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quarta-feira, 14 de maio de 2008

O racismo dos racistas

Texto próprio de GermanoCWB
Vejam também a excelente edição deste texto feito pelo pessoal do 'Resistência Democrática'.



Eu gosto de polêmicas.

E esse assunto é um prato cheio. Está em todos os jornais, todo dia.

Dá até medo de escrever porque basta uma palavra errada para aparecer alguém nos acusando de racismo. Virou moda. E pior, entrou no rol do 'politicamente correto'.

Eu lembro da minha avó: quando tinha um menino muito arteiro, daqueles que não param, sobem em tudo e pulam o tempo todo, ela dizia que parecia um macaco. Era porque ele não parava quieto, trepava em tudo e corria o tempo todo. Todo mundo entendia que era pela bagunça e ninguém via sua cor.

Hoje, se o menino for um pouco moreninho, você vai preso, porque tá todo mundo cuidando disso e reparando nisso, graças aos inúmeros movimentos negros existentes, e que se ofendem com tudo e se aproveitam de todas as situações para tirar algum proveito. Eles mesmos estão fazendo com que as pessoas reparem na cor das pessoas. Eles mesmos não querem se integrar e serem iguais a todos os outros. Eles discursam sobre igualdade, mas disseminam a segregação.

Todos os dias vemos estatísticas, movimentos disso e daquilo, manifestações das dezenas de entidades que representam a população negra (afro-descendentes), etc, etc.

Mas eu não vou abordar esse assunto pela ótica dos noticiários e nem do 'politicamente correto'.

Vou aborda-lo pela ótica de minha própria vida e experiência.

Nesta semana saiu a notícia de que agora, em 2008 mesmo, o Brasil terá mais negros do que brancos, e pelo andar da carruagem me parece que, em breve, viveremos anos de verdadeira segregação racial e preconceito, perpetrados pelos negros contra os brancos. Na verdade isso já vem ocorrendo.

Todos os movimentos e entidades criadas pelos negros tem a mesma conotação: a luta do negro contra a dominação do branco.

O governo contribui muito para o crescimento desse ódio racial quando aceita outra invenção dos negros e cria o Ministério da Igualdade Racial. Você imagina coisa mais racista do que um Ministério desse?

Mas veja: isso não é criação de nenhum branco. Então, qual o objetivo? O de sempre! A luta contra os brancos.

Mas, caramba! Contra quais brancos? Quem nesse país é branco?

E qual é a diferença entre branco, cafuso, pardo e negro?

Eu não sei. Talvez os negros saibam muito bem, pois estão se armando até os dentes, não com armas de fogo, mas com organizações bem estruturadas para se aproveitarem das benesses, do paternalismo e do assistencialismo fartamente distribuídos pelos governos populistas que adoram ganhar votos nas costas das 'minorias oprimidas pelas elites'.

Mas,......... eles não são maioria da população???????

Acho que estamos todos, brasileiros de qualquer cor, enjoados e enojados com esse discurso mentiroso de que os negros são minoria nisso e naquilo porque não tiveram as mesmas oportunidades que os outros. Mas, quem teve?

Quem dentre nós, brasileiros comuns, não teve dificuldades na vida? Uns mais outros menos, é certo.

Quem não teve que se matar trabalhando de dia e estudando à noite? Quem não teve dificuldade para pagar a escola ou a faculdade?

Quem não estudou para caramba para poder passar no vestibular e poder estufar o peito e dizer: - Eu passei! Lutando contra milhares de concorrentes.

Quem não camelou no sol procurando emprego?

Tudo isso sem ninguém passando a mão na cabeça dizendo: - Coitadinho, vamos criar leis para obrigar a escola, a faculdade, o serviço público e a empresa privada a te contratar, porque você é um coitadinho que não teve oportunidades.

Antes que os espertalhões que se valem das leis protecionistas esfreguem as mãos, vendo aqui mais uma chance de tomar algum dinheiro graças a um processo judicial por racismo (como no caso do professor baiano, que sequer citou uma cor), vou dizer o seguinte:

Eu disse que trataria desse assunto pela minha experiência e pela minha vida, e para isso preciso falar um pouco sobre mim.

