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sábado, 13 de janeiro de 2007

Aquecimento Global - A balela 2

Texto próprio de GermanoCWB



Textos relacionados que devem ser lidos antes de postar qualquer comentário:

- Aquecimento Global - A balela 1.

- Aquecimento Global - A balela 3.

- Aquecimento Global - A balela 4.
 
- Aquecimento Global - A balela 5.

- Aquecimento Global - A balela 6.

- Aquecimento Global - A balela 7.


- Site Mitos Climáticos - Rui G. Moura

- Midia sem Máscara.


Aquecimento Global - A balela 2


A questão é: Está cientificamente comprovado, sem sombra de dúvidas, que é o ser humano o responsável pelo fenômeno do dito aquecimento global?

Não.

A leitura atenta, completa e desarmada, dos dois longos e cansativos textos postados em Aquecimento global - A balela 1 pretende levar-nos a reflexão acerca de fatos cientificamente comprovados e, portanto, livre de paixões e da aceitação cega do ‘politicamente correto’.

Eu também pensava que estávamos matando o planeta e que Curitiba está muito mais quente, mas mudei drasticamente minha forma de pensar a partir do momento que procurei me informar sobre esse assunto que está na ponta da língua de todo mundo com quem converso.

Não sou cientista, mas o nosso planeta Terra é vivo e está sob constante transformação, e alguns fatos concretos e cientificamente comprovados são inegáveis e devem ser considerados para uma análise imparcial, como:

  1. No caso de Curitiba, a partir da década de 70 com a mecanização rural e a implantação da Cidade Industrial houve um boom no crescimento da população, aumentando a urbanização, o asfalto, o número de carros, o concreto dos grandes prédios, que comprometem a circulação da brisa que diminui a sensação térmica. O aumento da poluição também colabora para essa sensação de calor sufocante. Mas trata-se de sensação térmica, já que em 2002 verificou-se alta de menos de 1ºC na última década, em relação à média secular. E agora?


  2. A temperatura global subiu 0,5º C em 150 anos.


  3. A era glacial acabou e todo o gelo derreteu sem a interferência do homem.


  4. Não se avizinha nenhum cataclismo de inundações causadas pelo derretimento do gelo do pólo norte. O gelo é menos denso que a água e ocupa mais espaço. Portanto seu derretimento causará uma diminuição nos níveis dos oceanos, e não o contrário. Isso se aprende na escola. Lógico que as consequências seriam terríveis, mas a possibilidade de acontecer é ínfima.


  5. O terremoto que causou o recente tsunami na Indonésia foi forte o bastante (9 graus na escala) para provocar uma inclinação de 0,6 grau no eixo terrestre.


  6. A explosão do vulcão Krakatoa, com uma força estimada em 22.000 bombas iguais a de Hiroshima, ou 475 megatons de TNT, foi forte o suficiente para causar vibrações no eixo da Terra e lançou mais gases na atmosfera do que todo o nosso parque industrial ao longo da história e até hoje (e isso em 1883, portanto, 10 anos antes do início da Revolução Industrial). Esse evento também causou uma nuvem de poeira tão densa que encobriu o sol, fazendo baixar a temperatura em toda a Terra por dois anos.


  7. Em 1815, o Tambora foi responsável pela queda da temperatura da Terra em 3º C.


  8. E ainda tem o Vesúvio, o Etna, o Pinatubo em 1991, o Nevado Del Ruiz, etc, etc. Na década de 70 ocorreram 21 erupções, na de 80, 36 e entre 90 e 94, 55 erupções. É mais poeira e gases do que poderemos produzir em milênios de atividade industrial.


  9. Sobre o CO2 dos combustíveis fósseis, uma única queimada florestal de grande porte suplanta o que emitimos de gases trabalhando e produzindo. E note-se que após um desastre desses a floresta volta revigorada e cheia de vida, tanto que a tendência mundial é não mais combater os incêndios florestais, mas apenas isolá-lo e deixar queimar. A natureza sabe o que faz.


  10. Há ainda o deslocamento dos pólos magnéticos da Terra, em constante movimento. A partir de 1950 o pólo norte magnético se deslocou mais de 200 milhas, com aumento de mais de 400% de inclinação.


  11. E ainda poderia falar do choque de corpos do espaço, como o meteorito de Tunguska, na Rússia, em 1906. E etc, etc, etc.


