domingo, 1 de abril de 2007

Aquecimento Global - A balela 3

Textos relacionados que devem ser lidos antes de postar qualquer comentário:

- Aquecimento Global - A balela 1.
- Aquecimento Global - A balela 2.
- Aquecimento Global - A balela 3.
- Aquecimento Global - A balela 4.
- Aquecimento Global - A balela 5.
- Aquecimento Global - A balela 6.
- Aquecimento Global - A balela 7.
- Site Mitos Climáticos - Rui G. Moura
- Mídia Sem Máscara


Mais um texto para alvoroçar os amigos visitantes que acreditam que o fim está próximo e que somos nós, os humanos, os responsáveis pelas alterações climáticas que ocorrem no planeta, e que vem sendo chamadas pelo apocalíptico (e rentável) nome de 'Aquecimento Global'.

Humildemente apelo para a caridade dos leitores e peço:

  1. Que leiam e releiam antes de comentar.

  2. Que leiam os outros artigos referentes a esse, cujos links foram indicados acima, antes de comentar.

  3. Que se abstenham de fazer comentários vazios ou baseados em achismos ou, pior ainda, em 'redeglobismos'.

  4. Baseiem seus comentários em textos científicos, matérias jornalísticas de meios independentes e etc (como eu fiz), inclusive indicando links para que possamos manter as conversas em um nível decente e mínimamente elevado e saudável.

Boa leitura (os grifos no texto são meus).


Abs

GermanoCWB

"Exceto pela simplificação exagerada do exemplo de Galileu, é um excelente artig odo Alan Ditchfield. Mas como ele não pode fazer o que denuncia –sensacionalismo –será lido e entendido por poucos."


A mudança de clima - I
por Alan N. Ditchfield em 29 de março de 2007


Resumo: Há cientistas que vêem nas estridentes manifestações sobre aquecimento global um fenômeno jornalístico e político e não um fenômeno físico.


© 2007 MidiaSemMascara.org
Tem sido alegado com insistência, nos últimos vinte anos, que a queima de combustíveis em dois séculos de Revolução Industrial está a romper um delicado equilíbrio entre o gás carbônico emitido e o fixado por fotossíntese, fixação feita predominantemente por algas marinhas na superfície dos oceanos. O acúmulo do excesso de gás carbônico estaria a alterar o clima, a acentuar fenômenos meteorológicos catastróficos e que este efeito adverso cresce a taxas exponenciais. É preconizado o uso do poder do estado para controlar o uso de combustíveis a fim de reverter a deterioração descontrolada do clima mundial.


A idéia popular sobre o efeito estufa é a de que a atmosfera é transparente à luz solar (ressalvada a interferência da refletividade das nuvens e a superficial) a qual aquece a Terra. A Terra compensa aquele aquecimento com radiação infravermelha. Esta radiação aumenta com temperatura crescente da superfície, e a temperatura se ajusta até alcançar o equilíbrio. Se a atmosfera também fosse transparente à radiação infravermelha, a radiação produzida por uma temperatura média de superfície de 18o C abaixo de zero equilibraria a radiação solar que entra (menos aquela refletida ao espaço por nuvens). Mas a atmosfera não é transparente ao infravermelho e por esta razão a Terra precisa se aquecer em alguma medida para levar ao espaço o mesmo fluxo de radiação infravermelha. Isso é o que é chamado de efeito estufa.


O efeito explica porque a temperatura de superfície média da Terra é de 15o C em lugar de –18o C. Os absorventes principais de infravermelho na atmosfera são o vapor d’água e as nuvens. Até mesmo se desaparecessem todos os outros gases de efeito estufa (como gás carbônico e metano), ainda assim teríamos 98 por cento do efeito estufa atual. Não obstante, é presumido que aumentos em gases, gás carbônico e outros gases secundários, conduzirão a aumentos significativos de temperatura.


Afirma-se em opinião contrária que o pequeno acréscimo na temperatura mundial (0,6o C no século 20) seria atribuível a fatores naturais, possivelmente cíclicos, e que seria minúsculo o poder humano para fazer algo a favor ou contra o clima em escala planetária. E que, em qualquer caso, o pouco que se conhece sobre o comportamento físico do clima mundial é por demais tênue para fundamentar medidas públicas radicais de contenção de um desenvolvimento econômico à véspera da redenção da humanidade da miséria que foi universal até o advento da Revolução Industrial.


Seria suspeito qualquer consenso em assunto de clima com a amplitude do planeta. A Terra tem área de 509 milhões de quilômetros quadrados; sua troposfera, onde ocorrem fenômenos meteorológicos, é contada até a altitude de 10 quilômetros, o que significa um volume com mais de 5 bilhões de quilômetros cúbicos de ar; os oceanos contêm mais de 1, 4 bilhões de quilômetros cúbicos de água. Não chega a surpreender que sejam escassos os dados para formular hipóteses a serem averiguadas por procedimento científico e que permaneçam obscuros os fluxos e fenômenos físicos que têm lugar nesta imensa massa de fluidos. O confronto deste dois campos trouxe uma politização indesejável num assunto que deveria ter permanecido num plano técnico, pois tem distorcido o uso de recursos em pesquisa de clima a favor da hipótese politicamente correta e em detrimento da objetividade da pesquisa. Diz-se mesmo que as esparsas medições de fenômenos de clima são torturadas em computador até confessarem qualquer coisa que os patrocinadores da pesquisa quiserem.


Hoje em dia é difícil abstrair a publicidade sobre o efeito estufa e o aquecimento global por ação humana. Histórias dramáticas sobre iminentes catástrofes de clima são notícias de primeira página de jornal e recebem horas na televisão e rádio, enquanto os políticos aproveitam toda oportunidade para reafirmar suas credenciais verdes. Sir David King o principal assessor científico de Tony Blair descreveu mudança de clima como "o problema mais sério que hoje enfrentamos", enquanto o ex Vice-presidente Al Gore reivindica que "está em jogo nada menos do que a sobrevivência de civilização humana" e Evo Morales entende que as enchentes ocorridas na Bolívia no verão de 2007 foram causadas pelo aquecimento global gerado por americanos. A mídia já atribuiu o terremoto no Himalaia, o tsunami do Oceano Índico, a temporada de furacões nas Caraíbas e de tufões asiáticos, a seca do deserto de Saara à mesma causa. Curiosa é a designação jornalística do gás carbônico como poluente quando é o nutriente que sustenta, através da fotossíntese, a cadeia de alimentação de todos os seres vivos do planeta. Afirmações do gênero não são úteis aos bem informados, ainda que atendam à conveniência de alguns interesses.


