Quero Meu Voto Impresso, Além do Eletrônico
Conheça e participe desse grupo no Facebook para que seu voto não seja roubado com a manipulação das urnas eletrônicas.
Campanha do Armamento
Apóie a Campanha do Armamento: Temos o direito e o dever de proteger nossa família e nosso patrimônio. O Estado não nos protege. Temos o direito de portar armas.
Escola Sem Partido - Educação Sem Doutrinação
Conheça a organização ESCOLA SEM PARTIDO - EDUCAÇÃO SEM DOUTRINAÇÃO, para evitar que seu filho seja transformado em um comunista / ativista, doutrinado por professores inescrupulosos.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
A higiêne na idade média e nossos costumes
- Na Idade Média, não existiam escovas de dente, perfumes, desodorizantes, muito menos papel higiénico. As excrescências humanas eram despejadas pelas janelas do palácio.
Escola Sem Partido - Virando o jogo
Conheça e divulgue o ‘Escola Sem Partido’
Não deixe seu filho ser doutrinado politicamente nas escolas.
Essa não é a função dos professores e nem da escola.
Você é responsável pelo que fazem com o seu filho fora de casa!
Não se omita!
Abraços
Germano
VIRANDO O JOGO
O EscolasemPartido.org está fazendo quatro anos. Nesse meio tempo, embora tenhamos obtido algumas vitórias, ficou claro que nossos adversários são infinitamente mais poderosos que nós. E o que é mais grave: enquanto eles estão agindo no mundo real – nas salas de aula, nos auditórios, nos governos, nas editoras, etc. –, nós estamos apenas esperneando na internet.
Meditando numa forma de superar essa desvantagem numérica e estratégica, ocorreu-nos a idéia de levar uma amostra significativa dos fatos cujas provas temos acumulado no ESP ao conhecimento do Ministério Público e pedir o ajuizamento de uma ação civil pública para obrigar as escolas públicas e particulares, do ensino fundamental e médio, e os cursinhos pré-vestibulares a afixar, em locais onde possam ser lidos por estudantes e professores, cartazes com a relação de deveres do professor elaborada pelo ESP, a fim de que os alunos, devidamente informados do direito que têm de não ser doutrinados por seus mestres, possam exercer eles próprios a defesa desse direito.
Essa representação, redigida e encabeçada pelo coordenador do ESP, o advogado Miguel Nagib, acaba de ser apresentada ao Ministério Público do Distrito Federal por um grupo de pais, estudantes e ex-estudantes de Brasília.
A iniciativa, contudo, não precisa e não deve ficar circunscrita ao Distrito Federal. Como se sabe, a instrumentalização do conhecimento para fins político-ideológicos é um problema que afeta praticamente todas as escolas brasileiras. Sendo assim, a mesma representação pode ser apresentada aos órgãos do Ministério Público de todas as cidades brasileiras.
Qualquer pessoa pode levar ao conhecimento do Ministério Público fatos que demonstrem a ocorrência de lesão a direitos coletivos ou difusos, e pedir ou sugerir a adoção das providências que julgar apropriadas. Não há ônus algum; o direito de petição aos Poderes Públicos é garantido pela Constituição Federal (art. 5º, XXXIV, ‘a’).
Se exercermos esse direito constitucional – como já fizemos em Brasília –, poderemos deflagrar um movimento de grande envergadura, levando a órgãos do Ministério Público de centenas de cidades brasileiras uma denúncia formal e fundamentada contra a prática da doutrinação ideológica nas escolas e pedindo providências concretas para combatê-la.
Com essa finalidade, oEscolasemPartido.org colocou à disposição dos interessados uma cópia da representação e do arquivo de provas que a instrui. Para baixá-los, clique AQUI. É só preencher, imprimir, assinar e dar entrada no órgão do Ministério Público de sua cidade.
Se tiver alguma dúvida,escreva-nos.
Não deixe de fazer o que é certo, acreditando que outra pessoa o fará; se todos agirem assim, o certo acabará não sendo feito por ninguém.
– Visite e divulgue o www.escolasempartido.org
Pegadinha - Espelho mágico no banheiro
No lugar do espelho tem só um vidro comum, mas do outro lado há uma cópia exata do banheiro.
Duas atrizes gêmeas completam a pegadinha.
My Sweet Lord - George Harrison
Segue uma espetacular apresentação da música My Sweet Lord de George Harrison, durante o show chamado ‘Concert for George‘.
A música é interpretada por Billy Preston (aquele que acompanha os Beatles ao piano durante a gravação do disco/filme Let it Be), e que aqui também toca o piano.
Nas guitarras estão Eric Clapton e o filho do George, Dhani Harrison, de camisão branco, e que parece a reencarnação do pai, de tão parecido.
Nas guitarras estão Eric Clapton e o filho do George, Dhani Harrison, de camisão branco, e que parece a reencarnação do pai, de tão parecido.
Na bateria está Ringo Starr e, no piano, Paul McCartney.
Em outra parte do show apresenta-se Anoushka Shankar, filha de Ravi Shankar, mentor espiritual de George, e que também acompanhou os Beatles em algumas músicas de sua fase dita psicodélica.
Esse show aconteceu no Royal Albert Hall, Londres, em 29 de Novembro de 2002, um ano após a morte de George.
Eu apresento abaixo uma tradução livre e resumida das informações que encontrei no site oficial do evento ‘Concert for George‘.
Em 29 de Novembro de 2002, um ano após George nos deixar, seus amigos mais próximos se reuniram para celebrar sua vida da única forma que conhecem – tocando sua música. Este fantástico e histórico evento foi capturado em filme e terá uma apresentação limitada, começando em 24 de Setembro.