  12. E é claro que o lixo que produzimos é um problema, mas boa parte já é reciclado e o intelecto do homem encontrará uma solução adequada. Como sempre!

Agora para finalizar, vamos abrir nossas mentes para vislumbrar outras possibilidades e ver as coisas por vários ângulos, antes de assumir posturas ditadas por uma sociedade cada vez mais tirânica e controladora.

Eu falei sobre terremotos, vulcões, incêndios, forças cósmicas e etc, todos eventos naturais e com poderes quase incomensuráveis e que não abalaram o dito ‘frágil equilíbrio da natureza’. Será possível que o ser humano se acha tão poderoso a ponto de suplantar o poder da natureza?

Que tal pensar a respeito.

Como eu disse não sou cientista mas pesquisei muito para obter essas informações, e uma coisa eu sei: esses são dados concretos. E enquanto não me apresentarem fatos cientificamente comprovados e concretos da minha culpa como ser humano pelos desastres futuros anunciados, continua patente que o que se diz é balela, alarmismo e interesses obscuros.

13/01/2007

Germano




46 comentários:

Irene Maria Sandke disse...

Acho que basta olhar para as nossas praias. Tenho uma amiga que mora em Recife que me contou ONTEM que as praias de lá estão menores. Que várias pessoas já sairam das casas que tinham à beira mar....Será que é somente por causa de noite de lua cheia prolongada?

Sergio Osna disse...

Não subestime a capacidade destrutiva do homem. A natureza levaria milhares de anos para fazer os estragos que levamos poucos decênios para executar.Em poucos séculos deixaremos um planeta condenado aos nossos descendentes se continuarmos nos desculpando pelas agressões cometidas.

Hack disse...

Concordo.
Quem foi que disse que a Terra é um lugar estável e seguro para se viver??

Tem e terá variações constantes de temperatura, aumento dos oceanos, queimadas, meteoros e meteoritos em rota de colisão, tsunamis, terremotos, vulcões, entre outros, com ou sem a interferência do homem.

Creio que alguns jornalistas e alguns cientistas estão tendo como base um pequeno período. Só o tempo que o homem habita a Terra, por exemplo, é muito pequeno para se tirar conclusões.

Irene Maria Sandke disse...

Cada vez que leio que alguém não concorda que o ser humano está destruindo o planeta em que vive, tenho vontade de levar para passear em Cubatão por volta das 5 da tarde, em frente a Cosipa. Prá citar só uma indústria. Ou, nem é preciso ir tão longe: aqui em Araucária, na COCELPA. Deve ser o paraíso para os que continuam achando que está tudo bem. Aliás, voces sabiam que para se produzir um quilo de carne bovina, gasta-se 40.000 litros de água?

Irineu disse...

Bem minha gente, pegando o gancho da minha amiga Irene quanto a Recife PE, eu tenho a impressão que a ação do homem (que se autorizado e com o avanço da ciência) utilizaria os rios para agricultura e pecuária, visto que boa parte dos agricultores e pecuaristas pouco preservam as margens dos rios (na minha opinião 50 metros de cada margem seria de preservação obrigatória), com isto acabam provocando o assoreamento dos rios que desaguam nos oceanos com o sedimento das margens (terra mesmo), idem habitações nas encostas dos morrros que desabam com a chuvarada em época de verão, todo este sedimento também deve seguir para os oceanos, vejam o caso da represa que estourou em Minas Gerais, some estas ocorrências nos séculos e milênios, podemos avaliar também que existem erupções vulcânicas no fundo dos mares e litorais que podem elevar o nível das águas dos oceanos...

germanocwb disse...

Para poder debater claramente e em respeito aos meus amigos que opinaram e comentaram esse controvertido assunto, eu pesquisei longamente e li aproximadamente 70 artigos científicos e noticiosos. Tudo para embasar meu ponto de vista.
Meu objetivo era aprender mais, debatendo com esse padrão.
No entanto, não obtive êxito. Não consegui nem que lessem o que escrevi (aparentemente).
De tudo isso restou a pergunta sem resposta e sem um único argumento concreto: Está cientificamente provado, sem sombra de dúvidas, que é o ser humano o responsável pelo fenômeno do dito aquecimento global?
Acho que não, pois não encontrei absolutamente nada que comprove isso. Na verdade não encontrei nada que comprove cientificamente que existe um aquecimento global. Mas isso não importa.
Então, isso encerra minha participação nesse assunto que não é polêmico pelo seu potencial de gerar debates sadios e incentivar a pesquisa e o conhecimento próprio, mas é polêmico em função das paixões cegas que gera, tendo se tornado quase uma religião e, como tal, impossível de ser debatido com clareza e isenção.
Abs
JG
18.01.07

Eduy Cezar Ferro disse...

