, rebola como viado, parece viado e tem filho que nem coelho;


- E o tal do Rodriguinho, o que ele quer com aquela viseira na cabeça?


- E o Cumpadi Washington, tem a maior cara de pinguço de boteco da esquina, um péssimo gosto para roupa, mas come a Sheila Carvalho;


- E o pagodeiro Bello, metido com traficante e até encomendando míssil anti-aéreo...


AONDE O MUNDO VAI PARAR???


Não quebre essa corrente!


Se vc passar essa mensagem para:


*1 pessoa: Morre o Xandy;
*2 pessoas: Morrem Xandy e Netinho;
*3 pessoas: Morrem o Bonde do Tigrão, o Cumpadi Washington, Xandy, Alexandre Pires e o Vavá;
*10 pessoas: Morrem É o Tchan, Alexandre Pires, Vavá, Frank Aguiar, qualquer nome 'dos teclados´, a Kelly Key e o Xandy;
*25 pessoas: Haverá um show de pagode/funk/axé no Afeganistão, em homenagem para o Bin Laden, e ele, para variar, decidirá jogar o avião dos 'artistas´ em cima da casa do Xandy.
*50 pessoas: a Sandy se transformará em uma porra-loca, sairá na Playboy, se tornará stripper de uma boate em Copacabana e cobrará 10 mangos mais uma coxinha com Sukita pelo programa, e seu irmão, o Júnior, mudará de sexo, e passará a se chamar Samantha, e o melhor de tudo: ficará mudo.


CASO VC NÃO PASSE ESSA MENSAGEM PARA FRENTE, TODOS OS RÁDIOS À SUA VOLTA TOCARÃO ETERNAMENTE ´EGÜINHA POCOTÓ´, ´BABA BABY´, ´MAIONESE´.


Isso é assunto sério!!! Não quebre estacorrente!!!


**Essa me deu medo!!! Então passei pra frente!!!

Truque genial para levar a mulher para a cama

O GOLPE DO ANO !!!

As mulheres vão odiar

Isto que é um golpe bem dado!!!


Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalharia e mandou que ela escolhesse a jóia que quisesse, sem se preocupar com o preço.


Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente decide-se por um colar de ouro com diamantes e rubis. 
Preço:??? R$ 458 mil
Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa a preencher.



Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e preocupada do vendedor enquanto examina o cheque.
O cliente, então, num gesto de gentleman, toma a iniciativa:
-Vejo que está a pensar que o cheque pode não ter cobertura, não é?
É natural, eu também desconfiaria? Afinal, uma quantia tão grande...
Tudo bem, façamos o seguinte: hoje é sexta-feira e o banco já fechou, você fica com o cheque e com a jóia, na segunda-feira vai ao banco, levanta o dinheiro e manda entregar a jóia lá em casa desta senhora, ok?



Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão, o vendedor  encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim-de-semana.


Na segunda-feira, o vendedor liga ao cliente para dizer-lhe que, infelizmente, deveria ter havido algum equívoco do banco pois o cheque não tinha cobertura.
Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:



Não há problema! Pode rasgar o cheque que eu já comi a mulher.

Por que o frango atravessou a estrada?

Por que o frango atravessou a estrada ? ? ?


PROFESSORA PRIMÁRIA
Porque o frango queria chegar ao outro lado da estrada.
CRIANÇA
Porque sim.
PLATÃO
Porque buscava alcançar o Bem.
ARISTÓTELES
É da natureza do frango cruzar a estrada.
MARX
O atual estágio das forças produtivas exigia uma nova classe de frangos capazes de cruzar a estrada.
MARTIN LUTHER KING
Eu tive um sonho e vi um mundo no qual todos os frangos serão livres para cruzar a estrada sem que sejam questionados seus motivos.
FREUD
A preocupação com o fato de o frango ter cruzado a estrada é um sintoma de insegurança sexual.
DARWIN
Ao longo de grandes períodos de tempo, os frangos têm sido selecionados naturalmente, de modo que, agora, têm uma predisposição genética a cruzar estradas.
EINSTEIN
Se o frango cruzou a estrada ou a estrada se moveu sob o frango, depende do ponto de vista. Tudo é relativo.
MACONHEIRO
Foi uma viagem.
HELOISA HELENA
A culpa é das elites estelionatárias, caucasianas e aristocráticas que usurpam a população de frangos e mostram a sua capacidade de luta em defesa dos seus direitos.
SEVERINO CAVALCANTI
Desafio alguém que possa provar que o frango atravessou a estrada... É mentira... É tudo mentira.
ZECA PAGODINHO
Porque do outro lado da rua tinha uma Brahma gelada.
AMIR KLINK
Para ir aonde nenhum frango jamais esteve.
NELSON RODRIGUES
Porque viu sua cunhada, uma galinha sedutora, do outro lado.
FEMINISTAS
Para humilhar a franga, num gesto exibicionista, tipicamente machista, tentando, além disso, convencê-la de que, enquanto franga, jamais terá habilidade suficiente para cruzar a estrada.
DATENA
É uma pouca vergonha.... Uma barbaridade.... Põe no ar... Põe no ar aí as imagens do frango atravessando a estrada.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Por que ele atravessou a estrada, não vem ao caso. O importante é que, com o Plano Real, o povo está comendo mais frango.
PAULO MALUF
O meu governo foi o que construiu mais passarelas para frangos. Quando eu for eleito novamente vou construir galinheiros deste lado para o frango não ter mais que atravessar a estrada.
CAETANO VELOSO
O frango é amaro, é lindo, uma coisa assim amara. Ele atravessou, atravessa e atravessará a estrada porque Narciso, filho de Dona Canô, quisera comê-lo...ou não!!!
Geraldo Alckmin
É porque do lado de cá da estrada é São Paulo e frango aqui é consumido rapidamente porque nós abolimos o imposto dos produtos alimentícios, principalmente dos galináceos.
E PARA FINALIZAR...


LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA
Porque queria se juntar aos outros mamíferos.

O mundo seria perfeito se...

   O mundo seria perfeito...

Se todo dia fosse sábado,

Se toda noite tivesse festa,

Se toda cidade fosse praia,

Se todo mar fosse onda,

Se toda estação fosse verão,

Se todo amigo fosse um irmão,

Se todo(a) namorado(a) fosse fiel,

Se toda música nos fizesse refletir,

Se todo céu tivesse estrela,

Se todo feriado fosse prolongado

E se todas as pessoas encontrassem alguém como

VOCÊ!!!

AME...

Não ame pela beleza, pois um dia ela acaba!

Não ame por admiração, pois um dia você se decepciona...

AME apenas!!!

Pois o tempo nunca acabara com um  amor SEM EXPLICAÇÃO!!!!!

Tenham todos uma excelente semana....

Redução de custos trabalhistas?

Opinião pessoal Federalista

Vamos lá, de novo.

As principais causas dos impasses: Centralismo e intervencionismo.

Fosse o Brasil uma República Federativa de fato, os estados e municípios teriam assegurada a sua autonomia para poder gerar e gerir seus próprios recursos e decidir, baseados em suas características regionais e conforme a vontade de seus cidadãos, quais as normas que definiriam as relações trabalhistas (e todas as outras).

O centralismo e intervencionismo tirânico sob o qual vivemos chega às raias do absurdo quando os governantes se arvoram no direito de ditar (lembra ditadura?) aos trabalhadores, cidadãos, regras, normas e leis que afetam o seu sagrado direito de escolha e livre arbítrio, fazendo dele não mais que um mero fantoche, e tirando dele uma substancial parte de seu salário sob a falsa e enganadora chancela de 'garantias' e impostos. Esquecem-se que salário não é renda e, por isso, não poderia ser tributado.

Como se não bastasse tomar compulsóriamente uma parte do salário do trabalhador, ainda impõe ao empresário, gerador de riquezas, desenvolvimento e empregos, uma elevada e desumana carga tributária sobre a folha de pagamento, além de lhe jogar nos ombros os ônus de uma justiça trabalhista comunista, corrupta e retrógrada.

'Direitos' do trabalhador cidadão é, primeiro, ter emprego. E é ter o dinheiro de seu trabalho no bolso para sustentar a sua família, fazer seu plano de aposentadoria, reformar a sua casa e melhorar de vida. Mas para isso ele ganhar melhor, o que só será possível quando o empresário puder pagar melhor.

Para o empresário poder pagar melhor e dar mais empregos a sua empresa precisa crescer. E não tem como crescer e dar emprego se o empresário é massacrado por mais de 100% de impostos sobre a folha de pagamento. Isso é ser tratado como se fosse um criminoso por ter dado empregos e tentado gerar alguma riqueza. E nem vamos falar dos casos em que ele é levado para a justiça do trabalho (assim mesmo, com minúsculas), que aceita qualquer mentira do coitadinho do funcionário como verdade, e desconsidera qualquer defesa do empresário, esse criminoso, que é sempre condenado a pagar enormes indenizações e multas, crucificado por dar emprego.