A primeira parte do show permite um contato com o lado espiritual de George com a apresentação de Anoushka Shankar com uma orquestra de músicos indianos, interpretando uma música de seu pai e mentor espiritual de George, Ravi Shankar. A peça se chama Arpan, e nela Ravi expressa aspectos dos anseios espirituais de George. Em Artan, Eric Clapton toca um solo acústico.
A segunda metade dá ao público uma rara oportunidade de ver a turma do Monty Python apresentando algumas das piadas preferidas de George, incluindo a participação de convidados- surpresa, entre eles Tom Hanks. Essa parte é para homenagear o conhecido bom humor de George.
Nessa noite Eric e os amigos convidados apresentam a performance de suas vidas, cantando as músicas de George. Todos os músicos com quem George trabalhou ao longo dos anos, desde os Beatles até os Traveling Wilburys, dedicaram seu tempo para aprender as músicas e tocá-las como um tributo ao seu querido amigo.
Eric Clapton lidera a banda com Jeff Lynne, cantando I Want To Tell You, Inner Light e Give Me Love. Jools Holland e Sam Brown trazem Horse To The Water, em sua primeira apresentação ao vivo. Tom Petty and the Heartbreakers vem com uma versão particular de Taxman e de I Need You, além de uma música dos Wilburys, Handle With Care.
Ringo Starr emociona a todos pelas lágrimas nos olhos durante a apresentação de Photograph, uma música que ele escreveu junto com George, e que parecia mostrar como cada um se sentia.
Paul McCartney recém-chegado de sua turnê mundial, regalou a todos com um pouco de Ukulelê – um dos instrumentos preferidos de George – e juntou-se a Eric para While My Guitar Gently Weeps e For You Blue.
Billy Preston cantou My Sweet Lord e, então, a banda entrou tocando uma versão pesada de Wah-Wah.
Joe Brown fechou a noite com um velho sucesso: I’ll See You In My Dreams, um apaixonado e apropriado sentimento.
Foi um grande show para um dos mais amados homens de sua geração.
Nós nos lembraremos sempre de George e de sua noite e, e temos a esperança de vê-lo em nossos sonhos.
Uma apresentação limitada começará com premiéres em Los Angeles, Nova Iorque, Londres e Tóquio, seguindo-se a realização de dois DVDs (o concerto completo e a versão teatral com extras), até Novembro de 2003. O filme será dirigido por David Leland e produzido por Ray Cooper, Olivia Harrison e Jon Kamen.
Todas as receitas auferidas com o show, com a versão teatral e com os DVDs, reverterão para a Fundação de Caridade Mundo Material (The Material World Charitable Foundation), fundada por George em 1973.
Agora assista o vídeo e se quiser saber o nome de todos os participantes, visite o site oficial: Concert for George.
GermanoCWB
GermanoCWB
Música Volare - Gipsy Kings
Você gosta de música italiana?
Gosta de ‘Volare’?
Gostaria de aprender a cantá-la?
Então basta seguir esse método simples apresentado no vídeo abaixo, em uma versão do Gipsy Kings.
Divirta-se.
GermanoCWB
GermanoCWB
Antiamericanismo - Doença infantil
Copiado descaradamente do blog do Rodrigo Constantino, economista e escritor, em setembro de 2007.
Leia este e outros artigos do Rodrigo Constantino em:http://rodrigoconstantino.blogspot.com
“Gente idiota existe no mundo todo, em especial no Brasil, onde ainda se idolatra o marxismo, por exemplo. Mas seria bom se os brasileiros conseguissem superar essa doença infantil que é o antiamericanismo, já beirando níveis patológicos por aqui. Afinal, a inveja é uma droga!”
Rodrigo Constantino
“O objetivo do terceiro-mundismo é acusar e, se possível, destruir as sociedades desenvolvidas, não desenvolver as atrasadas.” (Jean-François Revel)
Está estampado na capa do jornal O Globo este sábado a foto de um dos 18 gerentes de imprensa do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, Kevin Neuendorf, ao lado de uma mensagem que escreveu no quadro onde se lê “Welcome to the Congo!”. Depois, ao lado de um higienizador de ambientes, ele tentou se explicar, alegando que estava se referindo ao calor carioca. Não tardou a aparecer gente atacando os americanos, em geral, por preconceito. O sentimento de inferioridade nacional é tão grande, e o antiamericanismo tão irracional, que qualquer coisa é pretexto para condenar o “império” do norte.
Existem dois absurdos muito evidentes nessa postura de muitos brasileiros, que usam esse episódio para falar de “preconceito dos americanos”. Em primeiro lugar, fica claro o coletivismo tosco dessa gente, que usa o caso isolado de um sujeito para extrapolar para toda a nação a culpa. Ora, se um brasileiro qualquer falar algo sobre os Estados Unidos, isso jamais será sinônimo do que os brasileiros em geral pensam. Somente cupins, acostumados a “pensar” como uma colônia de insetos gregários, apelariam para tal generalização absurda. Em segundo lugar, esses brasileiros ignoram, ao acusar de preconceito esta comparação feita com o Congo, que estão sendo, eles mesmos, preconceituosos com os congoleses! Quer dizer que é humilhante comparar o Brasil ao Congo? Por quê? Por que seria xingamento isso? Os congoleses não podem se sentir ofendidos por serem comparados com o Brasil? Se o critério é o desenvolvimento, então seria ofensivo alguém chegar aos Estados Unidos e escrever “Welcome to Brazil”, certo? É triste ser para os Estados Unidos o que o Congo é para o Brasil…
Na verdade, como carioca, posso falar que outro dia mesmo estava comentando o calor do nosso “inverno”. Não, não sou daqueles que logo conclui que o aquecimento global é para valer, por culpa dos homens, e que o mundo vai acabar em breve se nada for feito. Esse alarmismo malthusiano, cheio de interesses obscuros por trás, não me convence, por vários motivos que não são tema desse artigo. Mas o fato é que nosso inverno é quente mesmo. Quando eu visitei Moscou na primavera, cheguei debaixo de neve, num frio insuportável. Se eu tivesse dito que aquilo parecia o Pólo Norte, seria acusado de preconceito? E se fosse preconceito, seria com Moscou ou com o Pólo Norte?
