quarta-feira, 13 de julho de 2011

Médico diz que corrupção não tem cura

Médico diz que corrupção não tem cura
A cama caiu. Este é o nome da tela, pintada pelo artista Waldomiro de Deus, em 2005, quando os pilares do Congresso Nacional começaram a ruir. E se as tramóias políticas jamais fossem descobertas, a cama continuaria em pé? O psicoterapeuta e médico do Hospital das Clínicas de São Paulo João Figueiró garante que sim. “Corrupção é um desvio de caráter praticamente incurável, irreversível, que pode ser contido apenas por meio de sanções externas. Por exemplo: se você avança o sinal vermelho, é multado”, comenta o especialista.

Para infratores de trânsito, pontos na carteira. Para crianças desobedientes, fim da sobremesa. E com um político faltoso, o que se faz? “Nada se faz, geralmente. É essa impunidade que encoraja a prática da corrupção na política”, diz Figueiró. O caso Fernando Collor de Mello exemplifica com perfeição o pensamento do profissional. Alvo de um impeachment em 1992, o ex-presidente foi eleito senador na última eleição.

Para muitos, o diagnóstico da corrupção como mal crônico pode parecer cruel demais. Para outros, no entanto, a constatação de que “a ocasião faz o ladrão”, como afirma o conhecido ditado popular, pouco incomoda. “Perdemos a capacidade de espanto. Levar vantagem é visto como positivo na sociedade, é o jeitinho brasileiro”, analisa Figueiró.
Não é preciso ser político ou personagem de história infantil para ganhar fama de mentiroso. Um estudo realizado na Universidade de Massachusetts, nos Estados Unidos, pelo psicólogo Robert Feldman mostrou que as pessoas contam três mentiras a cada dez minutos de conversa.
O também americano David Smith defende que a mentira é necessária para o desenvolvimento da sociedade humana. Os polêmicos argumentos que sustentam a tese estão reunidos no livro Por que Mentimos – Os Fundamentos Biológicos e Psicológicos da Mentira, lançado no Brasil em 2005 (Editora Campus).
Smith é diretor do Instituto de Ciência Cognitiva e Psicologia Evolutiva da Universidade de New England. No Brasil, João Figueiró baliza a tese do colega citando os desmandos na política. “Algumas profissões atraem mais mentirosos e corruptos que outras. O preço de ser corrupto é a segurança de não ser flagrado, o que ocorre muito na política. O poder ajuda a corromper quem está em cima do muro, sem uma sólida formação ética. É mais fácil ser honesto quando se está em atividades fiscalizadas com rigor”, diz o brasileiro.




Incurável
O tema corrupção é instrumento de pesquisa do psicoterapeuta João Figueiró, do Hospital das Clínicas de São Paulo, desde 1970. Para ele, trata-se de um mal incurável e constituído na infância. “A fase nuclear de constituição da personalidade se dá entre cinco e oito anos”, afirma. A seguir, os principais trechos da entrevista.
Se corrupção é incurável, o que se pode fazer com os corruptos? Figueiró diz que é muito complicado operar alterações de personalidade e caráter. “Isso exigiria grande esforço, seria necessário que a pessoa buscasse ajuda. Eu, em mais de 30 anos de carreira, nunca encontrei um corrupto que me procurasse porque sentia-se desconfortável e queria mudar”, diz ele. Segundo Figueiró, o corrupto, no geral, não sofre com suas atitudes, não sente remorso. “Muitos até aproveitam para construir uma imagem de malandro, de esperto e isso faz sucesso no Brasil”, diz ele. Quer dizer que “mensaleiros” e “sanguessugas” não se arrependeram nem quando flagrados? Figueiró diz que o corrupto, geralmente, é também inteligente. A pessoa sempre tentará buscar uma forma de justificar sua atitude. “É o tal do “rouba, mas faz”, diz. O comportamento transgressor está tão incorporado à cultura do brasileiro, que roubar passou a ser visto como algo banal. “Passei a me interessar pelo assunto na Copa de 70, quando o jogador Gerson apareceu em uma propaganda dizendo o seguinte: “Você também gosta de levar vantagem em tudo’. Ser malandro aparece como um valor”, afirma o pesquisador.