Por isso vemos, todos os dias, empresas brasileiras seculares sendo vendidas para grupos estrangeiros. Ninguém aguenta tanta estupidez e o melhor mesmo é se desfazer desse abacaxi, se agarrar na grana e passar a viver bem, livre dos governos incompetentes, dos impostos escorchantes, das ações trabalhistas injustas e dos empregados que se aproveitam disso. E o ideal de ajudar o Brasil a crescer e prosperar? Que se dane!

A CLT é, sem dúvida, o maior impedimento para a geração de empregos no país. Está caduca e deve ser rasgada e jogada no lixo.

As relações trabalhistas devem ser tratadas como um contrato civil entre duas partes (como de fato é) e seus desdobramentos resolvidos pela justiça comum, nos tribunais locais (olha aí a questão da autonomia local de novo).

A 'função social' das empresas limita-se a gerar riquezas e empregos, pagando salários aos trabalhadores. E para gerar riquezas e pagar salários dignos as empresas devem ser isentas de impostos em toda a sua cadeia produtiva, inclusive folha de pagamento.

Os impostos serão cobrados no consumo, ou seja, quando a produção da empresa for vendida para o consumidor. E com esse imposto o governo faz a 'função social', que é obrigação e razão de existir do governo central.

17.04.07

GermanoCWB

Agora leia a matéria do jornal O Estado do Paraná.

Comissão propõe mudanças para reduzir custos trabalhistas


Agência Estado [16/04/2007]


Brasília - Congresso e governo abriram discussão sobre um modelo alternativo de relações de trabalho que permita redução dos custos trabalhistas e crie perspectivas de ampliação de empregos no País. Na quarta-feira, o presidente da Comissão de Trabalho da Câmara, Nelson Marquezelli (PTB-SP), entregou ao ministro do Trabalho, Carlos Lupi, um esboço de proposta que cria um sistema optativo, em que os trabalhadores receberiam pagamento por tarefa executada, ganhando o salário bruto, sem descontos de qualquer espécie, como o previdenciário, por meio de cartão magnético. A proposta, porém, não extinguiria o atual regime de trabalho feito pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), uma vez que o modelo alternativo funcionaria como optativo.

Na próxima quarta-feira, Lupi irá à Comissão do Trabalho para se encontrar com os parlamentares pela primeira vez desde a posse no cargo, há cerca de 15 dias. Ele é um dos ministros que se manifestaram contra a proposta, vista como corte de conquistas históricas. “Não vou defender reformas que tiram os direitos do trabalhador”, avisou.

A idéia é abrir esse debate. “Na conversa que tivemos, o ministro foi receptivo a discutir o assunto. Porque, já que existe essa resistência geral a mexer com a CLT, inclusive do próprio ministro, a idéia é apresentar um modelo alternativo de caráter optativo”, afirma Marquezelli. “O modelo atual das relações trabalhistas é obsoleto, ultrapassado e não ajuda em nada na geração de empregos.”

domingo, 15 de abril de 2007

Beretta - Tiro ao alvo

Você acha que atira bem?

Então veja isso!

Tiro ao alvo com Beretta

Apagão aéreo 3 - O que a imprensa não conta

Leia também os outros posts relacionados:

- Apagão Aéreo

- Apagão Aéreo 2 - Ele não sabia de nada



Um outro lado dos problemas dos aeroportos

"O país está indignado com o que acontece nos aeroportos. Mas nem tudo está sendo dito à população e, talvez, nem à própria imprensa." (Alamar Régis Carvalho)

Solidariedade aos controladores de vôo

Não é bem o tipo de assunto que eu gosto de abordar, todavia, considerando que a omissão, ao meu ver, é também um grande crime, não posso deixar de falar sobre uma coisa que conheço bem, já que durante algum tempo eu também
vivi no sistema de Proteção ao Vôo, na Aeronáutica, constituindo-me num tremendo criador de casos (peguei muita cadeia por causa disto), já que, desde criança, nunca fui de dizer amém para os absurdos, as intolerâncias, os abusos e as irresponsabilidades, partissem elas de pessoas, instituições ou até mesmo de uma Força Armada.


Formei-me em rádio telegrafista, na Escola de Especialistas de Aeronáutica, e ao deparar-me com o vergonhoso equipamento que era dado a mim e aos demais colegas para trabalharmos na estação rádio do aeroporto internacional de
Belém, rebelei-me contra aquilo, disse que não desempenharia a minha especialidade naquelas condições - eu era abusado, com apenas 20 anos de idade, e como era - ao mesmo tempo em que via os demais colegas, coitados, se sujeitarem a todo tipo de humilhação e desrespeito humano, situação aquela que levava muitos a terem sérios problemas auditivos além de outros que os levavam ao hospital da Aeronáutica.