O presidente Lula, recentemente, fez um apelo para que os brasileiros não falassem mal do Brasil lá fora, e ainda afirmou que os suíços não faziam isso. Em primeiro lugar, é mentira. Muitos suíços criticam sua nação. Criticar é fundamental para quem deseja melhorar. Em segundo lugar, vamos combinar que há muito menos o que ser criticado na Suíça em relação ao Brasil. O presidente parece ser daqueles que acham que, se o fato for ignorado, o fato desaparece. Se um filho tem problemas com drogas, por exemplo, basta não comentar isso, fingir que está tudo normal, e tudo ficará normal. É a primazia da mente acima da primazia da realidade. Algo como as mensagens bobas de livros da auto-ajuda, onde basta repetir em frente ao espelho que somos perfeitos e assim seremos. Uma obesa pode repetir quantas vezes quiser que é linda e magra, mas se não fechar a boca e fizer exercícios, continuará obesa. Como seria fácil se a realidade pudesse ser transformada apenas com o desejo da mente!
No programa Manhattan Conection de algumas semanas atrás, Diogo Mainardi teve uma tirada muito espirituosa, quando Lucas Mendes lhe perguntou se o Brasil seria uma Suíça perto do Cazaquistão. Ele disse que o Brasil seria um Cazaquistão perto da Suíça! Encarar os fatos da realidade faz bem. Não é por acaso que os Estados Unidos são o que são. Lá a crítica é freqüente, ácida e muitas vezes até mentirosa, como nos “documentários” do aclamado Michael Moore, ídolo dos invejosos tupiniquins. Os Estados Unidos, com imprensa livre, estão sempre sob constante ataque dos próprios americanos, e isso força uma melhoria através da pressão popular. O já citado Michael Moore, que usa e abusa de manipulações em seus filmes, gosta muito de criticar os Estados Unidos e falar bem até mesmo de Cuba. Mas o fato é que ele pode fazer isso à vontade nos Estados Unidos, enquanto se fosse o contrário, já teria sido fuzilado no paredón cubano faz tempo. Fidel não gosta muito de ser criticado.
Os brasileiros que sofrem da doença infantil do antiamericanismo são tão caras-de-pau que costumam comparar nossa minúscula elite com todo o povo americano. Esquecem que a classe média americana é gigantesca, e a palavra medíocre vem de média. Sim, é verdade que o americano médio nem mesmo sabe a capital do Brasil. Mas, cáspita! Por acaso o brasileiro médio sabe a capital da Índia ou da China?! Até mesmo a capital dos Estados Unidos, país mais rico e importante do mundo, é desconhecida pela maior parte dos brasileiros. Por que então o americano médio deveria saber a capital de um país pouco relevante no comércio internacional como o Brasil? Que tal compararmos as taxas de analfabetismo, incluindo o funcional, tão comum por aqui, entre o povo americano e o povo brasileiro, em geral? Isso os antiamericanos não fazem…
Por fim, acusar os americanos de xenofobia e preconceito contra estrangeiros parece um tanto esquisito quando lembramos que lá residem pacificamente milhões de brasileiros, mexicanos, cubanos, porto-riquenhos, chineses, indianos, judeus, irlandeses etc. Os Estados Unidos foram criados na base da imigração. Nos últimos anos, receberam milhões de imigrantes novos, tendo que gerar postos de emprego para essa massa de gente que foge de seus países de origem em busca de melhores oportunidades. Ainda assim, está com uma taxa de desemprego de apenas 4,5% e economia crescendo mais que a nossa, mesmo partindo de uma base muito maior. Creio que isso é que deve incomodar mesmo essa turma antiamericana, que vive sonhando com o dia em que o “império” será destruído. Keep dreaming…
O ato do americano Kevin Neuendorf pode ser encarado como um ato infeliz, sem dúvida. Gente idiota existe no mundo todo, em especial no Brasil, onde ainda se idolatra o marxismo, por exemplo. Mas seria bom se os brasileiros conseguissem superar essa doença infantil que é o antiamericanismo, já beirando níveis patológicos por aqui. Afinal, a inveja é uma droga!
Leia este e outros artigos do Rodrigo Constantino em:http://rodrigoconstantino.blogspot.com
“Gente idiota existe no mundo todo, em especial no Brasil, onde ainda se idolatra o marxismo, por exemplo. Mas seria bom se os brasileiros conseguissem superar essa doença infantil que é o antiamericanismo, já beirando níveis patológicos por aqui. Afinal, a inveja é uma droga!”
Rodrigo Constantino
“O objetivo do terceiro-mundismo é acusar e, se possível, destruir as sociedades desenvolvidas, não desenvolver as atrasadas.” (Jean-François Revel)
Está estampado na capa do jornal O Globo este sábado a foto de um dos 18 gerentes de imprensa do Comitê Olímpico dos Estados Unidos, Kevin Neuendorf, ao lado de uma mensagem que escreveu no quadro onde se lê “Welcome to the Congo!”. Depois, ao lado de um higienizador de ambientes, ele tentou se explicar, alegando que estava se referindo ao calor carioca. Não tardou a aparecer gente atacando os americanos, em geral, por preconceito. O sentimento de inferioridade nacional é tão grande, e o antiamericanismo tão irracional, que qualquer coisa é pretexto para condenar o “império” do norte.