Congresso reflete defeitos do brasileiro

Congresso reflete defeitos do brasileiro
De Congresso em Foco [21/02/2007]
De casa do povo a casa dos escândalos, as referências mais comuns ao Congresso podem não ser tão contraditórias quanto parecem à primeira vista. O Parlamento brasileiro, que nos últimos anos também abrigou sanguessugas e mensaleiros, apenas reflete costumes sociais reproduzidos no dia-a-dia do brasileiro em geral.  Essa é a avaliação de cientistas políticos ouvidos pelo Congresso em Foco a respeito do aparente divórcio entre a sociedade e os parlamentares, aprofundado após as denúncias envolvendo a última legislatura. “Nós temos o Congresso que merecemos”, afirma o cientista político Paulo Kramer, professor da Universidade de Brasília (UnB). Segundo ele, as pessoas tendem a ser exageradamente flexíveis com suas próprias transgressões e a chamar de corrupção a transgressão dos outros. “O que fizeram os sanguessugas e mensaleiros difere apenas em grau do que fazemos em nosso cotidiano”, diz.

Para Kramer, a “cultura nacional” de obter vantagem em tudo, o “jeitinho brasileiro” levado às suas últimas conseqüências e o incorrigível desrespeito às leis, que ocorrem no dia-a-dia nas ruas, são apenas reproduzidos no Legislativo. Essas práticas podem variar, por exemplo, desde a tentativa de subornar um guarda de trânsito para evitar uma multa até a oferta do voto em troca de um emprego no serviço público.
Por isso, adverte Kramer, não há reforma política capaz de salvar o Congresso sem que ocorra, antes, uma mudança cultural. “O brasileiro não consegue conviver com a igualdade de direitos, está sempre tentando burlar as regras e buscando vantagens pessoais. Isso se reflete na conduta dos parlamentares”, observa. “O problema principal que temos que encarar é a igualdade de direitos”, reforça.
Congresso em concordata
O problema é cultural também na opinião do consultor político Murillo de Aragão, para quem a melhoria do Parlamento brasileiro só se dará se houver “uma total revisão, uma revolução”. “Não tenho postura golpista, mas o Congresso como está hoje não atende às necessidades da nação. Do jeito que está, é inútil, é apenas uma alegoria. Não defende a cidadania, apenas as corporações e seus interesses. Não promove as discussões necessárias”, argumenta.
Murillo ressalta que a grande agenda do Congresso tem sido discutir o orçamento, mas “de forma obscura e não republicana”. “O Congresso é uma instituição falida, ou melhor, em concordata, porque falida é quando ela fecha. Ele quase não exerce a função legislativa, porque é entupido de medidas provisórias, mal fiscaliza e não faz debates de qualidade”, afirma.
“Em estudo comparado, percebemos que a variável de um sistema que o faz funcionar, ou não, é a cultura do povo. Nos países com boa educação e boa cultura civil, o sistema funciona. Por isso, o que é eficiente na Noruega pode não ser aqui”, explica o cientista político Octaciano Nogueira.




Pesquisa Ibope/Opinião divulgada pela revista Veja no último dia 27 mostra que 84% dos entrevistados consideram que os parlamentares brasileiros trabalham pouco e que 52% acreditam que não passa de 10% o índice de bons deputados e senadores do país.
Temos o maior Congresso do mundo
Além dos sucessivos escândalos políticos, os elevados gastos do Legislativo também estão entre os principais alvos das críticas. “Temos o maior Congresso do mundo. São 30 mil funcionários (17 mil na Câmara e 13 mil no Senado). É um número excessivo de parlamentares, e quanto maior o tamanho, menor a eficiência do sistema”, observa Octaciano Nogueira.
Embora tenha o menor orçamento entre os três poderes no âmbito federal, o Congresso movimenta recursos que causam inveja a qualquer prefeito de grande cidade brasileira. A lei orçamentária prevê este ano para o Legislativo R$ 7,17 bilhões (R$ 3,4 bilhões para a Câmara; 2,7 bilhões para o Senado; e R$ 1,07 bilhão para o Tribunal de Contas da União, órgão auxiliar do Legislativo).
Os valores do Legislativo, porém, estão longe das estimativas para o Judiciário federal (R$ 23,13 bilhões) e o Executivo (R$ 684,23 bilhões), que mantêm estruturas também nos estados.
Ainda assim, a título de comparação, o orçamento do Congresso ultrapassa o de prefeituras de grandes capitais brasileiras, como Salvador (2,4 milhões habitantes), Belo Horizonte (2,2 milhões habitantes) e Porto Alegre (1,4 milhão de habitantes). Para se ter uma idéia, o volume é mais que o dobro do orçamento de Curitiba (1,7 milhão de habitantes), que é de R$ 3 bilhões.
Apesar de todo o custo da máquina, os parlamentares têm perdido terreno para o Executivo na tarefa de legislar. Os debates propostos pelo Palácio do Planalto têm prioridade e acabam por criar certa relação de dependência, minimizando o poder de decisão do Congresso. Tanto que durante a disputa pelas presidências da Câmara e do Senado, todos os candidatos colocaram como prioridade a necessidade de garantir a autonomia das duas Casas.