Os colegas mais velhos, preocupadíssimos comigo, alertavam-me sempre:
- "Tu és doido, cara, em querer peitar os homens aqui dentro? Não te destes conta ainda de que estás no meio militar e que deve, aqui, apenas obedecer ordens, caladinho, humildemente, sem poder dizeres p. nenhuma?"
Jamais eu aceitaria uma situação daquela. Ficar calado diante de humilhações? Jamais!!!!
Cadeia atrás de cadeia, mas não abri mão da minha decisão.


Depois que constatei e vergonha que eram os equipamentos de rádio telegrafia, nunca mais quis operar com aquele tipo de coisa e não teve quem me fizesse voltar atrás. Nem o canalha do Coronel José Bernardo Santarém, o maior desafeto que eu tive dentro da Força Aérea, um covarde de marca maior, (com todo o processo de tortura que ele submetera àquele garoto, então com 22 a 23 anos)
conseguiu fazer-me desistir da minha decisão. Determinei que trabalharia naquele aeroporto somente com telex e teletipo, mas com telegrafia, nunca mais. E assim fiz, apesar das cadeias.


Bom, mas o caso aqui não é contar a minha história, é falar em solidariedade aos controladores de vôo deste País, mostrando às pessoas alguns aspectos que a grande imprensa não está mostrando, não sei se por omissão, por
desconhecimento das verdades verdadeiras dos fatos ou porque os colegas atuais estão ameaçados de alguma coisa, caso abram a boca, já que são militares.


Sei que é muito chato para qualquer cidadão chegar a um aeroporto, pessoas até com pouco dinheiro, e não conseguir embarcar, tendo que ficar preso no aeroporto e até obrigado a ir para hotel, com mais despesas e, em alguns casos, perdendo compromissos inadiáveis. A televisão está mostrando isto a toda hora. Não é fácil.

As pessoas se revoltam, com justa razão.
Descontrolar-se e partir para agressão ao funcionário da companhia aérea, é insanidade e não tem justificativa, porque ele não tem culpa nenhuma. Todavia, há um aspecto aí que todos devemos levar em consideração: "A corda quebra sempre do lado mais fraco", é um velho ditado. E a tendência, diante disto, é colocarem a culpa por tudo, como já estão colocando, em cima daqueles mais fracos e SEM DIREITO A DEFESA, que são os controladores de vôo sargentos da Aeronáutica.


Do mesmo jeito que aconteceu, diante do trágico acidente com o avião da Gol, quando a coisa terminou em "pizza" para os pilotos americanos, já que não era conveniente criarem problemas diplomáticos com os Estados Unidos; isentos também foram o poderoso infraero e a companhia aérea, restaria quem? O coitado do controlador de vôo.

Você, meu amigo leitor ou leitora, não tem idéia de como vivem esses profissionais e é sobre isto que quero falar.

Tente ficar, você, no lugar deles, diante desta realidade:
Enquanto nos Estados Unidos um controlador de vôo ganha de 4 a 5 mil dólares por mês, para trabalhar 4 horas, aqui no Brasil os nossos ganham apenas de 1.400 a 1.500 reais, para trabalharem 6 horas. O serviço é o mesmo, a enorme
responsabilidade pela segurança das vidas humanas é a mesma, os aviões que trafegam pelos ares são os mesmos.
Você tem idéia de quanto ganha um ascensorista de elevador na Câmara Municipal de São Paulo? Não vou falar, para evitar maiores indignações.


Qualquer trabalhador no Brasil, nos dia de hoje, vive cheio de direitos, pode fazer greve à vontade, basta ser liderado por um indivíduo qualquer que resolve querer aparecer com pretensões políticas, atrás de um sindicato, que pára tudo mesmo, e ninguém fala nada. Muito pelo contrário, ainda tem amparo do Governo, do Ministério e da "justiça" do trabalho.