Existem dois absurdos muito evidentes nessa postura de muitos brasileiros, que usam esse episódio para falar de “preconceito dos americanos”. Em primeiro lugar, fica claro o coletivismo tosco dessa gente, que usa o caso isolado de um sujeito para extrapolar para toda a nação a culpa. Ora, se um brasileiro qualquer falar algo sobre os Estados Unidos, isso jamais será sinônimo do que os brasileiros em geral pensam. Somente cupins, acostumados a “pensar” como uma colônia de insetos gregários, apelariam para tal generalização absurda. Em segundo lugar, esses brasileiros ignoram, ao acusar de preconceito esta comparação feita com o Congo, que estão sendo, eles mesmos, preconceituosos com os congoleses! Quer dizer que é humilhante comparar o Brasil ao Congo? Por quê? Por que seria xingamento isso? Os congoleses não podem se sentir ofendidos por serem comparados com o Brasil? Se o critério é o desenvolvimento, então seria ofensivo alguém chegar aos Estados Unidos e escrever “Welcome to Brazil”, certo? É triste ser para os Estados Unidos o que o Congo é para o Brasil…
Na verdade, como carioca, posso falar que outro dia mesmo estava comentando o calor do nosso “inverno”. Não, não sou daqueles que logo conclui que o aquecimento global é para valer, por culpa dos homens, e que o mundo vai acabar em breve se nada for feito. Esse alarmismo malthusiano, cheio de interesses obscuros por trás, não me convence, por vários motivos que não são tema desse artigo. Mas o fato é que nosso inverno é quente mesmo. Quando eu visitei Moscou na primavera, cheguei debaixo de neve, num frio insuportável. Se eu tivesse dito que aquilo parecia o Pólo Norte, seria acusado de preconceito? E se fosse preconceito, seria com Moscou ou com o Pólo Norte?
O presidente Lula, recentemente, fez um apelo para que os brasileiros não falassem mal do Brasil lá fora, e ainda afirmou que os suíços não faziam isso. Em primeiro lugar, é mentira. Muitos suíços criticam sua nação. Criticar é fundamental para quem deseja melhorar. Em segundo lugar, vamos combinar que há muito menos o que ser criticado na Suíça em relação ao Brasil. O presidente parece ser daqueles que acham que, se o fato for ignorado, o fato desaparece. Se um filho tem problemas com drogas, por exemplo, basta não comentar isso, fingir que está tudo normal, e tudo ficará normal. É a primazia da mente acima da primazia da realidade. Algo como as mensagens bobas de livros da auto-ajuda, onde basta repetir em frente ao espelho que somos perfeitos e assim seremos. Uma obesa pode repetir quantas vezes quiser que é linda e magra, mas se não fechar a boca e fizer exercícios, continuará obesa. Como seria fácil se a realidade pudesse ser transformada apenas com o desejo da mente!
No programa Manhattan Conection de algumas semanas atrás, Diogo Mainardi teve uma tirada muito espirituosa, quando Lucas Mendes lhe perguntou se o Brasil seria uma Suíça perto do Cazaquistão. Ele disse que o Brasil seria um Cazaquistão perto da Suíça! Encarar os fatos da realidade faz bem. Não é por acaso que os Estados Unidos são o que são. Lá a crítica é freqüente, ácida e muitas vezes até mentirosa, como nos “documentários” do aclamado Michael Moore, ídolo dos invejosos tupiniquins. Os Estados Unidos, com imprensa livre, estão sempre sob constante ataque dos próprios americanos, e isso força uma melhoria através da pressão popular. O já citado Michael Moore, que usa e abusa de manipulações em seus filmes, gosta muito de criticar os Estados Unidos e falar bem até mesmo de Cuba. Mas o fato é que ele pode fazer isso à vontade nos Estados Unidos, enquanto se fosse o contrário, já teria sido fuzilado no paredón cubano faz tempo. Fidel não gosta muito de ser criticado.
Os brasileiros que sofrem da doença infantil do antiamericanismo são tão caras-de-pau que costumam comparar nossa minúscula elite com todo o povo americano. Esquecem que a classe média americana é gigantesca, e a palavra medíocre vem de média. Sim, é verdade que o americano médio nem mesmo sabe a capital do Brasil. Mas, cáspita! Por acaso o brasileiro médio sabe a capital da Índia ou da China?! Até mesmo a capital dos Estados Unidos, país mais rico e importante do mundo, é desconhecida pela maior parte dos brasileiros. Por que então o americano médio deveria saber a capital de um país pouco relevante no comércio internacional como o Brasil? Que tal compararmos as taxas de analfabetismo, incluindo o funcional, tão comum por aqui, entre o povo americano e o povo brasileiro, em geral? Isso os antiamericanos não fazem…
Por fim, acusar os americanos de xenofobia e preconceito contra estrangeiros parece um tanto esquisito quando lembramos que lá residem pacificamente milhões de brasileiros, mexicanos, cubanos, porto-riquenhos, chineses, indianos, judeus, irlandeses etc. Os Estados Unidos foram criados na base da imigração. Nos últimos anos, receberam milhões de imigrantes novos, tendo que gerar postos de emprego para essa massa de gente que foge de seus países de origem em busca de melhores oportunidades. Ainda assim, está com uma taxa de desemprego de apenas 4,5% e economia crescendo mais que a nossa, mesmo partindo de uma base muito maior. Creio que isso é que deve incomodar mesmo essa turma antiamericana, que vive sonhando com o dia em que o “império” será destruído. Keep dreaming…
O ato do americano Kevin Neuendorf pode ser encarado como um ato infeliz, sem dúvida. Gente idiota existe no mundo todo, em especial no Brasil, onde ainda se idolatra o marxismo, por exemplo. Mas seria bom se os brasileiros conseguissem superar essa doença infantil que é o antiamericanismo, já beirando níveis patológicos por aqui. Afinal, a inveja é uma droga!