Os mortos da ditadura - mito e realidade

É antigo mas continua muito atual, devido ao vergonhoso ataque aos cofres públicos perpretado pelos terroristas que agora se dizem vítimas.
Vítimas somos nós, trabalhadores decentes que temos que pagar essa conta inaceitável.

GermanoCWB

Domingo, Novembro 26, 2006


Os mortos da ditadura: mito e realidade


Certos raciocínios são mesmo inaceitáveis. Perguntam-me, em vocabulário impublicável, de onde tirei os números sobre os mortos da ditadura no Brasil. Pois não. Do livro Dos Filhos Deste Solo, escrito pelo ex-ministro Nilmário Miranda, petista, e pelo jornalista Carlos Tibúrcio. Aliás, é uma co-edição da Boitempo Editorial (aquela do caso Emir Sader) e da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. Logo, senhores esquerdistas, a fonte é a melhor possível para vocês. Reitero o que já havia escrito: não deveria ter morrido uma só pessoa sob a guarda do Estado. Mas é uma estupidez e uma fraude querer comparar o que se deu no Brasil com o que aconteceu na Argentina ou na Cuba de Fidel Castro — por que não?Para ser preciso, o livro lista, com enorme boa vontade nos critérios, 424 casos de pessoas que teriam morrido ou que ainda são dadas como desaparecidas em razão do regime militar — ainda que numa razão nem sempre direta. Estão contados aí pessoas vítimas de acidentes, suicídios, gente que morreu no exterior e até os justiçamentos: esquerdistas assassinados por esquerdistas porque supostos traidores. Sim, meus caros: a esquerda nunca viu mal nenhum em aplicar a pena de morte. Sem tribunal ou direito de defesa.Desses 424 — logo, bem menos do que os 500 que eu mesmo mencionei porque estava com preguiça de ir à fonte —, assassinados mesmo, comprovadamente, foram 293 pessoas. Mas atenção: isso inclui as que morreram na guerrilha do Araguaia: gente que estava armada, para matar ou morrer. Dá para saber até a distribuição dos mortos segundo as tendências:



ALN-Molipo – 72 mortes (inclui quatro justiçamentos)

PC do B – 68 (58 no Araguaia)

PCB – 38

VPR – 37

VAR-Palmares – 17

PCBR – 16

MR-8 – 15

MNR – 10

AP – 10

POLOP – 7

Port – 3



É muito? Digo com a maior tranquilidade que a morte de qualquer homem me diminui, segundo frase famosa que já é um chavão. Mas 424 casos não são 30 mil — ou 150 mil, se fôssemos ficar nos padrões argentinos. Isso indica o óbvio: a tortura e a morte de presos políticos no Brasil eram exceções, embora execráveis, e não a regra. Regra ela foi no Chile, na Argentina, em Cuba (ainda é), na China (ainda é), no Caboja, na Coréia do Norte, na União Soviética, nas ditaduras comunistas africanas, europeias… Só a ALN-Molipo deu cabo de quatro de seus militantes. Em nome do novo humanismo…

A lei de reparação que está em curso no Brasil é das mais generosas, tanto é que alcança até alguns vagabundos que fizeram dela uma profissão, um meio de vida, arrancando dos pobres e dos desdentados indenizações milionárias e pensões nababescas. Até aí, vai uma sem-vergonhice que não ameaça criar tensões desnecessárias.