Inventou-se um consenso inexistente. Pode ser constatado por consulta aos periódicos de ciência de clima que cientistas estão longe de ter opinião unânime, mas o noticiário alarmista costuma ser prefaciado pelo refrão “Todos os cientistas afirmam...” o que equivale a afirmar que os sacerdotes falaram e que todos devem crer, poisRoma locuta, causa finita. Quem adota essa postura revela uma fé comovedora e inteiramente fora de lugar em fenômenos físicos que exigem medição e prova e não os atos de fé apropriados a assuntos religiosos. Pessoas não afeitas a ciências exatas ignoram métodos quantitativos na apuração de relações de causa e efeito. Imaginam que o conhecimento é formulado num processo político, pela contagem de votos a favor ou contra uma proposição a ser eleita como verdade científica. Está longe de ser assim pela razão apontada por Albert Einstein quando o partido nazista rejeitou a Teoria da Relatividade como “física judaica” e sua máquina de propaganda publicou um artigo com o título: “Cem cientistas alemães contra a Relatividade”. Einstein retrucou: “Por que cem? Basta um que apresente prova válida”. Unanimidade de votos contrários no Tribunal da Inquisição de Roma nada significou para Galileu e até hoje nada significa para a ciência baseada no raciocínio lógico dedutivo com comprovação em experimentação sistemática.


A reivindicação de controle sobre o uso de combustíveis está afinada com diversas aspirações preexistentes, algumas legítimas:


- A busca por melhor eficiência energética;


- Independência do petróleo do Oriente Médio;


- Competição internacional;


- Apetite de governos por maior arrecadação;


- Ambição burocrática pelo poder;


- Descontentamento com a sociedade industrial


Deste último grupo, de saudosistas de uma vida simples de um passado idealizado, são recrutados os militantes mais ativos de causas ecológicas.


Como explicou Aaron Wildavsky, professor de ciência política em Berkeley, o aquecimento global é a mãe de todos os alarmismos ambientais. Na visão de Wildavsky “O aquecimento (e apenas o aquecimento), por seu antídoto primordial de negar carbono à produção e consumo, é capaz de realizar o sonho do ecologista por uma sociedade igualitária baseada na rejeição do crescimento econômico, a favor de uma população menor, comendo pouco na cadeia alimentícia, consumindo muito menos, e compartilhando um baixo nível de vida com maior igualdade.”


Seu plano de ação já foi bem caracterizado:


“Num plano prático, o objetivo inteiro da política é o de manter o público apavorado (e a clamar por proteção) com ameaças de série infindável de demônios, todos imaginários.”( Henry Louis Mencken)


O objetivo é alcançado em ciclo de oito fases enumeradas pela revista The Economist:


1. Alguns cientistas obscuros anunciam o que pensam ser uma ameaça potencial a Terra.


2. Os jornalistas simplificam o tema, exageram a ameaça e os cientistas gozam de celebridade por alguns momentos.


3. Ativistas Verdes aproveitam a oportunidade para polarizar o tema; nas palavras do artigo deEconomist: "Ou você concorda que o mundo está a ponto de perecer e fica indignado, ou você é lacaio de interesses escusos."


4. Burocratas saem dos seus casulos, organizam conferências internacionais e dão passagens e estadia de primeira classe no exterior a funcionários públicos. As conferências inevitavelmente recomendam mais regulamentação por governo, e fixam metas totêmicas - logo depois esquecidas.


5. Chega a hora de azucrinar um bode expiatório. Este normalmente é a América, ou 'as multinacionais'.


6. Entram em cena os céticos que demonstram que a ameaça não tem fundamento. Novamente, nas palavras do artigo de Economist: "Isto leva os Verdes a paroxismos de ira piedosa. Bradam aos editores de jornal: 'Como ousam devotar espaço a opiniões marginais?' – perguntam aqueles cujas opiniões já foram tidas como marginais.”


7. Instala-se a dúvida entre os políticos e burocratas, e até mesmo entre alguns dos cientistas que primeiro alarmaram, todos a destacar as complexidades científicas e políticas das incertezas. Entrementes os jornalistas começam a ficar entediados com o tema.


8. Começa o quieto recuo enquanto o apocalipse anunciado morre lentamente, afastado das manchetes, e é substituído por um apocalipse totalmente novo. O ciclo recomeça.


Há cientistas que vêem nas estridentes manifestações sobre aquecimento global um fenômeno jornalístico e político e não um fenômeno físico. Destacam-se algumas vozes com esta opinião:


- Richard Lindzen, professor titular de ciências de clima no Massachusetts Institute of Technology;


- Henrik Svensmark, chefe de equipe de cientistas dinamarqueses que aponta para fatores mais poderosos do que gás carbônico, presentes em mudanças de clima mundial.


- Os autores do relatório da comissão parlamentar da Câmara Alta do Reino Unido (House of Lords), que investigaram diretrizes do governo britânico sobre clima e energia.


Richard Lindzen


Para Lindzen é destituído de sentido o surto de alarmismo sobre clima. Ele estuda meteorologia e clima há mais de 40 anos e acredita que carece de fundamento empírico a alegação de que o homem estaria a aquecer o planeta perigosamente. Pensa que não ocorrerão as elevações de nível de mar alardeadas, as secas e as inundações. Até mesmo se estes efeitos estiverem por vir, ele diz, tentar reduzir emissões de gás carbônico e outros gases de estufa não faria quase nada para deter tais desastres.