Dicas para a hora do sexo - Glorinha Kalil
| Dicas da Glorinha Kalil Etiqueta na Hora do Sexo (NÃO RIA, O NEGÓCIO É SÉRIO!!)
Para as Mulheres:
© Nunca, em hipótese nenhuma, use calcinha furada. © No dia em que você sair com aquela calcinha mais fuleira, pode ter certeza que vai ser o dia que você vai tirar o pé-da-lama! © Não faça performances que você não sabe. Tentar coisas novas é bom, mas transar em cima do lustre não fica legal. © Depile-se. Se vira… Ande com gilete na bolsa… Fique a melhor amiga da depiladora… e mantenha as partes em ordem. © Não fale : ‘- Tira a mão daí!!’ Se você está na chuva, se molhe. © Homem não gosta de transar de luz apagada. © O cara quer virar e dormir? Qual o problema? Vire e durma primeiro que você vai ver só a repercussão que isso causa na mente alheia. © Cuidado. Gemer é uma coisa. Mugir, latir é outra. Para os Homens: © Se já inventaram o gel lubrificante , use-o. Nada de tentar comer a bundinha da sua namorada à seco ou com os derivados do leite… Como por exemplo: requeijão, yogurt, sorvete, Leite de Aveia Davene, ou qualquer outra coisa. Tem KY pra vender na farmácia do lado da tua casa. © Porque os homens sempre coçam o saco? Parem de coçar e lavem ele. Saco fedido é o ‘ó’. © Não transe de relógio. Não é nada legal tomar uma relojada na cabeça. © Os psicólogos sempre dizem que nós somos aquilo que nós acreditamos ser. Se você tem um pinto pequeno… Você pode achar que ele é grande… Se você acredita nisso, problema é seu. Não tente me convencer disso, porque é inútil. © Uma palmadinha é sempre bom. Porém, tenha noção das paradas. Um tapinha é diferente de uma pancadaria. © Acúmulo de ar na perereca é normal. Sem critério é dizer: ‘Amor, sua pepeca está peidando!’. © Tome cuidado com o que vai falar e a hora que isso é dito. Um clima de amor, remember …. Eu te amo pra lá… Eu te amo pra cá… E de repente, do nada: ‘Chupa meu pau!’ Isso não é legal. © Peidou? Ria… Porque vai feder de qualquer jeito! |
O português e o prego da cruz
Um português abre uma filial de sua loja de pregos em Roma.
Como propaganda fez um out-door com a figura de Cristo pregado à cruz e embaixo estava escrito:
“PREGOS GARCIA – 2000 ANOS DE GARANTIA.”
Foi aquele rebuliço. O Bispo foi pessoalmente conversar com o português e explicar que não podia fazer aquilo.
Então o português resolveu fazer um novo out-door.
Colocou Cristo com uma das mãos pregadas na cruz e a outra dando tchau.
Embaixo estava escrito:
“ADIVINHE EM QUAL MÃO FOI USADO O PREGO GARCIA…”
Meu Deus do Céu !!! Até o Papa foi conversar com o português.
- Assim não dá !! Não pode usar Jesus Cristo como garoto propaganda… Inventa outra coisa !
- Então vou fazer um novo out-door… – pensou o português.
Colocou a foto da cruz vazia e embaixo estava escrito:
“SE O PREGO FOSSE GARCIA, ELE NÃO FUGIRIA…”
Sinto Vergonha de Mim - Cleide Canton - Rolando Boldrin
Caros amigos
Postei este artigo em Out/2007.
E agora ficou muito mais fácil !
Não tem mais desculpa.
O texto é ótimo, mas como poucos gostam de ler eu coloquei o Rolando Boldrin lendo para vocês. É só ouvir e acompanhar o texto.
GermanoCWB
Postei este artigo em Out/2007.
E agora ficou muito mais fácil !
Não tem mais desculpa.
O texto é ótimo, mas como poucos gostam de ler eu coloquei o Rolando Boldrin lendo para vocês. É só ouvir e acompanhar o texto.
O último trecho é parte de um pronunciamento de Rui Barbosa no Senado, em 17 de Dezembro de 1914, mas poderia ter sido escrito hoje. Se estes versos retratam o Brasil do começo do século XX, alguém, em 2007, ainda pode acreditar que o país tem futuro?
AbsGermanoCWB
Parabéns Cleide Canton (www.paginapoeticadecleidecanton.com/sintovergonha.htm)
Jovens do século XXI mostrem sua indignação. Lutem para mudar este quadro com todas as suas forças pois não é uma batalha gloriosa a que vamos travar, é contra a vergonha de ser brasileiro. Nesta o suborno - e não o medo - é que faz desertores. É uma luta onde os guerreiros além da coragem tem que ter princípios.
Lutem pois a recompensa é que, ao final deste século seus descendentes lerão estes versos apenas como belas palavras extraidas de um mar de lama que deixou de existir.
SINTO VERGONHA DE MIM
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte desse povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.
Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o "eu" feliz a qualquer custo,
buscando a tal "felicidade"
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.
Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.
Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...
Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir meu Hino
e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.
Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro! _________________Cleide Canton
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro! _________________Cleide Canton
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"De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem- se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto" __________________Rui Barbosa
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem- se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto" __________________Rui Barbosa
Este último trecho é parte de um pronunciamento de Rui Barbosa no Senado, em 17 de Dezembro de 1914, mas poderia ter sido escrito hoje. Se estes versos retratam o Brasil do começo do século XX, alguém, em 2007, ainda pode acreditar que o país tem futuro?