No Brasil, se um vagabundo qualquer resolve roubar uma empresa, em suas diversas modalidades de roubos, obviamente vai fazer tudo muito bem planejado, sem deixar rastros, porque ele não é besta, (é o que mais acontece). Depois que a empresa descobre, mesmo sem poder ter as provas documentadas, resolve demiti-lo.
O que faz ele?
Procura um advogado, tão pilantra como ele, sem qualquer compromisso com honestidade, dignidade e a ética tão recomendada pela OAB, entra na "justiça" do trabalho dizendo-se vítima, escreve nos autos do processo o que quer, inventa horários extraordinários trabalhados que nunca existiram e previne-se a extorquir o máximo que puder, na base do "se colar, colou", e, caso a "justiça" comprove que ele não tem direito a um ou mais itens pleiteados malandramente, nada acontece com ele e muito menos com o seu safado advogado.
Ainda que o empresário tenha registrado queixa na polícia contra o ladrão, e apresenta o boletim de ocorrência na audiência trabalhista, o advogado diz para o juiz, fazendo constar nos autos, que se trata de uma perseguição da
empresa ao "pobre, coitadinho e indefeso trabalhador brasileiro", e o juiz vai na onda. Na "justiça" do trabalho nunca um canalha deste vai para a cadeia, mas se um empresário, em desespero diante da situação, perde o
controle e fala mais alto, imediatamente é ameaçado de cadeia pelo mesmo juiz.


É assim a coisa no Brasil.

Gente, o controlador de vôo não pode nem de longe pensar em ter tantos direitos e tanta proteção assim, muito menos ter uma justiça altamente paternalista a seu favor. Aliás, tanto não, ele não tem direito nenhum.
Pra começar, não pode fazer greves. Se um pobre dum sargento desse resolve ter a audácia de liderar o grupo, mesmo por motivos justos e agindo com honestidade, com certeza ele vai para a CADEIA imediatamente e lá ficará
incomunicável.
É isto mesmo, não estou exagerando em nada.


Chegadas atrasadas ou faltas ao trabalho no sistema trabalhista comum é tratado da forma mais natural possível e o máximo que acontece é um descontozinho bobo no salário ao final do mês.
Para um controlador de vôo, chegar atrasado ou faltar ao trabalho pode traduzir-se em cadeia.


No sistema trabalhista comum, qualquer um pode deixar de ir trabalhar, mesmo por preguiça, sem qualquer preocupação. Basta depois procurar um médico comum, já que no meio médico existem pilantras também, como em qualquer outro, pega um atestado fajuta, chega na empresa com a maior cara de pau, no dia seguinte, diz que estava doente e a empresa tem que justificar a falta, queira ou não queira.
O controlador de vôo jamais pode fazer isto, porque o único atestado médico que vale é do Hospital da Aeronáutica que, certamente, não vai atestar doenças que não existem.


Tem outro detalhe que precisa ser dito:
Na empresa comum existe um dono, seus diretores e seus gerentes que não podem dizer o que querem a você.
No meio militar, de repente, aparece um tenente qualquer, recém formado, sem experiência nenhuma, transferido para o setor do controle de vôo e já se transforma em chefe de um monte de sargentos com anos e anos de serviços, muitos com idade de serem seus pais, e se acha no direito de, porque é chefe dar ordens, impor, modificar métodos de trabalhos e processos de operação.
Quando se trata de um tenente equilibrado, sensato e coerente - tem muitos assim, não resta dúvida - tudo bem, porque esse tem consciência de que os seus conhecimentos não podem ser comparados com a experiência daqueles
profissionais que vivem aquilo durante anos. Até cresce, aliado aos seus subordinados.
Mas quando se trata de um imbecil, que também existe demais, a coisa complica e constitui-se em problema sério.
Aquele idiota que, por ser apenas superior hierárquico dos profissionais, pensa que é superior em tudo, inclusive em inteligência, competência, experiência etc. Por estar na condição de oficial, sofre da mesma doença que alguns advogados panacas sofrem quando passam num concurso para juiz, ou seja, a doença da "juizite", que tem necessidade doentia de fazer todo mundo entender que ele pode prender, ostentando a sua "autoridade". A Psicanálise tem claras explicações pra isto.


Este é um dos grandes problemas que os controladores de vôo enfrentam.
Por exemplo: Quando um administrador de empresa, inexperiente, sai da faculdade e entra numa empresa comum, onde existem profissionais experientes embora na maioria das vezes não formados, ele não tem como se fazer de besta e ir humilhando, exigindo, mandando calar a boca, porque sabe o que lhe pode acontecer, por parte dos outros funcionários.
Mas no meio militar não; existe até uma máxima que diz que "superior" nunca erra, o que é um absurdo, mas todo mundo tem que admitir que isto seja verdade. Daí o imbecil fica a vontade para descarregar as suas frustrações, faz ameaças de punição e muitas vezes prende mesmo, por bobagens e coisas altamente irrelevantes. Não tem como um sargento recorrer a um coronel ou brigadeiro para reclamar de abusos praticados por tenentes.
Estamos diante de um exemplo deste, quando os controladores são impedidos de se reunirem em audiência com o Ministro da Defesa do País. Até associações de garis, se quiserem, serão recebidas pelo Presidente da República, com sorrisos, fotografias, cobertura da imprensa, boné na cabeça e tudo; mas controladores de vôo não podem ter acesso a um Ministro. Está certo isto?