É improvável ouvir, em qualquer simpósio relacionado com ciência ambiental, manifestações que disputam a tese central, a de um efeito estufa agravado por ação humana, o que torna Lindzen incomum por ser um bem reputado cientista que publicamente contesta a mudança de clima por ação humana. Porém, Lindzen acredita que há muitos outros cientistas que compartilham de suas idéias, mas não as expõem por medo de perder credibilidade ou recursos para pesquisa. Realmente, ele diz que experimentou muito do que designa como preconceito a atuar em pesquisa de clima. "Muitos gerentes de programas me falaram que a consecução de recursos depende de preocupação pelo efeito estufa" ... "Mas se isso for verdade, como é que se pode estudar clima de modo objetivo?"


Lindzen concorda que a Terra aqueceu durante o século 20. A entidade instituída pelas Nações Unidas para investigar o fenômeno de efeito estufa, oInter-governmental Panel of Climate Change(IPCC) compila os estudos de centenas de cientistas de clima, engenheiros, economistas, cientistas sociais e outros ao redor do mundo. O IPCC declarou em 2001 que a temperatura global aumentou em aproximadamente 0.6° C durante o século 20, o que Lindzen aceita como quase certa. Ele também concorda que a concentração de gases de efeito estufa na atmosfera subiu (com aumento da concentração de gás carbônico de um nível de aproximadamente 280 partes por milhão em 1700 a mais de 370 partes por milhão hoje) e que muito foi causado por atividade humana. Mas onde ele diverge do IPCC que é sobre a contribuição desta concentração crescente ao aquecimento, ou em outras palavras, em quanto o homem está a influenciar o clima. Sua discordância com a opinião convencional está no papel do vapor de água em mudança de clima; para Lindzen o vapor d’água abafa a intensidade da mudança e a outra opinião é que esta a amplifica.


Para Lindzen a comparação entre previsões de modelos de clima em computador e dados de temperatura observados é basicamente um exercício de ajuste de curvas estatísticas destituído de conteúdo científico, de vez são parcamente compreendidas as naturezas físicas de vários fatores naturais e de origem humana que poderiam aquecer ou resfriar a Terra. Realmente, ele acredita que os alegados sinais da ação humana são obscurecidos pela incerteza nas medidas de temperatura e, o que é mais importante, pela variação interna do clima. Por variação interna ele entende a dinâmica de fatores físicos da atmosfera e do oceano. "A hipótese mais plausível para a variação de temperaturas que vimos é que é natural", diz Lindzen. "Assim estamos diante de uma questão: há qualquer coisa que exige uma explicação extraordinária? Eu penso que a resposta é negativa."


Lindzen acredita que até mesmo se o homem fosse realmente responsável pela maior parte do aquecimento observado nos últimos 100 anos, não haveria nenhuma causa para alarme. O IPCC, em seu relatório de 2001, concluiu que entre 1990 e 2100 o clima da Terra aqueceria entre 1,4° C e 5,8° C, com valor exato condicionado a tendências futuras em emissões de gases de efeito estufa, como também no modelo específico usado para a projeção. Para Lindzen, estes valores estariam longe da realidade. Ele sustenta que os modelos de clima usados pelo IPCC são tendenciosamente sensíveis a mudanças na concentração de gás carbônico atmosférico, e estima que a Terra esquentará talvez só alguns décimos de um grau no correr do século. É conclusão com que outros pesquisadores de clima discordam.


O próprio Lindzen redigiu parte de um dos capítulos do relatório do IPCC de 2001. Porém, ele faz ressalvas sobre o modo como este documento foi usado para preparar o Sumário para Diretrizes Públicas num processo que reúne, além de cientistas, os representantes de governos, indústrias e organizações ambientais, todos eles comprometidos com agendas políticas. O Sumário foi divulgado pela imprensa, ansiosa para uma história boa, e por políticos que distorcem o sentido do Relatório para seus propósitos.


Seria possível que modelos crescentemente poderosos confirmariam que significante aquecimento do clima por atividade humana está a acontecer? Por precaução não seria sensato limitar emissões de gás carbônico? Lindzen acredita que o tratado de Kyoto terá um impacto minúsculo e que seria um primeiro passo em uma série de tratados de emissões cada vez mais autoritários, com licenciamento da queima de combustíveis. Para Lindzen, não há muito que possamos fazer, além de assegurar que nações se tornam ricas o bastante construir obras de defesa no caso de o clima começar a desandar.


Lindzen mantém que os modelos exercitados pelo IPCC estão equivocados porque não retratam os fenômenos físicos no sistema de clima. Todos concordam que, se o gás carbônico agisse sozinho, alguns cálculos físicos simples demonstram que a duplicação de seu teor traria uma elevação de cerca de 1 °C em temperaturas globais. Mas os modelos usados pelo IPCC lançam mão de amplificações positivas fortes contribuídas pelo vapor de água que é o gás de efeito estufa mais abundante. Em outras palavras, maior evaporação contribui para concentrações maiores de vapor de água na atmosfera o que leva a temperaturas de superfície mais altas, e em espiral crescente.


Segundo Lindzen, a dificuldade de modelar a cobertura de nuvens é um dos problemas mais espinhosos enfrentados por cientistas de clima porque os pesquisadores não têm modo de medir quanto do vapor de água na atmosfera condensará em nuvens e quanto precipitará a Terra na forma de chuva e quanto da água precipitada evaporará. Ele também mostra que nuvens mais baixas tendem a refletir a radiação solar incidente ao espaço e reduzir com isto o aquecimento, e que nuvens mais altas tendem a reduzir a radiação de energia da Terra lançada ao espaço, o que traz aquecimento crescente. As observações feitas por satélites demonstram que nuvens de tipo cirro acima dos trópicos contraem fortemente quando as temperaturas são mais altas e se expandem quando as temperaturas são mais baixas, opondo-se assim a tendência na superfície. Ele chama isto de "efeito íris", por analogia com a íris do olho que abre e fecha com a intensidade da luz. Desta forma as nuvens e vapor de água na verdade agiriam como freio, e não como acelerador dentro do sistema de clima. O clima mundial estaria então regulado por um termostato natural.


A hipótese de Lindzen merece confirmação experimental com observação em amplitude mundial, a qual não é feita porque os recursos para pesquisa de clima são devotados a hipóteses politicamente corretas e com ela conflitante. E muitos desses recursos são desperdiçados em aritmética frívola, como a que tenta prever maior mortalidade por malária como conseqüência do aquecimento global, uma idéia rejeitada pelo Instituto Pasteur com o conhecimento de causa que tem. Londres foi notória pelo impaludismo endêmico ao fim da pequena era glacial no século 17 quando havia congelamento do rio Tamisa em todos os invernos. A malária foi erradicada no início do século 20 em Cuba e Panamá, países tropicais com programas bem sucedidos de saúde pública.