Querer, no entanto, rever a Lei da Anistia como se o drama dos mortos e desaparecidos fosse um trauma na sociedade brasileira como ainda é na argentina ou na chilena é um completo despropósito. Pode, quando muito, responder ao espírito de vingança de alguns e gerar intranqüilidade para o resto da sociedade, a esmagadora maioria.

De resto, tão triste — ou até mais — do que a tortura com pedigree, aquela exercida contra militantes de esquerda no passado, é a que existe ainda hoje nos presídios brasileiros. Imaginem se cada preso comum acionar o Estado por conta de maus-tratos ilegais sofridos cotidianamente nas cadeias. Ocorre que essa gente não conta com a disposição militante para fazer proselitismo. Não existe uma comissão especial para cuidar do assunto. A esquerda, como sempre, só dá pelota para o “seu povo”, não para “o” povo.

Em tempo

Não postei algumas mensagens desairosas, malcriadas, contra Gabeira por causa de seu passado. Até Delfim Netto já foi socialista — fabiano, mas foi. Gabeira pagou, como todos os que foram protagonistas daqueles dias horríveis, o preço por suas opções e soube entender as demandas do presente. Algumas de suas lutas não são as minhas, mas eu saúdo o fato de que sua militância, hoje, só pode ser exercida plenamente numa sociedade democrática e de mercado. E isso está a anos luz de distância do petismo. Querem saber? Acho até louvável que ele não fale como se não tivesse um passado. Ele tem. Não depende dele. O que importa é que ele dá mostras de saber o que fazer daquele tempo.

Censuro a ação que hoje colhe o coronel Brilhante Ustra porque me parece que ela comete justamente o erro de trazer o passado a valor presente, forçando a história a recuar no tempo, especialmente quando temos uma Lei da Anistia. Foi incômodo o tal jantar de solidariedade dos militares da reserva a Ustra? Foi, sim. Não teria ocorrido se alguns aloprados não estivessem segurando gasolina em uma das mãos e um fósforo aceso na outra.

Os militares não são imbecis. Se esse caso prospera, é claro que será apenas o primeiro de uma série. Não sei prever o futuro. Sei operar com categorias lógicas. Se há alguém acreditando que a história pode, quase 30 anos depois, regredir para submeter apenas um dos lados ao chicote, está fazendo uma aposta errada. Errada e perigosa. Ustra só quer que o esqueçam. Os que, hoje em dia, preferem ser lembrados são alguns ex-terroristas que pegaram em armas e agora disputam eleições.

O Brasil é melhor sob a vigência plena da Lei da Anistia. Garanto.

Por Reinaldo Azevedo | 22:19 |

Veja mais: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

Pegadinha - Teste do beijo



Garotinhas acham que vão se dar bem e... surpresa!



Não esperam a menina molhar o bico...

A família fazia sua refeição tranqüila quando, de repente, a filha de 10 anos comenta:
-Tenho uma má notícia. Não sou mais virgem! Sou uma vaca! E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha.

Silêncio sepulcral na mesa. De repente, começam as acusações mútuas:




- Isto é por você ser como é! – marido dirigindo-se à mulher.  Por se vestir como uma puta barata e se arreganhar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa. Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia!
- E você – pai apontando para a outra filha de 18 anos – que fica se agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de viado. Tudo na frente da menina.

A mãe não agüenta mais e revida, gritando:
- E quem é o idiota que gasta metade do salário com as putas e se despede delas na porta de casa? Pensa que eu e as meninas somos cegas?  E além disso, que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo a pornôs de quinta categoria e depois se acaba em punhetas, com direito a todos os tipos de gemidos e grunhidos?

Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:
- Como foi que isso aconteceu, minha filha? E, entre soluços, a menina responde:
- A professora me tirou do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha.