A Constituição Brasileira reza que todo cidadão brasileiro tem o direito de defesa, mas a mesma Constituição tira este direito dos militares, que podem ser humilhados e sacaneados a vontade, sem direito a dar um pio. Não podem
constituir advogados, não têm direitos a sindicatos, não podem se reunir em grupos para reivindicar coisa alguma... enfim, não podem nada e só têm deveres, deveres e deveres.


Ponha-se no lugar dos controladores de vôo e me diga, sinceramente e sem demagogia, se você aceitaria trabalhar numa situação desta, com uma gigantesca responsabilidade nas costas, sem direito a nada e sujeito a ser responsabilizado por situações graves e trágicas, como foi o caso do acidente com o avião da Gol. É mole?

Estes profissionais são gente também! Eles têm esposas e filhos, responsabilidades com educação de filhos, fazem supermercados, farmácias, têm problemas de saúde, carências e necessidades afetivas normais como qualquer um de nós.

Gente, existe um equipamento nos aeroportos do Brasil, há muito tempo cheio de problemas, que dá o posicionamento errado do avião no céu, que não se corrige nunca, ninguém toma providência nenhuma, há muito tempo. Por exemplo: ele diz que o avião está sobrevoando a região de Campinas, quando o mesmo já entrou no espaço da Grande São Paulo. Isto é gravíssimo e só não provocou mais tragédias por talvez Deus seja brasileiro mesmo.

O pior de tudo é que, se acontecer, não será o tenentezinho o responsável não e muito menos o coronel; serão eles, os controladores de vôo!!!
É por isto que eles estão gritando por socorro.


É preciso que o Brasil saiba destas coisas, para que o insensato que mandou prender esses profissionais em Brasília e vive a pressioná-los à obediência irracional se sinta também pressionado pela imprensa e pela opinião pública,
por esta barbárie que está cometendo.


Felizmente hoje vivemos uma época em que o meio militar é possuidor de um percentual de coerência, sensibilidade, bom senso e respeito ao ser humano bem maior que o que existia algumas décadas atrás. Por isto torna-se mais fácil resolver este problema, coibindo a ação dos torturadores imbecis de
farda, já que estes nos dias atuais são minoria, tenho certeza.


O Brasil não pode ficar calado, diante de uma injustiça dessa, sob pena da coisa se agravar muito mais.
Imagine se esses profissionais resolverem, em massa, pedirem baixa da FAB, o que aconteceria? E não duvidemos disso acontecer, porque nos dias atuais não é todo mundo que suporta humilhação, como havia no tempo da inquisição. São
homens altamente preparados, falam inglês, responsáveis, disciplinados e atentos por conta da profissão, que não teriam muita dificuldade em conseguir melhores colocações no meio civil, em condições humanas incomparavelmente melhores. Neste universo de sargentos há médicos, engenheiros, advogados, economistas etc...


A desmilitarização do setor é fundamental e indispensável. Eles têm razão e não pode ser de outra maneira.

Detalhe: Se eu ainda tivesse na Aeronáutica, poderia ser preso por ter escrito isto.
Pressionemos nós, a sociedade e a imprensa brasileira, para que o bom senso prevaleça em relação a este quadro.


Alamar Régis Carvalho
Analista de Sistemas e Escritor
alamar@redevisao.net

Mário Henrique Simonsen e a falta de segurança

Sobre a violência; sobre as invasões dos 'sem-teto' e 'sem-terra' nas propriedades particulares; sobre a tomada das cidades, evidenciando a total incapacidade do poder público de garantir a segurança do cidadão trabalhador e otário pagador de impostos.


GermanoCWB



Mário Henrique Simonsen,    Ex-ministro da Fazenda do governo militar, genial economista, carioca de primeira hora, em entrevista à revista Veja, em 1986, dizia:

    "No dia em que eles descerem os morros do Rio,  famintos e desnorteados, como soldados abandonados por seus generais, eles tomarão conta da cidade, da zona sul, e as classes médias e ricas serão prisioneiras de suas próprias avarezas e descuidos com os mais pobres.

    Será como um exército de centuriões romanos, de olhos arregalados, famélicos, entorpecidos e desesperados, tentando a última conquista antes da morte..."


.... É... parece que esse dia chegou.