A aversão de Lindzen a pronunciamentos dogmáticos sobre fenômenos físicos pouco conhecidos foi justificada por descoberta recente que aponta a ionização da troposfera inferior como a causa dominante na mudança de clima; obrigará a revisão do papel do gás carbônico e atividade humana nessa mudança.

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quinta-feira, 29 de março de 2007

Dicas de trânsito para os motoristas curitibanos

Esse texto circula há anos, mas sempre é bom relembrar para ver se surte algum efeito. 


Dicas de trânsito para Curitiba

Dicas rápidas para não foder os outros motoristas que sabem dirigir no caótico trânsito de Curitiba.

1. No sinaleiro, deixe a porra da primeira marcha engatada e quando o sinal abrir arranque. Não espere que o lazarento de trás tenha que te lembrar, retardado! 2. Você dirige um carro e não uma jamanta, certo? Portanto, você não precisa usar a porra da pista da esquerda antes para virar para a direita.

3. Quando um outro motorista der pisca avisando que precisa entrar na pista que você está, deixe de ser filho da puta e deixe o cara passar.   Certamente vai acontecer com você um dia e você não vai querer se estressar.
4. Faixas no asfalto das rápidas e ruas com mais de uma pista não são para enfeite nem para se basear por onde tem que andar, e se você não tem inteligência suficiente para saber onde estão as rodas do seu carro, melhor andar de bicicleta que as rodas são vistas de onde você está sentado.5. Se você não sabe fazer baliza, tenha humildade para parar num estacionamento e não foda a vida de quem tá com pressa. Ah! Se você não gosta do seu carro, problema seu. Isso não quer dizer que os outros motoristas acham legal que fiquem dando totó nos seus carros para saber se está perto.6. Largue de ser cavalo e aprenda que se a merda da placa do radar diz 60Km/h, é 60 de verdade, e não é 20Km/h disfarçado, porra!

7. A vida anda muito corrida, por isso, se você gosta de passear pelo centrão a 30Km/h, faça isso às 05h00 da manhã de domingo, imbecil!

8. Essa é boa! Que tal dar sinal de que vai entrar em alguma rua se você percebe que tem algum motorista esperando sua importante escolha?

9. Se o cuzão do seu namorado vai te deixar na frente do shopping, deixem as preliminares para um local apropriado. Certamente não vai ser a última vez que você o vê, portanto, dê tchau e suma do carro!

10. Essa é pra você, frustrado sexual que adora botar o rabo numa   Harley: por que você não bota a sua orelha na merda do escapamento aberto e acelera? Todo mundo sabe que o barulho da sua moto é inversamente proporcional ao seu tato com as mulheres (ou com o tamanho do seu pinto)!
11. Nossa, um acidente! Qualé, nunca viu uma lanterna quebrada?
Então você não precisa ficar olhando com cara de retardado pra qualquer coisinha que acontece no trânsito e andando como se estivesse num cortejo fúnebre.
12. Só pra descontrair: saiba que todo mundo tira você pra comédia quando te vêem com a cara colada no volante. Assim não precisa nem usar o cinto de segurança. Num  acidente a sua cara e o painel vão virar a mesma coisa com ou sem cinto.
13. Respeite o ciclista! O pára-choque deles é o próprio corpo!
Você não atropelaria tua mãe né ?
SE VOCÊ NÃO PASSAR ADIANTE, SEU BRAÇO NÃO VAI CAIR E VOCÊ NÃO VAI FICAR 7 ANOS SEM TRANSAR, MAS QUANDO FIZEREM UMA CAGADA NA FRENTE DO SEU CARRO, LEMBRE-SE QUE VOCÊ NÃO COLABOROU E NÃO ADIANTA RECLAMAR...!
 
  

Como não perder a liberdade - para meditar

"Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu.
       Como não sou judeu, não me incomodei.
       No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era comunista.
       Como não sou comunista, não me incomodei .
       No terceiro dia vieram e levaram meu vizinho católico.
       Como não sou católico, não me incomodei.
       No quarto dia, vieram e me levaram;
       já não havia mais ninguém para reclamar..."


       Martin Niemöller, 1933 ,
       símbolo da resistência aos nazistas.


       =======================================


       Parodiando o pastor protestante Martin Niemöller,
       símbolo da resistência nazista:


       "Primeiro eles roubaram nos sinais, mas não fui eu a vítima,
       Depois incendiaram os ônibus, mas eu não estava neles;


       Depois fecharam ruas, onde não moro;


       Fecharam então o portão da favela, que não habito;


       Em seguida arrastaram até a morte uma criança,
       que não era meu filho..."


       Claudio Humberto, 09 FEV 2007


       =======================================


       Primeiro levaram os negros


       Mas não me importei com isso
       Eu não era negro


       Em seguida levaram alguns operários
       Mas não me importei com isso
       Eu também não era operário


       Depois prenderam os miseráveis
       Mas não me importei com isso
       Porque eu não sou miserável


       Depois agarraram uns desempregados
       Mas como tenho meu emprego
       Também não me importei


       Agora estão me levando
       Mas já é tarde.
       Como eu não me importei com ninguém
       Ninguém se importa comigo.


       É PRECISO AGIR


       Bertold Brecht (1898-1956)


       =======================================


       Mas o primeiro deles, foi Maiakovisky - poeta
       russo "suicidado"  após a revolução de Lenin -
       que escreveu ainda no início  do século XX :


        Um  passeio  com  Maiakovisky
       Na primeira noite
       eles se aproximam
       e colhem uma flor
       de nosso jardim.
       E não dizemos nada.


       Na segunda noite,
       já não se escondem :
       pisam as flores,
       matam nosso cão,
       e não dizemos nada.


       Até que um dia,
       o mais frágil deles,
       entra sozinho em nossa casa,
       rouba-nos a lua,  e,
       conhecendo nosso medo,
       arranca-nos a voz
       da garganta.