Concordo com o João Germano. Eu não comecei a ler sobre o assunto agora, faz uns 12 anos que pesquiso.
Os que acreditam na babaquice de que é o ser humano o responsável pelo aquecimento global deveriam ler o livro do Bjorn Lomborg, O Ambientalista Cético (Ed. Campus).
O cara é um dos fundadores do Greenpeace e descobriu em que fria estava entrando.
Não é possível que num planeta que já aqueceu e esfriou muitas vezes, sem a presença humana, alguém acredite que a imputação desta culpa não tenha outro significado que a obtenção de recursos para o combate ao aquecimento inevitável.
Muitos cintistas que não estão vinculados às ONG's que buscam verbas para um falso combate, dizem a verdade que nossos informadíssimos compatriotas insistem em não ver, cegos pela mídia interessada em, cada vez mais, mantê-los aprisionados a esta espoliação intelectual.
Vejam um artigo que não foi difundido:
http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1348481-EI299,00.html

Além deste, há milhares de textos contextando a babaquice ambientalista e que não chega ao interessadíssimo público brasileiro.

Deveriam ler mais e prestar menos atenção ao que a Globo et caterva, dizem.

Eduy

Eduy Cezar Ferro disse...

No texto anterior escrevi "contextar" ao invés de "contestar" que é o termo correto. O pensamento estava num contexto e por isto o erro involuntário.

Eduy

Irene Maria Sandke disse...

Eu acho que o Bjorn Lomborg está ganhando dinheiro das industrias plásticas para dizer isso.
Esses comentários do Eduy e do Germano me fazem começar a acreditar que quando se derrama petroleo nos rios e mares, os peixes morrem só porque acreditam que a destruição do nosso planeta pelo homem é balela...

Ivan disse...

Amigos, sou graduado em Jornalismo e em Geografia, ambos pela Universidade de São Paulo. Assim, colocando-se no meu humilde "canto" de graduando, tive, ao longo dos dois cursos, feitos entre 1992 e 2004, a oportunidade de ver a evolução do debate sobre o aquecimento global entre professores e pesquisadores especialistas tanto em comportamento da mídia (e suas relações com o poder), como em climatologia e Ciências da Terra em geral.
O que posso concluir, por enquanto, disso tudo, é semelhante ao que Germano vê. Na história geológica do planeta, já houve diversos episódios comprovados tanto de "Terra Bola de Neve", como períodos em que a temperatura média do planeta esteve 7, 8, 9 graus centígrados maior que a de hoje, e isso durante centenas de milhares de anos.
Na "Terra Bola de Neve", mudanças astronômicas variadas levaram a eras glaciais muito mais severas que a última (ca. 18 mil anos atrás), fazendo o gelo polar chegar ao equador, envolvendo todo o globo. Ironicamente, todas elas iniciaram com um "hiper-efeito estufa": primeiro, o gás carbônico elevou a temperatura a níveis inimagináveis e, ao curso de alguns milhares de anos, o próprio bloqueio da luz solar disparou a "hiper-era glacial". Todos os episódios conhecidos de "Bola de Neve" se concentram até os primórdios do Cambriano, ou seja, até cerca de 540 milhões de anos atrás.
Em períodos mais recentes, como no Cretáceo (próximo à extinção dos dinossauros, ou ca. 65 milhões atrás), houve episódios em que as calotas polares eram muito menores do que os piores prognósticos do atual "aquecimento global", e praticamente todos os continentes de então ostentavam clima equatorial, tropical ou subtropical.
A verdade é que toda a atividade humana reunida, acumulada desde antes mesmo da Revolução Industrial, não é suficiente para alterar o clima global na escala em que se alardeia. E verdade maior ainda é que ainda falta muito a se compreender sobre o sistema caótico da atmosfera terrestre, atividade solar, anomalias nos períodos orbitais (não apenas da Terra, como do Sol e dos outros planetas, notadamente Júpiter), além de influências que chegam até mesmo a fatores galácticos (super-novas, colisões de outros aglomerados com a Via Láctea etc.).
Encerrro dizendo que, do ponto de vista da ciência geógrafica, vejo subjacente aos discursos mais alarmistas sobre o aquecimento global uma confusão de escalas: sem dúvida, na escala local, como Cubatão ou uma grande metrópole, a atividade e as edificações humanas provocam mudanças do chamado "microclima". Deve-se fazer algo a respeito, mas relacionar estas mudanças a uma agonia planetária é algo ainda temerário do ponto de vista do rigor científico. Acusar de imediato esse estado de coisas como APENAS favorável ao status quo do poder dos industriais, ou da indústria do petróleo, apenas indica o quanto estamos distantes de uma objetividade científica que indique sem dúvidas o real peso da atividade antrópica no clima global.