Piada do professor babaca

Um professor de Matemática quis pregar uma peça em seus alunos e lhes disse:


 - Meninos, aqui vai um problema:
Um avião saiu de Amsterdam com uma velocidade de 800 km/h, à pressão de 1.004,5 milibares; a umidade relativa era de 66% e a temperatura 20,4ºC. A tripulação era composta por 5 pessoas, a capacidade era de 45 assentos para passageiros, o banheiro estava ocupado e havia 5 aeromoças (mas uma estava de folga).


A pergunta é... Quantos anos eu tenho?


 Os alunos ficam assombrados. O silencio é total.


Então o Joãozinho, lá no fundo da sala e sem levantar a mão, diz de pronto:


- 44 anos, professor!


O professor, muito surpreso, o olha e diz:


- Caramba, é certo. Eu tenho 44 anos. Mas como tu adivinhastes?


E Joãozinho:- Bem, eu deduzi porque eu tenho um primo que é meio babaca, e ele tem  22 anos...

Ensino de 9 anos gera polêmica

Opinião pessoal Federalista

Bato sempre na mesma tecla e continuo insistindo que os maiores causadores desses impasses são o centralismo e o intervencionismo.

Leis são criadas, determinações e procedimentos são impostos e prazos para implantação e adaptação são cobrados por teóricos e burocratas encastelados em seus gabinetes e, geralmente alheios à realidade do dia-a-dia das instituições que suas determinações afetarão.

Dos 400 municípios paranaenses, 391 não tem condições de atender a mais esse delírio governamental, que impõe a lei mas não provê salas de aula, nem professores e nem material didático para atender a esse novo contingente de alunos mágicamente criado por uma canetada, e que farão parte das maravilhosas estatísticas usadas nas próximas eleições.

Fosse o Brasil uma República Federativa de fato e os impostos municipais fossem usados no próprio município, as escolas seriam geridas pelas comunidades em que atuam e administradas pelos educadores, e esses sim, conhecedores da realidade da sua comunidade e da competência e desenvolvimento de seus alunos, decidiriam em que série a criança poderia ser matriculada, além de serem esses administradores e a comunidade local responsáveis pelo provimento de salas e professores. Pelo menos os pais, pagadores de impostos, teriam a quem recorrer, teriam de quem cobrar e de quem reclamar.

As imposições centralizadas são, via de regra, prejudiciais para a maioria da população já que não reconhecem as diferentes características regionais de cultura e nem de desenvolvimento local, tendendo sempre ao socialismo que nivela tudo por baixo, ou seja: neste caso, uma criança com potencial elevado que foi bem educado no seio de sua família terá que, obrigatóriamente, ser puxado para baixo e terá seu potencial aniquilado em infindáveis 'aulas' de picar e rabiscar papel, só porque não completou 6 anos no prazo estipulado pelo 'caneteador' de plantão, ao invés de ter sua genialidade desenvolvida e aproveitada para, quem sabe, termos nosso primeiro Prêmio Nobel. (É verdade! Vergonhosamente não temos nenhum desses prêmios, mas, com notícias como essa abaixo, podemos entender porque.)

Neste ponto chega-se a mais um elemento totalmente esquecido e desconsiderado pelo sistema centralizador e interventor: a família. Simplesmente não se leva em conta a existência desse ente formador da sociedade e célula-mater de qualquer comunidade, chegando-se ao cúmulo de dizer, como na matéria abaixo, que é na escola que a criança 'deve brincar, desenvolver a linguagem e amadurecer sentimentos'. Parece-me que isso acontece em casa, devendo ser a escola um apêndice que agrega novos valores àqueles adquiridos no lar, e não o contrário.

GermanoCWB

Leia agora a matéria extraída do jornal O Estado do Paraná

Ensino de nove anos gera polêmica

Mara Andrich [15/04/2007]


Fábio Alexandre
ensinonoveanos


O impasse gerado nas escolas a respeito do ensino fundamental de nove anos está longe de ter fim. Um dos maiores problemas é que, por conta da dificuldade de adaptação, escolas públicas de pelo menos 391 municípios do Paraná não estão cumprindo a nova lei, que prevê que todas as crianças que completassem seis anos até o dia 3 de março de 2007 deveriam ser matriculadas no primeiro ano do ensino de 9 anos.


De acordo com o Conselho Estadual de Educação, as principais reclamações são que não há professores e nem salas de aula, tão pouco conteúdos para adaptação tão rápida. A lei prevê ainda que os estudantes que completassem seis anos depois de 3 de março deveriam ir ao jardim três somente no ano que vem.


A decisão das escolas é amparada em uma liminar conseguida na Justiça pelo Ministério Público Estadual (MP) no dia 7 de março desse ano.