       E porque não dissemos nada,
       já não podemos dizer nada.
       ========================================


       Tudo que os outros disseram foi depois de ler Maiakovisky.
       Incrível é que após mais de cem anos dessa lição, ainda nos encontremos tão desamparados, inermes, e submetidos aos caprichos da ruína moral dos poderes governantes, que
       vampirizam o erário, aniquilam as instituições, e deixam aos cidadãos os ossos roídos e o direito ao silêncio : porque a palavra, há muito se tornou inútil.

Conheça seu direito na fila do banco

 Atenção: O texto não é meu. Infelizmente recebi assim, sem assinatura.

Cada um deve se interessar e buscar a lei em seu estado e em seu município, para fazer valer seus direitos.

GermanoCWB

Leiam também a dica do leitor Raphael, visitando o blog 'Estudando o Direito'

( http://estudandoodireito.blogspot.com/2007/10/banco-condenado-indenizar-por-longa_22.html), sobre a condenação imposta ao Banco Itaú.

Obrigado Raphael

Abraços

GermanoCWB





Cada um de nós tem que exigir seus direitos, pois estamos cheios de tantas OBRIGAÇÕES......


"Muito interessante!!



Vivi hoje, novamente uma experiência, que confirmou uma suspeita quando fui a um banco alguns dias atrás. Há cerca de um mês eu entrei  no Banco Itaú, na Lapa para fazer um pagamento, e quando vi o tamanho da fila, pensei, vou ficar horas aqui dentro.

Foi quando me lembrei de recente Lei que entrou em vigor na Capital paulista (e no Brasil), que regula o tempo máximo de espera em fila bancária.

Salvo engano, são 20 (vinte) minutos em dias normais, e 30 (trinta) em dias de pagamento de pensionistas do INSS. Assim sendo, solicitei a um funcionário a senha com o horário de entrada na fila, pois se o tempo excedesse eu encaminharia o papelucho para a Prefeitura multar o banco.

 Entrei na fila, e notei que de repente aquele apito que sinaliza caixa desocupado, começou a tocar com maior freqüência, e a fila foi diminuindo rapidamente. Quando cheguei ao caixa e passei a ele o pagamento e o dinheiro, ele solicitou a senha, para autenticar, e eu fiquei intrigado.
No meio de tantos clientes, como ele sabia que a senha estava comigo??? Examinei então os dois horários, entrada e saída e constatei... Foram 17 minutos de fila. Ótimo!!! Eu esperava ficar mais de uma hora. Achei que quando eu pedi a senha, o gerente colocou mais caixas e o atendimento fluiu rapidamente.


Hoje, fui novamente ao mesmo banco e dei de cara com a mesma fila imensa! Não tive dúvida. Procurei um funcionário e pedi a senha. Ele fazendo cara de #####, perguntou... Que senha??? Não tem senha. Entre na fila. Eu insisti e ele disse que não sabia de senha nenhuma...

Procurei nos caixas e notei uma plaqueta discreta que dizia:
"Se  necessitar senha solicite ao caixa".
Pedi a senha ao caixa, e ele fez outra cara de ###### e disse "que senha?". Parece que os funcionários já estão treinados a não fornecer a senha. Então eu exigi, "a senha que diz o horário que eu entrei na fila. É lei". O caixa meio contra vontade forneceu a senha e eu entrei na fila.

No início, continuou lenta, quase não andava. De repente, o mesmo fenômeno, começou a apitar que não parava mais, e a fila foi rapidamente diminuindo. Quando cheguei ao caixa, desta vez não foi surpresa, ele pediu a senha pra autenticar, e após a autenticação, ele se virou para uma senhora que circulava por traz dos caixas, com cara de gerente, a em resposta à pergunta dela de "e aí?? Tudo bem??? O caixa respondeu...."BELEZA"...

Matei a charada...."BELEZA" foi à constatação que o caixa fez.
Fui atendido em 14 (quatorze) minutos. E a gerente então deu um sinal  que eu entendi, que seria para alguns dos caixas voltarem para os locais de onde foram retirados  para atender ao público.
Bancos têm o suficiente para atender dignamente o público, porém, eles são desviados para outras funções mais lucrativas, tais como vender seguro por telefone, etc. etc., enquanto os idiotas dos clientes ficam na fila. Este aqui não fica mais... Cada vez que entrar em um banco, seja na capital ou em qualquer outro município, eu peço a senha com o horário.

Vamos lutar por esse direito obtido! Não sejamos bobos...

Vamos pedir a senha.
POR FAVOR, DIVULGUEM A TODOS OS "CLIENTES" DE BANCO.

Excelente! Vamos Pedir a senha. É lei.
VAMOS EXIGIR NOSSA SENHA.
Fila em bancos, nunca mais!

Piada do padre e o político

Certo padre recebia um jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia.


Um político da região e membro da comunidade foi convidado para entregar-lhe o presente e proferir um pequeno discurso.


O político se atrasou e o sacerdote, então, decidiu proferir umas palavras:


"Como o tempo passa rápido... apesar desse tempo todo, ainda me lembro como se fosse hoje, da primeira confissão que ouvi. Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a firma onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe e com namorada do dono da empresa de ônibus.
Sempre que tinha oportunidades, se dedicava ao trafico e a venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido uma doença à própria irmã".


"Fiquei assustadíssimo...


Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio".


Justo nesse momento chega o político, e foi lhe dado a palavra para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo:


"Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia... Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele... ainda me lembro da cara de assustado dele".

Avião russo SU-30MK

In Flight Demo Soviet SU-30MK Fighter

Este é um vídeo de demonstração de vôo do caça Russo SU-30MK .

Você não vai acreditar no que vai ver.

O caça ‘estola’ em alta velocidade e pára em questão de segundos.

Provavelmente nenhum outro caça tenha essa capacidade.