Irene Maria Sandke disse...

Sorry, Ivan... Mas, admitir que existe um "micro clima" é aceitar que exista um "macro clima". Este, e isto é incontestável, é a soma de vários micros-clima. O Homem pode não ter controle sobre o sol. Concordo. Mas tem controle SIM no "micro-clima" e é exatamente este que está perto de nós, que nos afeta e nos incomoda. A ciência só descobre alguma coisa, depois de torturar e matar inúmeros bichos para o bem do progresso. Duvido que haja, ainda, tantos espécimes para se sacrificar em prol do descobrimento da causa do aquecimento universal. Não é o que interessa. Interessa mesmo o que está à nossa volta. E mudar isso.

Ivan disse...

Irene, respeito sua opinião, mas o equívoco é justamente achar que o macroclima é simplesmente uma soma de microclimas. Isso já está mais do que comprovado que não é, de forma alguma, o que acontece na prática. Quem tem formação em Ciências da Terra, notadamente em Geografia, aprende já no primeiro ano de graduação que os fenômenos podem ter comportamentos e apresentar resultados de pesquisa bem diferentes, de acordo com a ESCALA na qual o analisamos.
O que, aliás, combina com o que tem se verificado em outras áreas de conhecimento nos quais se aplica a visão sistêmica. No clima, então, nem se fala, pois se trata de um sistema caótico, na acepção matemática do termo. É justamente este o debate (e a perplexidade) que se tem avaliado hoje nas ciências ditas "exatas": o comportamento de um sistema inteiro não é a simples soma das suas partes ou "subsistemas", mas além (ou aquém) disso. Nas ciências humanas, isso já é aceito desde pelo menos o século 19, com Marx e os socialistas de todas as matizes. Na climatologia, é uma percepção que ainda engatinha e só começou a ser levada a sério a partir da década de 1990, com a aplicação dos primeiros modelos utilizando a matemática do caos.
Sem contar todo o condicionamento ideológico na forma como os seguidos relatórios mundiais considerados "sérios" - sempre produzidos nos países ricos - têm abordado a questão do aquecimento global, na sua forma ver a relação entre países ricos e pobres. O que já daria outra longa discussão...

Ulisses disse...

Estamos vivendo em uma era glacial vai derreter muito gelo ainda...,Holanda e Bélgica irão acabar.

Sinto muito, O planeta Terra tem 4,5 bilhões de anos e não vai durar mais que 15 bilhões de anos.

Os dinossauros viveram 65 milhões de anos o homem está aqui +- uns 5 milhões de anos. se tudo der certo podemos chegar perto dos dinossauros.
Mas jamais chegaremos até o final do planeta terra. isto é 10 bilhões de anos.

Se preparem o fim está próximo...

Estou vendendo plano funerários, 15 por cabeça

Irene Maria Sandke disse...

Ivan, o que me interessa DE FATO, é o que acontece em torno do "meu próprio umbigo", digamos assim. Não estou realizando grandes estudos climatológicos nem macroclimáticos.
O que eu sei é se eu passo na calçada de um edifício, todo envidraçado, num dia de verão, o calor que emana das paredes é insuportável. O que eu quero é um lugar agradável para morar. Nada mais do que isso. Se o sol está soltando partículas e labaredas que não tem nada a ver com o nosso microclima é problema do sol e tragédias sempre podem acontecer. Mas, ter o dia à dia piorado, por vaidade e hipocrisia é um problema fácil de se resolver. Concorda?

Murilo disse...