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O comunismo vem aí
Vem aí o comunismo por Ipojuca Pontes em 02 de julho de 2007
Resumo: O problema do gigantismo estatal não é apenas técnico, mas, sim, de ordem político-ideológico: o excesso de ministérios (37, ao todo), as classificações do funcionalismo, as contratações e designações da militância partidária dentro da administração pública, antes de representar uma triste herança do Estado Patrimonial tão caro ao Brasil, significa o claro avanço na etapa de “transição para o socialismo”.
Um dos primeiros atos de Lenin depois do golpe sobre o governo provisório de Kerenski, na Rússia, em 1917, foi criar o Conselho Pan-Russo de Gestão Operária, cujo objetivo principal era empreender a imediata ocupação dos cargos públicos pelas hostes bolcheviques. Mesmo durante o período do governo social-democrata de Kerenski, Lenin exigiu que o partido infiltrasse nas repartições públicas e ministérios o maior número possível de militantes, todos credenciados a cumprir tarefas de sabotagem, espionagem e administração revolucionárias. Lenin queria, a todo custo, erigir a sua “Ditadura do Proletariado” e acreditava que só ocupando os postos públicos com membros do Partido Bolchevique, ainda que desqualificados, poderia destruir o aparelho do Estado burguês e, em seguida, controlá-lo.
No livro “A tragédia de um povo” (Record, Rio, 1999), o minucioso historiador inglês Orlando Figes narra o episódio dantesco de um bando bolchevique que, em menos de 24 horas após a quase secreta ocupação do Palácio do Inverno por Lênin e aliados, invadiu as dependências do banco oficial e tentou convencer o gerente a entregar-lhes as chaves do cofre. Como o funcionário, perplexo, reagisse à intimidação, um dos militantes bolchevique acercou-se e, pelas costas, deu-lhe um tiro na nuca. A grana do erário público e o controle do aparato do Estado eram fundamentais para a supremacia da Revolução Russa.
No Brasil, sem a menor necessidade de apelar para a violência armada, numa ação estratégica posta em prática desde as primeiras horas do primeiro mandato, o governo de Lula se apoderou dos cargos públicos e, gradativamente, de forma sistemática, tem sabido administrar o aparelhamento da máquina estatal com a “inclusão” em larga escala de militantes do “partido hegemônico”.
Em medida recente, a pretexto de monitorar o Estado e torná-lo mais abrangente, o governo federal criou 626 novos cargos comissionados, entre os quais 83 postos para funcionamento da recém-criada Secretaria de Planejamento de Longo Prazo, ( a SEALOPRA)vinculada à Presidência da República, hoje ocupada pelo professor Mangabeira Unger, o homem que acusou o governo Lula de ser “um dos mais corruptos da história”.
Um dia antes, por meio da Medida Provisória 375, o governo federal tinha anunciado o aumento de até 139,75% nos vencimentos de 21.563 cargos de confiança, alguns com salários na órbita de R$ 10.748,73 – sem contar os adicionais ou vantagens, tais como, por exemplo, diárias de viagens, transporte e apartamentos funcionais. Segundo o Ministério do Planejamento, os gastos com os novos vencimentos chegarão à casa dos R$ 475 milhões, mas cálculos econômicos mais detidos dão conta de que o impacto sobre as despesas do Tesouro, no final, ultrapassará os R$ 600 milhões.
O crescimento vertiginoso dos gastos públicos no governo Lula tomou proporção alarmante. Atingindo a média de 9,5%, nos anos de 1980, as despesas correntes do governo chegaram em 2006 ao incrível patamar do 30,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País, na ordem aproximada dos R$ 2 trilhões – com a certeza de bater novo recorde de despesas em 2007, tal como deixa entrever as recentes contratações, o aumento de vencimentos em cargos comissionados e a contratação de terceirizados. (Sobre terceirizados, uma autêntica caixa preta, sabe-se que eles são estimados hoje em mais de 2 milhões de contratados).
Atenta à ampliação dos gastos, a burocracia econômica do governo, por sua vez, já planeja encaminhar ao Congresso a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2008 prevendo, com o aumento da inflação, a elevação da carga tributária acima dos 40% do Produto Interno Bruto-PIB – uma violência sem precedentes a atingir o bolso do contribuinte. (À margem o fato de que a carga tributária poderá chegar aos 50% caso o fisco resolva multar o contribuinte por inadimplência).
Neste quadro crítico, graças aos escorchantes impostos cobrados sobre renda e salários, contribuições de toda natureza e mais de duas dezenas de encargos incidindo sobre o consumo, o Brasil, em recente pesquisa promovida pela revista “Forbes”, foi incluído na lista dos países “mais infelizes do mundo”. Com efeito, o Gigante Adormecido foi classificado no Índice de Infelicidade por Impostos, entre 100 países considerados civilizados, em 13º lugar – um número duplamente agourento.
Diante da calamitosa situação, uma Frente Parlamentar em Brasília tenta viabilizar Projeto de Lei Complementar, criando um código dos direitos dos contribuintes em âmbito nacional, com o apoio da sociedade e o respaldo de instituições públicas e privadas. As reivindicações da Frente são tímidas e quase inexpressivas diante da fúria arrecadadora do governo federal: elas objetivam impedir que o fisco continue retendo impostos a serem restituídos por mais de 128 dias, ou que faça a cobrança antecipada de tributos, como ocorre no caso do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).