Ligue o som e assista ao vídeo:


O horizonte é verde-oliva

Depois de ler esse texto, leia também:

- Apagão aéreo

 - Apagão aéreo 2 - Ele não sabia de nada

- Apagão aéreo 3 - o que a imprensa não conta 


GermanoCWB

O horizonte é verde-oliva

http://jbonline.terra.com.br/editorias

Augusto Nunes - Manaus

Encarregado de buscar algum tipo de ajuda para o combate a crônicas carências que prejudicam o desempenho do 5º Batalhão de Infantaria da Selva, o capitão do Exército pousou em Brasília dias depois de ter deixado São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro. Fica ali a sede da unidade que reúne 450 militares e monitora a movimentação de outros 300 soldados distribuídos por meia dúzia de destacamentos. A esse pequeno contingente - menos de mil cidadãos fardados - cumpre manter incorporada ao mapa do Brasil a região da Cabeça do Cachorro, uma vastidão territorial nas vizinhanças da Colômbia e da Venezuela.


Caso se limitassem à vigilância das fronteiras, já seriam poucos. Mas os homens e mulheres do 5º BIS cuidam de muito mais.


O Ibama mantém na região dois funcionários. Crachás do Incra e da Funai aparecem por ali com a periodicidade dos cometas. A Polícia Federal anda ocupada demais com metrópoles conflagradas. Poupadas de sobressaltos, quadrilhas internacionais usam o transporte fluvial para enriquecer com o tráfico de drogas. Faltam hospitais, médicos, remédios, escolas. O poder público é o grande ausente naquele mundo. Sobrou o Exército. E sobra para o Exército.


É nos quartéis que procissões originárias de comunidades ribeirinhas, aldeias indígenas ou da periferia flagelada das cidades buscam assistência médica, professores, comida, proteção contra pastores da desordem e incendiários das matas.


Castigados por soldos raquíticos e verbas mofinas, os militares fazem o que podem. Parece pouco. É muito para para os mais aflitos. Para alguns, é a vida. Fosse mais sensato o país, seriam escancaradas ao emissário do 5º BIS as portas de todos os gabinetes da capital. Mas isto é o Brasil.


Do aeroporto, o capitão seguiu para a conversa com um alto funcionário do Ibama. Talvez conseguisse algum socorro. A audiência fora combinada semanas antes. O oficial teve de esperar duas horas até ser recebido pela carranca atrás da mesa. Com polidez, registrou que o atraso o impediria de cumprir compromissos igualmente relevantes. O anfitrião não gostou do que ouvira. - Quando vocês mandavam no Brasil, não falavam com ninguém - irritou-se. - Só recebiam a gente na cadeia.


O oficial reagiu serenamente à provocação. - Creio que o senhor está se referindo ao período dos governos militares - certificou-se. - Devo informar que tenho apenas 35 anos.


Tinha 15 quando a restauração democrática devolveu aos civis o controle do país. Nos anos de chumbo, não era sequer um brilho nos olhos dos seus pais. Mas é hostilizado com freqüência por veteranos da guerra travada num país que não conheceu. "Muitos homens do governo não conseguem entender que as coisas mudaram", lastima um general da reserva. "Prisioneiros do passado não enxergam o que fazem os 25 mil militares em serviço na Amazônia. Sem eles, o presente seria bem pior. E talvez não houvesse futuro".


Essa espécie de miopia não se manifesta entre os habitantes do lugar. Ainda são poucos para um território tão vasto, mas bastam para sepultar o "deserto verde" no mausoléu das velharias. Enquanto aprendem a conviver com a maior floresta tropical do planeta, esperam que o poder público descubra a Amazônia. E esperam que emissários dos quartéis recebam do governo o socorro negado na primavera ao capitão do Rio Negro.

Maranhão, o reino dos Sarney

• MARANHÃO
Dinheiro farto
Obra e dinheiro público resultam sempre num casamento em que o contribuinte sai perdendo. Tome-se o exemplo da construção da nova sede da Assembléia Legislativa do Maranhão. O projeto previa um gasto de 17 milhões de reais. Alguém calculou mal, muito mal: 32 milhões de reais já se foram. E ainda faltam, de acordo com as novas estimativas, 30 milhões de reais para terminar a obra. A empreiteira é a Petra, a mesma que há quatro anos foi flagrada como a responsável pela construção de várias estradas-fantasma no estado – ou seja, estradas que não existiam. (Veja, 28/03/2007)

Piada da solteira e o bêbado

A solteiraUma mulher foi às compras em um supermercado perto de Casa, onde pegou:
- 2 caixas de leite integral,
- 1 dúzia de ovos,
- 1 litro de suco de laranja,
- 1 alface Americana,
- 1 kg. De café, e
- 1 pacote de bacon fatiado.

Enquanto ela passava as compras do carrinho para a esteira do caixa, um
mineirinho bêbado, seguinte na fila, a observava. Enquanto o caixa registrava as suas compras, o bêbado calmamente disse:

- Ocê deve sê sortera!

A mulher ficou um pouco espantada com a declaração, e intrigada com a
intuição do bêbado, já que, de fato, era solteira. Ela olhou os seis itens
sobre a esteira e nada viu de particular em sua seleção que pudesse
sugerir ao bêbado seu estado civil. Com a curiosidade aguçada, ela disse:

- O senhor está absolutamente correto. Mas como diabos conseguiu
descobrir isso?

E o bêbado respondeu:

- É que ocê é feia pra caraio!

Apagão aéreo

Depois de ler esse texto, leia também:

- Apagão aéreo 2 - Ele não sabia de nada

- Apagão aéreo 3 - o que a imprensa não conta


Muito interessantes os escritos reproduzidos abaixo por cientistas políticos a respeito do tema acima. Bom refletir sobre o que eles dizem.


Se verdadeiras as hipóteses apresentadas...confirma-se o que venho sentindo: Brasil, governo atual...SEM CHANCE DE MELHORAR!


Ricardo Mesquita.

Tráfico de influências no controle do tráfego aéreo


Eu insisto em bater nesta tecla do controle do tráfego aéreo, ainda que exista quem diga que este assunto não atinge eleitores do Lulla e portanto é bobagem falar deste tema. Atinge sim, tem muito eleitor deste presidente que está amargando horas em filas intermináveis nos aeroportos das maiores cidades do Brasil.