A vingança do noivo corno

Dizem que isso aconteceu em São Paulo, com um funcionário da Walita, e que saiu em vários jornais.
Era um grande casamento, com cerca de 300 convidados…
Depois do casamento, durante o brinde, o noivo levantou-se, foi até o palco, pegou o microfone e disse que queria agradecer a todos por terem vindo, muitos de tão longe, para assistir ao seu casamento, e especialmente ao seu novo sogro por ter providenciado uma festa tão espetacular.
Em retribuição a todos os presentes que receberam dos convidados, ele disse que queria oferecer a todos um presente especial só da parte dele.
Pediu então que todos abrissem os envelopes que estavam colados com Durex debaixo das cadeiras. E assim foi.
Todo mundo com aquela cara de “que coisa original!”,”que bonitinho”, etc, até que abriram os envelopes.
Dentro destes estavam duas fotografias em 20×30 do seu padrinho de casamento tendo relações sexuais com a sua noiva.
Ele havia suspeitado da relação dos dois algumas semanas antes do casamento e contratou um detetive para segui-los, confirmando as suas suspeitas…
O noivo ficou durante alguns segundos observando as reações dos convidados, virou-se para o seu padrinho e sua noiva e disse para curtirem a festa, e foi embora, deixando uma multidão estupefata…
Teve o casamento anulado dois dias depois…
Enquanto a maioria de nós teria acabado com o noivado imediatamente após descobrir a traição, ele não, deixou a coisa seguir como se nada tivesse acontecido!
A SUA VINGANÇA:
Fez com que os pais da noiva pagassem mais de R$ 32.000,00 por um casamento para mais de 300 convidados (e que o pai da noiva, um militar aposenado, provavelmente vai fazê-la pagar de alguma forma).
Fez com que todos ficassem sabendo exatamente como é que as coisas aconteceram (se ele tivesse cancelado antes da ceriônia, a família da noiva só saberia da versão que ela contasse).
Deu fim à reputação da noiva e do padrinho na frente de todos os seus amigos, pais, irmãos, irmãs, avós, sobrinhos, tios,tias, etc…
EM OUTRAS PALAVRAS:
O CARA PODE SER CORNO, MAS QUE É NINJA, ISSO É!!!

As vantagens de ser pobre

01 – É Simples!
Você não perde o seu precioso tempo com grandes sonhos. Se contenta com um sonho da padaria, um sonho de valsa.

02 – É Valorizado!
Em um mundo de mulheres tão interesseiras e oportunistas, só as sinceras e verdadeiras dão bola pra você!

03 – É Saudável!
Você tem uma vida de atleta: correndo pra alcançar o ônibus, malhando pra conseguir um lugar pra sentar e se alongando pra passar por baixo da catraca.
(VCS DESCOBRIRAM O SEGREDO PARA EU MANTER ESSE CORPINHO)

04 – É Anti-estressante!
Nenhum vendedor te liga pra empurrar alguma bugiganga.

05 – É Aliviante!
Com a sua fama de pé-rapado, nenhum amigo te pede dinheiro emprestado e, dependendo do seu grau de pobreza, eles nem serão mais seus amigos.

06 – É Emocionante!
Você nunca sabe se o dinheiro vai chegar até o final do mês e, assim, tem uma rotina muito menos previsível.

07 – É Invejável!
Enquanto os seus vizinhos viajam, pegam trânsito no feriado e sofrem com as praias lotadas, você descansa na comodidade do seu barraco.

08 – É Útil!
Você tem de trabalhar aos domingos pra fazer hora-extra e, assim, não precisa assistir aos programas que são campeões de audiência de encheção de saco (Faustão e Gugu).

09 – É Seguro!
Você não precisa levar a carteira para todos lugares que for, pois ela está sempre vazia. Assim, os trombadinhas vão passar longe de você!

10 – É Gratificante!
Sem dinheiro pra acessar a Internet, você nunca vai ler textos inúteis como este que seus amigos malas insistem em lhe enviar.

A dieta da cerveja

1. Beba uma garrafa de cerveja antes de cada refeição. Isso reduzirá seu apetite ao mínimo, e você comerá menos.


2. A cerveja é elaborada a partir de vegetais: Lúpulo, levedura, malte, cereais, etc. Logo, a cerveja é praticamente uma GRANOLA.
3. A cerveja contém 95% de água; Portanto, a cerveja é um alimento  hidratante.
4. A cerveja pode ser acompanhada de castanhas (de caju, do Pará,etc.), amendoins, amêndoas, nozes, avelãs, etc. Tudo isso é de origem vegetal e com um percentual elevado de fibras alimentares e fibras alimentares são saudáveis.
5. Probleminha: como levar 1 caixa de cerveja gelada do supermercado para casa em um carro quente?
Solução: beba no estacionamento mesmo.
6. Equilíbrio: se você beber porções iguais de cerveja clara e cerveja escura… isto é uma dieta balanceada. Saudável, portanto….
7. A cerveja contém conservantes, logo… conservam você. Conservantes fazem você parecer mais jovem.
8. Escreva “tomar uma cerveja” no início de sua lista de coisas a fazer hoje. Assim, pelo menos UM item de sua agenda você vai conseguir cumprir.
9. Uma caixa de cerveja pode fornecer toda a sua necessidade diária de calorias e carboidratos. Não é prático isso?
10. LEMBRE-SE: CERVEJA NÃO ENGORDA… QUEM ENGORDA É VOCÊ!