Nada disso representa muita coisa, visto que o problema do gigantismo estatal não é apenas técnico, mas, sim, de ordem político-ideológico: o excesso de ministérios (37, ao todo), as classificações do funcionalismo, as contratações e designações da militância partidária dentro da administração pública, com os respectivos aumentos da carga tributária e o excesso de leis assistencialistas, etc., antes de representar uma triste herança do Estado Patrimonial tão caro ao Brasil, significa o claro avanço na etapa de “transição para o socialismo”, cuja falácia maior se sustenta na utópica promessa da criação de uma “sociedade mais justa e igualitária” – tal como imaginada pelo revolucionário Lenin que, como é sabido, levou a extinta União Soviética ao derramamento de sangue, suor e lágrimas.
Penalti diferente
PENALTI: MUITA GENTE NAO SABE, MAS VALE!
O autor da façanha foi o supercraque holandes Cruyff, que brilhou nos anos 70.
Quando o penalti é cobrado, um segundo jogador só pode tocar na bola, depois que ela der uma volta sobre ela mesma, o que aconteceu no filme anexo. O jogador que correu para a bola veio de trás, logo, não estava em impedimento.
E o jogador que cobrou o penalti chutou a bola para a frente, ficando atrás da linha da bola. Portanto, não estava em impedimento quando recebeu a bola de volta pra fazer o gol.
Quando o penalti é cobrado, um segundo jogador só pode tocar na bola, depois que ela der uma volta sobre ela mesma, o que aconteceu no filme anexo. O jogador que correu para a bola veio de trás, logo, não estava em impedimento.
E o jogador que cobrou o penalti chutou a bola para a frente, ficando atrás da linha da bola. Portanto, não estava em impedimento quando recebeu a bola de volta pra fazer o gol.
Veja o filme.
Escola Sem Partido
Apoie essa iniciativa conhecendo o site ESCOLA SEM PARTIDO em www.escolasempartido.org, para que seu filho não seja transformado em um militante esquerdista.
GermanoCWB
Amigos,
o site do sr.Nagib é um dos poucos espaços - cibernéticos ou não - onde se denuncia um dos mais graves crimes - até agora impunes - há décadas livremente praticado pelo criptocomunismo travestido em professores: a moldagem ideológica de jovens mentes em conformidade com a perversidade comunista.
Para os que sabem que o mote preferido desta canalha ( Os fins justificam os meios; quaisquer meios ) é uma completa alforria dos preceitos morais, éticos e legais, que a priori justifica ações criminais, não há espanto que esta sub-humanidade vermelha faça o o que faz.
Mas junto ao espanto, a indignação para com o desleixo dos pais destas pequenas vítimas: como podem permitir tal ativa corrupção de seus filhos!? E ainda pagam aos comunas para que pervertam suas crianças!!!
Desculpas de que ignoravam não procedem -
NÃO TÊM O DIREITO DE IGNORAR O QUE FAZEM COM SEUS FILHOS!
Aliás, hoje, em nossas atuais condições de pré-golpe totalitário, não têm o direito de ignorar o imenso perigo desta hegemonia do pensamento e pseudo-valores que a comunalha vem semeando em toda a nação.
A óbvia responsabilidade de pais deve levá-los a questionar seus filhos sobre o que ouvem e veêm nas escolas.
Se identificada a presença de corrupção ideológica, há que se cobrar à direção do estabelecimento - dedo em riste e punho fechado, se necessário. Comprovada a aquiescência cúmplice de diretores, tirar a criança da escola imediatamente e buscar com advogados, figuras jurídicas pertinentes para processar o estabelecimento.
Busquem-se outros pais de alunos, unam-se num bloco de coragem opositora. Não abandonem - NUNCA - suas crianças sob o domínio de tais criminais.
A corrupção se inicia com a criminalização do capitalismo e empresários, mas logo alcança a estrutura hieráquica e moral do conceito de família. No devido tempo pais negligentes terão que se haver com a derrisão e o desrespeito de adolescentes que darão ordens dentro de casa, apoiadas se preciso, na força de músculos jovens.
Terapeutas de adolescentes já assistem consternados - e impotentes! - a crescente repetição destas degradantes condições familiares.
Senhores pais, pensem. E mobilizem-se. Nossas instituições já estão, quase completamente, em poder de criptocomunistas. A única esperança de um futuro livre para seus filhos repousa em vocês, em sua união e garra para peitar esta luta.
Verifiquem cuidadosamente a orientação escolar dada a seus filhos.
Alertem outros pais sobre este perigo.
Divulguem este alerta por tantos correspondentes quanto possa.
GermanoCWB
De Reinaldo Azevedo sobre a doutrinação ideológica nas escolas:
"Teremos uma legião de marxistas delirantes dentro em breve? Não. Até onde a escola funcionar e for relevante — e, infelizmente, é o caso de uma minoria —, teremos uma geração de idiotas, de cretinos, treinados para pensar contra as melhores virtudes das sociedades livres. Antes houvesse uma geração de marxistas que pudesse ser racionalmente combatida — por mais atrasado que isso seja. Mas não. Teremos só uma geração de tontos."
Não deixe de visitar: www.escolasempartido.orgAmigos,
o site do sr.Nagib é um dos poucos espaços - cibernéticos ou não - onde se denuncia um dos mais graves crimes - até agora impunes - há décadas livremente praticado pelo criptocomunismo travestido em professores: a moldagem ideológica de jovens mentes em conformidade com a perversidade comunista.
Para os que sabem que o mote preferido desta canalha ( Os fins justificam os meios; quaisquer meios ) é uma completa alforria dos preceitos morais, éticos e legais, que a priori justifica ações criminais, não há espanto que esta sub-humanidade vermelha faça o o que faz.
Mas junto ao espanto, a indignação para com o desleixo dos pais destas pequenas vítimas: como podem permitir tal ativa corrupção de seus filhos!? E ainda pagam aos comunas para que pervertam suas crianças!!!