Mas nem penso em atingi-los, penso mesmo é em mostrar aos "donos da bola da vez", que não somos cegos nem apalermados, que percebemos muito bem aonde querem chegar com tantas idas e vindas, contradanças e rodeios. Afinal, como um setor que funcionava à contento (apesar de esquecido pelo governo) até setembro de 2006 entrou em colapso após o desastre da Gol ?Já é do conhecimento de todos que este setor (antes só operado por militares treinados na Escola Especial da Aeronáutica, localizada em Guaratinguetá-SP) à cada nova torre instalada durante o governo FHC, passou a contratar civis treinados por militares para exercer a função de controladores de vôo. Já houve , nestas alturas, uma quebra de regras , pois o correto seria que tais civis assumissem estas funções através de concursos públicos, mas pelo visto foram "escolhidos a dedo"......Agora, estes mesmos civis , através do Sindicato dos Controladores Civis e de seu presidente, fazem uma verdadeira campanha terrorista contra os controladores militares com o único intuito de que se desmilitarize o setor para colocar seus salários em patamares que os militares jamais sonharam receber. Mas esta não é a única vantagem pretendida. Esta, na verdade é a menor das vantagens, serviu só para motivar e fazer mover estes menores lacaios do governo na direção pretendida, pois o que o governo Lulla pretende é muito maior.


Os problemas no tráfego aéreo coincidentemente só começaram depois que estes civis contaminaram este setor com sua presença. E como coincidência não existe, concluo que eles lá foram conduzidos para fazer exatamente esta esbórnia afim de que os militares pagassem um pato que não lhes pertence.


Tudo para atender ao sonho de Lulla.

E o que é que Elle quer afinal?Elle quer que o controle de todo espaço aéreo passe para mãos de civis militantes petista, o que vale dizer, para as sôfregas mãos do próprio governo Lulla.
Afinal, quem já não soube que se Marta assumir a Pasta do Turismo, Lulla passará o controle da INFRAERO para este Ministério? Pode-se acreditar num absurdo deste?
É mais um Ministério a ser politizado, politicando sobre matéria da qual nada entende, mas cujas futuras decisões com certeza vão atender às expectativas e à gula deste presidente do Brasil.
Mas há mais considerações à fazer à este respeito:1)A sincronicidade com que agem Chavez, Evo Morales, Nestor Kirchner e Lulla é no mínimo instigante, pois eles seguem uma partitura para ser executada à oito mãos, de autoria de um delirante ancião-maestro que rege a batuta desde sua ilha caribenha.
Haja vista que o montonero presidente Kirchner assinou decreto semana passada desmilitarizando o setor de controladores de tráfego aéreo da Argentina. Três dias depois, jornais porteños já publicavam matéria mostrando que os argentinos estão agora com receio de viajar, pois se o sistema aéreo argentino já não era confiável por ser obsoleto, passando para mãos de civis ficará mais arriscado ainda empreender viagens.
2)O ex-Diretor do DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo) Brigadeiro Vilarinho, após ser exonerado deu entrevistas onde deixou claro que, enquanto respondeu por seu cargo enviou ao governo federal por diversas vezes solicitação de investimento no setor , pedidos estes que foram simplesmente ignorados.
Pior que isso, soube-se depois que no primeiro mandato, a verba destinada ao setor de controle aéreo foi desviada para o Programa Fome Zero.
Foi assim que a lâmpada apagou...lembram desta música?
No caso o que apagou foi outra coisa.


Agora pergunto se o Brigadeiro Vilarinho, até por respeito à sua patente e aos anos que dedicou ao DECEA não mereceria o direito de explicar melhor esta questão numa CPI do Apagão Aéreo. Eu gostaria muito de ouvi-lo, e como eu, milhões de brasileiros. Mas parece que os deputados não estão no Parlamento para servir à vontade do povo mas sim para jogar água nas inúmeras fogueiras governamentais.
Ainda mais agora que o bombeiro-mor Chinaglia assumiu a posse da mangueirona mestra.

Mas eu insisto, e se outros como eu insistirem também, quem sabe conseguimos manter acesa ao menos a lamparina da esperança . Esperança de ver a verdade vir à tona, de ver a justiça ser feita para com os militares, de ver os verdadeiros fins desta tramóia toda vir à luz.

Porque no final das contas quem mais sairá ganhando neste imbróglio todo (se vingar tudo o que elles pretendem) será Hugo Chavez que investe como louco em aeronaves de guerra e que deseja mais que tudo o controle do espaço aéreo da América do Sul. Fora que ficará muito mais fácil também para os aviões de narcotraficantes colombianos, venezuelanos e bolivianos fazerem seu droga-turismo. E os guerrilheiros das Farcs poderão trocar drogas por armas e vice-versa com muito mais tranqüilidade com os traficantes dos morros cariocas e de todo Brasil.

Afinal, se o setor de tráfego aéreo envolve a Segurança Nacional, ninguém melhor que militares para cuidar dele !

Mara Montezuma Assaf


O apagão pode, a CPI não!



Caos aéreo - Governo não consegue impedir novos transtornos para milhares de passageiros, mas mantém bloqueio às investigações do Congresso


Lorenna Rodrigues do Jornal do Brasil - Brasília


Forte, até agora, para impedir que o Congresso instale a CPI proposta para investigar o caos do transporte aéreo, o governo continua incapaz de evitar o próprio apagão. Ontem, o caos que voltou a tomar conta dos aeroportos desde domingo causou atrasos em 455 vôos, em todo o país, até o início da noite. De acordo com a Infraero, 30,1% dos 1.510 vôos programados decolaram com atraso superior a uma hora. Segundo o Ministério da Defesa, os atrasos refletiram ainda a pane no sistema de gerenciamento de vôos do Centro de Controle de Brasília (Cindacta 1), ocorrida na manhã de domingo, e as chuvas que levaram ao fechamento do Aeroporto de Congonhas, no fim de semana.


A explicação parece não ter convencido o presidente Lula. Ontem, Lula convocou para uma reunião "de emergência" o ministro da Defesa, Waldir Pires, e o comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, além de representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Infraero. O presidente cobrou explicações e exigiu a apuração "imediata e rigorosa das causas do ocorrido".


- (O presidente) Determinou que os usuários recebam as informações de modo rápido e correto nos aeroportos e que sejam implementados equipamentos reserva eficientes e eficazes - informou nota do Ministério da Defesa.