O que você achou dos último relatório do IPCC? Será que 2500 cientistas de 130 países estão errados? Ou será que vc está querendo se enganar com este monte de bobagem que escreveu no seu blog. Alguns links pra vc:

http://www.agencia.fapesp.br/boletim_dentro.php?id=6682
http://noticias.uol.com.br/ultnot/2007/02/02/ult23u291.jhtm
http://g1.globo.com/Noticias/0,,MUL3777-5603,00.html

Você pdeiu um pouco de verdade científica e aí está. Comprovado o que já sabemos há muito tempo. Soluções existem várias, mas são pessoas como você que tendem a se enganar para não fazer a sua parte. Uma sugestão bem amigável: assista "Uma verdade inconveniente", de Al Gore. Ignore a parte política e mire-se nos fatos que o filme apresenta.

Não há como fugir e não é perseguição da imprensa. Estamos há muito tempo acabando com nosso planeta.

Irene Maria Sandke disse...

Excelente pergunta, Murilo...
Será que 2500 cientistas estão errados?
Insisto que nem é preciso ir tão longe! Basta olhar, nem muito atentamente, em nosso entorno. Em São Paulo, qualquer chuva provoca alagamentos estratosféricos e, nem assim tomamos os cuidados devidos. Curitiba está ficando igualmente impermeabilizada, com plantações de árvores, cujas raizes morrem no teto das garagens dos prédios que enfeitam.

Erick disse...

Imagine você morando em um planeta em sua total forma natural, utilizando um meio de subsistência totalmente natural como seria?
Na verdade isto é impossível, pois, o ser humano progrediu muito e hoje tem necessidades muito diferentes, que vai além de necessidades fisiológicas! E isto não vem de graça...
É muito fácil a gente ver televisão, acessar alguns sites, e ficar por dentro de tudo em questão de minutos e achar que sabemos alguma coisa...Afinal, estamos na era da informação ou do saber????
A questão é muito mais profunda...Não vou falar de queimadas, poluição, etc, etc...
A quantidade de lixo que o ser humano é capaz de produzir em um dia não é incrível?
Por que?
Será que a terra em seu curso natural estaria da mesma forma que atualmente está!
Concordo com você sobre a curta existência do homem na terra!
O que me surpreende é que em pouco tempo o homem conseguiu alterar tanto a geografia como o seu modo de vida na terra. A mudança é tão rápida que dá para se notar a diferença de uma geração para outra. (progresso, evolução, tecnologia)
Será que isso não tem nenhuma consequência?
Infelizmente não teremos a capacidade de mensurar o estrago, pois é muito complexo e envolve questões biológicas e químicas, pois pequenas alteração nestes meios causam sérias mudanças na composição do planeta. Mais tudo isto é inerente à inteligência humana, o que precisamos daqui pra frente é de muita consciência, porque o que fizemos já estamos pagando um preço muito alto...

Abraços...

Erick

Irene Maria Sandke disse...

Quarta feira, 07 de Fevereiro de 2007 - 13h55

Mudança climática: Como era verde a minha imagem
Por Stephen Leahy, da IPS

Toronto, 07/02/2007 – Com a dura confirmação de que o aquecimento global está transformando o mundo, haverá uma nova era de lavagem de imagem pró-ambientalista do mundo empresarial, desesperados programas de “geoengenharia” e especulação com créditos de carbono, alertam ativistas. Os piores impactos do aquecimento da Terra incluem aumento das inundações, secas e tempestades. Informe de Avaliação do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC...


Emergentes emitem 52% do gás carbônico
Por Alan Infante, do PNUD

Nações em desenvolvimento já respondem por mais da metade das emissões de dióxido de carbono provenientes da ação humana.

Os países em desenvolvimento já são responsáveis pela maior parte das emissões de dióxido de carbono proveniente da atividade humana, segundo dados do RDH (Relatório de Desenvolvimento Humano) 2006. O estudo — que considera apenas o dióxido de carbono resultante da queima de combustíveis fósseis; das emissões de gases em refinarias e plataformas de petróleo, em indústrias e em aterros sanitários; e da construção civil — mostra que 153 países emergentes responderam por 51,8% do gás carbônico lançado na atmosf...


Copyright © Envolverde, 2007. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por AW4 Tecnologia

Irene Maria Sandke disse...

"Até que a ciência prove" todos somos responsáveis. Conforme a revista Envolverde publicou hoje, a culpa da sujeira no mundo não é só dos países desenvolvidos mas, dos emergentes também.
Vamos sentar e esperar a ciência provar para podermos acreditar...

Erick disse...

É isto mesmo...Além de poluir nossa própria casa, a ponto de torná-la insuportável, achamos que moramos sozinhos nela...