- Sou descendente de escravos das fazendas de Minas Gerais, e graças a várias misturas dos ancestrais, sou um pouco mais claro, como todo brasileiro, o que não me torna branco. Mas não me envergonho disso, não aceito isso como algo que me diminui e, tampouco, uso isso para me fazer de coitadinho e obter alguma vantagem.

- Estudei em escolas públicas e, mais tarde, parei de estudar várias vezes por não conseguir pagar escolas noturnas particulares. Passei no vestibular e tranquei a faculdade pelo mesmo motivo. Mas não ponho a culpa disso na 'dominação branca' nem na 'falta de oportunidades'. Se eu tivesse estudado mais, eu teria entrado na Universidade Federal, como muitos amigos meus, brancos e negros, que hoje são formados e profissionais respeitados, brancos e negros.

- Morei em bairros distantes, em ruas de terra e com valeta aberta na frente de casa. Mas não incendiamos pneus na rua exigindo esmolas do poder público. Naquele tempo pegávamos ferramentas e trabalhávamos para melhorar de vida.

- Quer mais dificuldades? Minha mãe ficou viúva com apenas 27 anos e três filhos pequenos. Eu tinha 2 anos. Mas e daí, quem disse que a vida é fácil?

- Trabalhei e sempre me dei muito bem nos empregos. Alcancei cargos de chefia, contratei e demiti funcionários brancos e negros e, pasmem, brancos e negros são iguais no trabalho, uns brancos bons e outros péssimos, uns negros bons e outros péssimos, apesar da propaganda anti-racismo.

- Na escola tive amigos de todas as cores, descendentes de povos de todos os cantos e alguns com nomes quase impronunciáveis. Alguns moravam em casas grandes e bonitas, e outros em casas simples. Como todos nós brasileiros! E eram casas com pessoas de todas as cores. E todos viviam bem.

Mas agora não é mais assim.

Ministérios, movimentos, ONGs, leis, manifestações, etc. Tudo criado pelos negros, insistem em nos dizer que não podemos mais viver juntos, nem em harmonia e nem com igualdade.

Os negros insistem que eles são mais iguais que o resto de nós, brasileiros mais claros, e que eles merecem todo tipo de proteção do estado, às custas do dinheiro público. Isso é errado.

Quando eu entro na escola é para estudar. E se o professor me manda estudar é para que eu aprenda, e não para me humilhar porque sou dessa ou daquela cor.

Se meu patrão me manda trabalhar mais, não é para me oprimir porque sou dessa ou daquela cor, mas porque ele me paga um salário para eu trabalhar e produzir, e não para gostar de mim.

Resumindo isso tudo, parece que meus irmãos de raça estão com vergonha da sua cor e com muita, mas muita raiva daqueles que eles, preconceituosamente, chamam de brancos.

A partir de agora será muito justo que os ditos 'brancos', também comecem movimentos e organizações em defesa do seu espaço, das suas vagas nas escolas, faculdades e serviço público? E aí? Qual será o fim disso? Luta racial?

Temos todos nós, brasileiros, que nos unir independente de cor, de raça e de religião. Somos um povo só. Um SER só. Somos seres humanos. Não temos cor.

Deveriam os negros se desarmar e parar com essa atitude infantil e descabida de se ofender com tudo. De achar que todos estão contra eles. Que o empresário não contratou por causa da cor, que o professor brigou por causa da cor, que o médico não atendeu por causa da cor, que a menina não olhou por causa da cor....caramba. Parem com isso! Ninguém tá nem aí para sua cor.

Poderão os brancos se ofender se forem chamados de brancos???

Temos, todos nós, os nossos valores e a nossa dignidade.