Apesar de a Aeronáutica e controladores de tráfego negarem que os atrasos estejam sendo causados por uma greve branca, a exemplo da que aconteceu no fim de 2006, a categoria voltou a pressionar o governo para retirar o controle de vôo das mãos dos militares. Amanhã, representantes dos controladores se reúnem com o ministro da Defesa para cobrar maior agilidade no processo de desmilitarização do setor, a criação de uma carreira e melhores salários.


Ontem, a situação no aeroporto de Brasília se agravou com o apagão nos painéis da Infraero. De acordo com o presidente da estatal, José Carlos Pereira, o problema foi causado por um pico de energia. A estatal abriu sindicância para apurar se houve negligência na manutenção ou operação dos painéis.


- Ninguém avisa nada, ninguém sabe dar explicação e nem os painéis funcionam. A situação é caótica - reclamou a enfermeira Kátia Montenegro, que esperava há duas horas por um vôo de Brasília para o Rio.

Piada dos advogados e contadores no trem

ADVOGADOS X CONTADORES


Três advogados e três contadores estavam viajando de trem para uma conferência.
Na estação, os contadores compraram um bilhete cada um, mas viram que os advogados compraram um só bilhete.
- Como é que os três vão viajar só com um bilhete? (perguntou um dos contadores)
- Espere e verá - respondeu um dos advogados.
Então, todos embarcaram.
Os contadores fora m para suas poltronas, mas os três advogados se trancaram juntos no banheiro.
Logo que o trem partiu, o fiscal veio recolher os bilhetes.
Ele bateu na porta do banheiro e disse:
- O bilhete, por favor.
A porta abriu só uma frestinha e uma mão entregou o bilhete.
O fiscal pegou e foi embora.
Os contadores viram e acharam a idéia genial.
Então, depois da conferência, os contadores resolveram imitar os advogados na viagem de volta e economizar um dinheirinho.
Porém, com a criatividade que é peculiar da profissão de contador, resolveram melhorar.
Quando chegaram na estação, a história se repetiu, ou seja, os advogados compraram só um bilhete.
Para espanto deles, os contadores não compraram nenhum.
- Como é que vocês vão viajar sem passagem? (Perguntou um advogado perplexo)
- Espere e verá - respondeu um dos contadores.
Assim que embarcaram e os contadores se espremeram dentro de um banheiro e os advogados em outro banheiro ao lado.
O trem partiu.
Logo depois, um dos contadores saiu, foi até a porta do banheiro dos advogados, bateu e disse:
- A passagem, por favor!

Como ser importante para a empresa

VOCÊ FAZ FALTA NA EMPRESA??


Em Nairóbi, Quênia, depois de um criterioso processo de recrutamento com entrevistas, testes e dinâmicas de grupo, uma grande empresa contratou um grupo de canibais para fazerem parte de sua equipe.


"Agora vocês fazem parte de uma grande equipe" - disse o Diretor de RH, durante a cerimônia de boas vindas.


"Vocês vão desfrutar de todos os benefícios da empresa. Por exemplo, podem ir à lanchonete da empresa quando quiserem para comer alguma coisa. Só peço que não comam os outros empregados, por favor!


" Quatro semanas mais tarde, o chefe os chamou: "Vocês estão trabalhando duro e eu estou satisfeito. Mas a mulher que serve o cafezinho desapareceu. Algum de vocês sabe o que pode ter acontecido?"


Todos os canibais negaram com a cabeça.


Depois que o chefe foi embora, o líder canibal pergunta a eles: "Quem foi o idiota que comeu a mulher que servia o cafezinho?" Um deles, timidamente, ergue a mão.


O líder responde: "Mas tu és uma besta, mesmo! Nós estamos aqui, com essa tremenda oportunidade nas mãos. Já comemos 3 diretores, 2 superintendentes, 5 assessores, 2 coordenadores e uns 3 gerentes, durante essas quatro semanas sem ninguém perceber nada. E poderíamos continuar ainda por um bom tempo. Mas não... Você tinha de estragar tudo e comer uma pessoa que faz falta!"

Aprenda a se vingar do telemarketing

Aprenda a se vingar do serviço de telemarketing.


E veja que o autor deste texto usou um português mais correto e nos poupou dos insuportáveis e ignorantes gerundismos: '- estou ligando para estar oferecendo...', '- preciso sua confirmação para estar enviando...', etc.


GermanoCWB


Toca o telefone...
- Alô.
- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?
- Pois não, pode ser comigo mesmo.
- Quem fala, por favor?
- Edson.
- Sr. Edson, aqui é da BRASIL TELECOM, estamos ligando para oferecer a promoção BRASIL TELECOM linha adicional, onde o Sr. tem direito... -
Desculpe - interromper, mas quem está falando?
- Aqui é Rosicleide Judite, da BRASIL TELECOM, e estamos ligando.. -
Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?
- ... bem, pode.
- De que telefone você fala? meu bina não identificou.
- 0800
- Você trabalha em que área, na BRASIL TELECOM?
- Telemarketing Pró Ativo.
- Você tem número de matrícula na BRASIL TELECOM?
- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária. -
Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da BRASIL TELECOM.
- Mas posso garantir...
- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a BRASIL TELECOM.
- Ok.... minha matrícula é 34591212
- Só um momento enquanto verifico.
(Dois minutos)
- Só mais um momento.
(Cinco minutos)
- Senhor?
- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.
- Mas senhor...
- Pronto, Rosicleide, obrigado por haver aguardado. Qual o assunto? - 
Aqui é da BRASIL TELECOM, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?
- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones. Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim. 
Coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino tocando no Repeat (eu sabia que um dia essa droga iria servir para alguma coisa!), depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:
- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou..
- 0800
- Com quem estou falando, por favor.
- Rosicleide
- Rosicleide de que?
- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz)
- Qual sua identificação na empresa..
- 34591212 (mais irritada ainda!)
- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?
- Aqui é da BRASIL TELECOM, estamos ligando para oferecer a promoção linha adicional, onde a Sra. tem direito a uma linha adicional. A senhora está interessada?
- Ah! Claro! Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer, pode anotar o protocolo por favor...
- ......alô, alô!
(TUTUTUTUTU...)
- Desligou.... nossa que moça impaciente!!

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