A tese do coelho

Era um dia lindo e ensolarado o coelho saiu de sua toca com o notebook e pôs-se a trabalhar, bem concentrado. Pouco depois passou por ali a raposa, e, viu aquele suculento coelhinho tão distraído, que chegou a salivar.
       No entanto, ficou intrigada com a atividade do coelho eaproximou-se, curiosa:
       - Coelhinho, o que você está fazendo aí, tão concentrado?
       - Estou redigindo a minha tese de doutorado – disse o coelho, sem tirar os olhos do trabalho.
       - Hummmm… e qual é o tema da sua tese?
       - Ah, é uma teoria provando que os coelhos são os verdadeiros  predadores naturais das raposas.
         A raposa ficou indignada:
 -Ora!!      ! Isso é ridículo!!! Nós é que somos os predadores dos coelhos!
       - Absolutamente! Venha comigo à minha toca que eu mostro a minha  prova experimental.
       O coelho e a raposa entram na toca. Poucos instantes depois ouve-se alguns ruídos indecifráveis, alguns poucos grunhidos e depois silêncio.
       Em seguida, o coelho volta, sozinho, e mais uma vez retoma os trabalhos de sua tese, como se nada tivesse acontecido.
       Meia hora depois passa um lobo. Ao ver o apetitoso coelhinho, tão distraído, agradece mentalmente à cadeia alimentar por estar com o seu jantar garantido.
       No entanto, o lobo também acha muito curioso um coelho trabalhando naquela concentração toda. O lobo resolve então saber do que se trata  aquilo tudo, antes de devorar o coelhinho:
     - Olá, jovem coelhinho! O que o faz trabalhar tão arduamente?
     - Minha tese de doutorado, seu lobo. É uma teoria que venhodesenvolvendo há algum tempo e que prova que nós, coelhos, somos os grandes predadores naturais de vários animais carnívoros, inclusive dos lobos.
       O lobo não se conteve e farfalha de risos com a petulância do coelho.
    – Ah, ah, ah, ah!!! Coelhinho! Apetitoso coelhinho! Isto é umdespropósito. nós  os lobos, é que somos os genuínos predadores naturais dos coelhos.
     -Aliás, chega de conversa…
     - Desculpe-me, mas se você quiser eu posso apresentar a minha prova experimental. Você gostaria de acompanhar-me à minha toca?
       O lobo não consegue acreditar na sua boa sorte.
       Ambos desaparecem toca adentro. Alguns instantes depois ouve-se  uivos desesperados, ruídos de mastigação e … silêncio. Mais uma vez o coelho retorna sozinho, impassível, e volta ao trabalho de redacção da sua tese, como se nada tivesse acontecido.
       Dentro da toca do coelho vê-se uma enorme pilha de ossos ensanguentados e pelancas de diversas ex-raposas e, ao lado desta, outra pilha ainda maior de ossos e restos mortais daquilo que um dia foram lobos.
       Ao centro das duas pilhas de ossos, um enorme leão, satisfeito, bem alimentado, a palitar os dentes.
          MORAL DA HISTÓRIA: 
   1. Não importa quão absurdo é o tema de sua tese; 




   2. Não importa se você não tem o mínimo fundamento científico;
   3. Não importa se as suas experiências nunca cheguem a provar sua teoria;
  4. Não importa nem mesmo se suas ideias vão contra o mais óbvio dos  conceitos lógicos…
  5. O que importa é QUEM É O SEU PADRINHO…….

Tragédias de Agosto

A Associação Brasileira dos Historiadores concluiu que agosto é o mês que marca as três maiores tragédias políticas da História do Brasil:


1) Getúlio se matou
2) Jânio renunciou
3) Lula não se matou nem renunciou.

domingo, 10 de julho de 2011

Bons profissionais precisam 'estar abolindo' o gerundismo

Yahoo Notícias.