Desculpas de que ignoravam não procedem -
NÃO TÊM O DIREITO DE IGNORAR O QUE FAZEM COM SEUS FILHOS!
Aliás, hoje, em nossas atuais condições de pré-golpe totalitário, não têm o direito de ignorar o imenso perigo desta hegemonia do pensamento e pseudo-valores que a comunalha vem semeando em toda a nação.
A óbvia responsabilidade de pais deve levá-los a questionar seus filhos sobre o que ouvem e veêm nas escolas.
Se identificada a presença de corrupção ideológica, há que se cobrar à direção do estabelecimento - dedo em riste e punho fechado, se necessário. Comprovada a aquiescência cúmplice de diretores, tirar a criança da escola imediatamente e buscar com advogados, figuras jurídicas pertinentes para processar o estabelecimento.
Busquem-se outros pais de alunos, unam-se num bloco de coragem opositora. Não abandonem - NUNCA - suas crianças sob o domínio de tais criminais.
A corrupção se inicia com a criminalização do capitalismo e empresários, mas logo alcança a estrutura hieráquica e moral do conceito de família. No devido tempo pais negligentes terão que se haver com a derrisão e o desrespeito de adolescentes que darão ordens dentro de casa, apoiadas se preciso, na força de músculos jovens.
Terapeutas de adolescentes já assistem consternados - e impotentes! - a crescente repetição destas degradantes condições familiares.
Senhores pais, pensem. E mobilizem-se. Nossas instituições já estão, quase completamente, em poder de criptocomunistas. A única esperança de um futuro livre para seus filhos repousa em vocês, em sua união e garra para peitar esta luta.
Verifiquem cuidadosamente a orientação escolar dada a seus filhos.
Alertem outros pais sobre este perigo.
Divulguem este alerta por tantos correspondentes quanto possa.
O que é a Páscoa?
- Pai, o que é Páscoa?
- Ora, Páscoa é… bem… é uma festa religiosa!
- Igual ao Natal?
- É parecido. Só que no Natal comemora-se o nascimento de Jesus, e na Páscoa, se não me engano, comemora-se a sua ressurreição.
- Ressurreição?
- É, ressurreição. Marta, vem cá!
- Sim?
- Explica pra esse garoto o que é ressurreição pra eu poder ler o meu jornal.
- Bom, meu filho, ressurreição é tornar a viver após ter morrido. Foi o que aconteceu com Jesus, três dias depois de ter sido crucificado. Ele ressuscitou e subiu aos céus. Entendeu?
- Mais ou menos… Mamãe, Jesus era um coelho?
- O que é isso, menino? Não me fale uma bobagem dessas! Coelho! Jesus Cristo é o Papai do Céu! Nem parece que esse menino foi batizado! Jorge, esse menino não pode crescer desse jeito, sem ir numa missa pelo menos aos domingos. Até parece que não lhe demos uma educação cristã! Já pensou se ele solta uma besteira dessas na escola? Deus me perdoe! Amanhã mesmo vou matricular esse moleque no catecismo!
- Mamãe, mas o Papai do Céu não é Deus?
- É filho, Jesus e Deus são a mesma coisa. Você vai estudar isso no catecismo. É a Trindade. Deus é Pai, Filho e Espírito Santo.
- O Espírito Santo também é Deus?
- É sim.
- E Minas Gerais?
- Sacrilégio!!!
- É por isso que a ilha de Trindade fica perto do Espírito Santo?
- Não é o Estado do Espírito Santo que compõe a Trindade, meu filho, é o Espírito Santo de Deus. É um negócio meio complicado, nem a mamãe entende direito. Mas se você perguntar no catecismo a professora explica tudinho!
- Bom, se Jesus não é um coelho, quem é o coelho da Páscoa?
- Eu sei lá! É uma tradição. É igual a Papai Noel, só que ao invés de presente ele traz ovinhos.
- Coelho bota ovo?
- Chega! Deixa eu ir fazer o almoço que eu ganho mais!
- Papai, não era melhor que fosse galinha da Páscoa?
- Era… era melhor, sim… ou então urubu.
- Papai, Jesus nasceu no dia 25 de dezembro, né? Que dia ele morreu?
- Isso eu sei: na Sexta-feira Santa.
- Que dia e que mês?
- (???) Sabe que eu nunca pensei nisso? Eu só aprendi que ele morreu na Sexta-feira Santa e ressuscitou três dias depois, no Sábado de Aleluia.
- Um dia depois!
- Não, três dias depois.
- Então morreu na Quarta-feira.
- Não, morreu na Sexta-feira Santa… ou terá sido na Quarta-feira de Cinzas? Ah, garoto, vê se não me confunde! Morreu na sexta mesmo e ressuscitou no sábado, três dias depois! Como? Pergunte à sua professora de catecismo!
- Papai, por que amarraram um monte de bonecos de pano lá na rua?
- É que hoje é Sábado de Aleluia e o pessoal vai fazer a malhação do Judas. Judas foi o apóstolo que traiu Jesus.
- O Judas traiu Jesus no sábado?
- Claro que não! Se Jesus morreu na sexta!!!…
- Então por que eles não malham o Judas no dia certo?
- Ui…
- Papai, qual era o sobrenome de Jesus?
- Cristo. Jesus Cristo.
- Só?
- Que eu saiba sim, por quê?
- Não sei não, mas tenho um palpite de que o nome dele era Jesus Cristo Coelho. Só assim esse negócio de coelho da Páscoa faz sentido, não acha?
- Ai, coitada!
- Coitada de quem?
- Da sua professora de catecismo!


GermanoCWB

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