A medida autorizou que as escolas do Paraná matriculassem os alunos que fizessem seis anos de idade no decorrer do ano letivo na primeira série, independente do mês em que completem essa idade. Exemplificando, com este corte etário, uma criança que completasse seis anos no dia 10 de março, por exemplo, não teria que fazer novamente o Jardim Três por conta de apenas oito dias. Porém, o Conselho Estadual de Educação discorda. O presidente do conselho, Romeu de Miranda, afirmou que não há como ignorar a lei. “Estou convicto de que a lei é clara: a criança deve entrar no primeiro ano com seis anos. Eu não entendo porque só aqui no Paraná é que está ocorrendo essa outra interpretação”, reclama. Miranda lembrou ainda que não é só a questão do corte etário que preocupa. Ele explicou que a freqüência das crianças nas escolas também pode ser prejudicada com a polêmica. “Se elas entrarem na escola em abril, por exemplo, não conseguirão ter os 75% de presença até o final do ano letivo”, criticou.


Em meio à polêmica, a Secretaria Municipal de Educação informou que prefere aguardar as decisões da Justiça, do MP e do conselho para se manifestar sobre o assunto. Já a chefe do Departamento de Infra-Estrutura da Secretaria Estadual de Educação (Seed), Ana Lúcia Albuquerque, confirmou as reclamações dos municípios, porém informou que todos eles estão sendo orientados a se manifestar na Justiça. “A nossa expectativa é que o Conselho Estadual encontre a melhor maneira de atender a todos e que os juízes tomem decisões levando em conta o que é melhor para os estudantes”, ressaltou.


No próximo dia 18, o Conselho Nacional de Educação vai entrar na discussão do Paraná sobre a dificuldade de adaptação desses 391 municípios. O conselho já entrou com pedido da suspensão da liminar conseguida pela MP na 1.ª Vara da Fazenda Pública e também aguarda decisão sobre agravo de instrumento, protocolado na mesma vara.


Educadores vêem mudança com bons olhos


O ensino fundamental de nove anos é visto com bons olhos pelos educadores, porém, eles afirmam que a adaptação, principalmente no que diz respeito aos novos conteúdos, deve ser avaliada de maneira especial.


A pedagoga especialista em Psicopedagogia e mestre em Educação, Maria Silvia Bacila Winkeler, avaliou que o ensino de nove anos é importante na medida em que mantém as crianças mais tempo na escola. Porém, ela ressaltou que a única desvantagem que pode haver é o período de transição, aquele em que se avalia em qual nível a criança deverá ser matriculada e também no qual os educadores vão entender o que a nova lei propõe.


Para a especialista, a criança deve ser o foco principal em todo esse processo. “O caminho mais correto é pensar na proposta que você vai fazer para essa criança, tenho que ver que ela não tem sete anos, tem seis, e que isso influencia muito na sua vida”, avaliou.


Para a secretária de Assuntos Educacionais da APP-Sindicato (Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná), Marlei Fernandes, a lei que prevê o ensino de nove anos é “um avanço para os alunos”. Na sua avaliação, não há desvantagens na nova normatização. Porém, Marlei compartilha da opinião de Maria Silvia, e avalia que discutir o currículo é fundamental.


“Entendemos que o ensino fundamental é na idade da infância, quando ela está desenvolvendo o processo de alfabetização. Mas o mais importante é você estar mais tempo na escola”, complementou. A APP prefere não se posicionar a respeito do corte etário, principal motivo das brigas judiciais.


Parecer da Justiça beneficia escolas particulares


Além da vitória do Ministério Público Estadual (MP), 30 escolas particulares de Curitiba também conseguiram parecer favorável na Justiça com relação ao ensino de nove anos. As escolas exigiam que elas mesmas tivessem autonomia em transferir o aluno, independente da idade, para determinado nível.


O presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Paraná, José Caron Júnior, disse que a categoria concorda com o ensino de nove anos na medida em que ele mantém o aluno mais tempo em sala de aula, porém, não aceita que seja imposta a idade de matrícula. “Não são teóricos que têm que decidir isso, são os educadores que acompanham este aluno”, critica.


Os professores das escolas particulares também criticam que o conteúdo do jardim três seja diferente da chamada primeira série do novo ensino.


Segundo Caron, a categoria quer que o conteúdo do jardim três seja o mesmo daquele do primeiro ano. Já na avaliação do presidente do Conselho Estadual de Educação, Romeu de Miranda, isso seria um contra-senso. “O jardim da infância serve para a criança brincar, amadurecer sua linguagem e desenvolver seus sentimentos. O conteúdo é outra coisa diferente, se refere à matemática, história, etc”, argumenta.

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