1 hora, 18 minutos atrás




São Paulo, 2 de Outubro de 2008 – Ter boa capacidade de comunicação é fundamental no mundo corporativo. Por isso, atentar contra a língua portuguesa durante uma apresentação de negócios pode arranhar a imagem profissional de qualquer gestor. Principalmente se a gafe for o uso do gerundismo, vício de linguagem que se tornou uma espécie de praga nas empresas nos últimos anos. Por estar associado aos níveis mais baixos da hierarquia empresarial, usar expressões como “vamos estar reestruturando” soa como palavrão quando pronunciadas por um executivo.
Como todos estão sujeitos a eventuais deslizes, uma dica para contornar a situação é usar o bom humor. A sugestão é de Ricardo Piovan, diretor da Portal Fox, empresa especializada em consultoria organizacional, coaching e treinamentos. Há cerca de cinco anos, quando começou a fazer palestras, ele percebeu que costumava incorrer em alguns vícios de linguagem – palavras ou construções que atrapalham a manifestação clara do pensamento (veja box) – e resolveu fazer um treinamento específico sobre comunicação. “Hoje, como meu ouvido está mais educado, se escapa um gerundismo, faço uma brincadeira com a situação e continuo”, comenta.
Para Piovan, o hábito de usar gerundismos prejudica a credibilidade do profissional. Ou seja, o público pode pensar que a falta de preocupação com algo tão básico como a própria capacidade de expressão pode ser um indício de negligência com outros aspectos da carreira. “Esse raciocínio não é necessariamente verdadeiro, pois a pessoa pode ser ótima gestora. Mas a queda de confiança acontece, e até de modo inconsciente”, alerta Piovan. A boa notícia é que na alta gerência esse tipo de problema é incomum. Porém, os demais escalões precisam ficar alertas. “Entre os coordenadores e também no nível operacional, o gerundismo ocorre com freqüência”, aponta.
Curiosamente, segundo os acadêmicos, o gerundismo não é um erro do ponto de vista gramatical. “Não há nenhuma regra na língua portuguesa que impeça a utilização desse tipo de construção”, esclarece José Simões, professor da Faculdade de Letras da Universidade de São Paulo (USP). Porém, no mundo corporativo e mesmo fora dele, esse tipo de expressão verbal continua sendo malvisto.
Seja ou não mero preconceito, o fato é que há formas menos polêmicas e até mais simples de formular a mesma idéia que o gerundismo tenta expressar. Sem contar que esse vício de linguagem é geralmente associado aos funcionários de telemarketing. Há quem diga que o gerundismo começou com a má tradução dos manuais de telemarketing, em meados dos anos 90. É que no inglês o gerúndio é uma das formas verbais usadas para indicar futuro, em uma estrutura que não existe na língua portuguesa.
A explicação é engenhosa mas, para Simões, carece de base. “Acho que até agora ninguém olhou essas apostilas para saber se foi assim mesmo que o gerundismo surgiu”, contesta. O acadêmico tem outra hipótese para o fenômeno. Para ele, no contexto do telemarketing, as pessoas tentam usar uma linguagem mais culta do que normalmente usam. Por isso, acabam criando uma “pseudonorma culta da língua”. Ele lembra que, há cerca de duas décadas, os professores de português consideravam errada a locução verbal “vou ir”. Hoje, esse tipo de construção é a mais comum para expressar o futuro. O problema é que os funcionários de telemarketing “tentam mascarar o vou mandar e acabam dizendo vou estar mandando”, analisa.
De qualquer modo, quem ocupa os primeiros postos das empresas já está mais atento ao problema. Para Regina, o gerundismo ainda é muito falado, mas os executivos já “se tocaram” do problema. Ela conta que uma de suas alunas, uma consultora na área de empreendedorismo, costumava usar muito esse emprego incorreto do gerúndio. “As pessoas comentavam o fato. Diziam que ela tinha um modo de falar que não era compatível com a função dela. Para ser sincera, o gerundismo é visto como uma linguagem de pessoas menos qualificadas. Além de ser antipático e cansar o ouvinte”, observa.
(Gazeta Mercantil – João Paulo Freitas)

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