Minha dignidade negra me impede de aceitar qualquer tipo de cota, e quem a exige está apenas afirmando e reafirmando a sua convicção de que é inferior e incapaz de se superar. Eu, negro, não aceito ser diminuído pela instituição de cotas. Sou capaz de lutar e conquistar qualquer espaço pelo meu próprio esforço.

Minha dignidade negra me impede de aceitar que exista uma 'dominação branca'. A simples menção a isso revela um racismo sem igual.

Minha dignidade negra me impede de aceitar a tutela do Estado.

E todo negro decente deveria pensar assim também.

Conquistar os espaços que os negros reclamam a base de canetadas e decretos é absurdamente humilhante.

Eu, descendente de escravos, dignamente dispenso, obrigado.

GermanoCWB
Meados de 2008

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

O Cacique sabe o que diz.


 Ao que tudo indica esse Cacique nunca existiu, e muito menos a tal reunião de Líderes Mundiais citada nesse texto.

Mesmo assim vale a pena ser lido por ser uma dissertação espetacular e esclarecedora sobre a invasão e espoliação levadas a afeito pelos europeus, após o 'descobrimento' das Américas.

GermanoCWB

Deve ser lido com atenção.


Os conceitos econômicos emitidos são irrefutáveis.
Um discurso feito por Guaicaípuro Cuatemoc embasbacou os principais chefes de Estado da Comunidade Européia.
A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico,cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc, cacique de uma nação indígena da América Central.


Eis o discurso:


Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a "descobriram" só há 500 anos.


O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram.


O irmão financista europeu me pede o pagamento - ao meu país -, com juros, de uma dívida contraída por Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse.


Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento.




Eu também posso reclamar pagamento e juros.
Consta no "Arquivo da Cia. das Índias Ocidentais" que, somente entre os anos 1503 e 1660, chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e
16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Teria sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao sétimo mandamento!


Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão.


Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos tirados das Américas.


Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa.


O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos.


Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva: Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano "MARSHALL MONTEZUMA", para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, e de outras conquistas da civilização.


Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, podemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional, responsável ou pelo menos produtivo
desses fundos?



Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros reichs e várias formas de extermínio mútuo.


No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo.


Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar e nos obriga a reclamar-lhes, para seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar.


Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sanguinárias taxas de 20% e até 30% de juros ao ano que os irmãos europeus cobram dos povos do Terceiro Mundo.


Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça.


Sobre esta base e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas à potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total será necessário expandir o planeta Terra.


Muito peso em ouro e prata... quanto pesariam se calculados em sangue?


Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.


Tais questões metafísicas, desde já, não inquietam a nós, índios da América. Porém, exigimos assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação de dívida histórica...


"Quando terminou seu discurso diante dos chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Guatemoc não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.


Agora resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais.


Os europeus teriam que pagar por toda a espoliação que aplicaram aos povos que aqui habitavam, com juros civilizados.


Publicado no Jornal do Comércio

sexta-feira, 8 de dezembro de 2006

Piada do índio e a previsão do tempo


  Com a aproximação do inverno, os índios foram ao cacique perguntar:


 -  Chefe, o inverno este ano será rigoroso ou ameno?


O chefe, vivendo  tempos modernos, não tinha aprendido como seus ancestrais os segredos da  meteorologia. Mas claro, não podia demonstrar insegurança ou dúvida.


Por algum tempo olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:


- Teremos um inverno muito forte... é bom ir colhendo muita lenha!


Na semana seguinte, preocupado com o chute, foi ao telefone e ligou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim, o inverno deste ano será muito frio!


 Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se a seu povo novamente:


- É melhor recolhermos muita lenha... Teremos um inverno rigoroso!


Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:


- Sim... Este ano o inverno será rigoroso!


Voltou ao povo e disse:


- Teremos um inverno muito rigoroso. Recolham todo pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar até os gravetos.


Uma  semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:


 - Vocês têm certeza de que teremos um inverno tão rigoroso assim?


- Sim, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito intenso.


- Como vocês têm tanta certeza assim?


- É que este ano os índios estão recolhendo muita lenha...

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