Ulisses disse...

Sempre quando encontro um ECO-CHATO que vem me aborrecer com suas idéias, vou logo dizendo:

Realmente temos que salvar o mundo... e já vou falando para o indivíduo


- Pare de usar seu celular causa aquecimento Global e câncer, agora vamos nos comunicar por gritos e sinais e esses não podem ser de fumaça...
- Não use microondas,
- Não use carros de espécie alguma nem trem, metrô se quiser locomover vá a pé...
- Para de fumar, a fumaça do seu cigarro derrete o gelo do Pólo Sul e Pólo Norte.
- Em sua casa não use telha de amianto, nem faça sua casa de cimento nem de madeira, procure a primeira caverna para morar
- para de ler , pois quantas árvores são cortadas para fazer livros,revistas,etc
- Jamais solte flatulências, pois são metano é horrível para o aquecimento Global

Geralmente o cara me deixa falando sozinho e eu me livro dele

Irene Maria Sandke disse...

Ulisses,
o ECO-CHATO tem toda razão em te deixar falando sozinho...

diogo disse...

Independente do culpado, o mundo está mais quente. Então temos que conter o aquecimento ou fritar nossos filhos e netos. É difícil? Daaaaaaaaa

Ricardo disse...

Oiii foi legal esse comentario
mt important
rssss
tchau

Irene Maria Sandke disse...

Apesar da corrente, que diz que tudo isso é balela, ser muito forte, ninguém me convencerá que não temos nada com isso. E nem que não possamos fazer absolutamente nada, que não seja sentar e esperar a desgraça. Insisto que é muito mais agradável passar um dia quente à sombra de uma árvore, do que em frente à uma fábrica de aço! Por exemplo: na pequena rua sem saída, onde mora meu pai, ninguém tem árvores na calçada, porque dá muito trabalho e faz sujeira. Meu pai plantou tres árvores na frente da casa dele. Adivinhem se, em dia de sol escaldante, tem lugar para estacionar o carro em frente à casa dele? Não. Não tem. E as crianças? Brincam aonde? Debaixo das árvores do meu pai. Mas, claro, muito mais fácil criticar e dizer que não se tem nada com isso, do que efetivamente contribuir para melhorar.

amanda disse...

Não escrevam tanto, pois da pregisa de ler, coloquem mais fotos!

Geraldo disse...

Um artigo recente fala de notícias inconvenientes para o sr. Gore, fazendo um trocadilho com o seu filme "uma verdade inconveniente".

Apesar da "pregisa", ainda mais porque está em inglês, acho que vale a pena ler. O link segue abaixo:

http://www.smh.com.au/articles/2007/03/13/1173722471286.html

Geraldo disse...

Minha visão dessa questão é a seguinte:
-Não é possível negar o problema.

-TALVEZ ele seja resultado da ação humana

-Independente de quem sejam os culpados, devem-se procurar soluções (como já disse o Diogo).

Sou um otimista com relação ao último tópico. A notícia cujo link está abaixo, diz que descobriram-se proteínas que extraem energia a partir da luz solar e bactérias que genes que permitem a organismos retirar energia do carbono do ar. No futuro, talvez a fonte da tão desejada energia barata e limpa seja o carbono atmosférico, que atualmente se transformou no protagonista do pesadelo ecológico.

http://www.theage.com.au/news/world/deep-sea-bacteria-could-be-key-to-clean-energy-production/2007/03/14/1173722558876.html

Igor disse...

OLá pessoal.
Sou biólogo, e tenho muita visão sobre o assunto e por isso não escreverei bobagens como as que estão na parte de cima.
Em 1º lugar, ciência não é uma bola de neve; 2º lugar: como não tem comprovação de que o efeito estufa é o responsável pelo aquecimento, como os 2.500 cientistas dizem, o método científico foi totalmente quebrado, pois não se chega a nenhum resultado parando só em hipóteses. Ler o relatório do IPCC não faz diferença nenhuma, pois não são dados concretos e sim simulados. Para vocês entenderem, vou dar uma explicação plausível.
O tempo, é estado momentâneo da atmosfera e o clima é o estudo do tempo, durante um período de 30 a 35 anos.
Refletindo na explicação, isso quer dizer que só se pode ter certeza no clima passado, nunca no clima futuro. Além do mais a Terra tem 4.7 bilhões de anos, sendo um estudo de 100 anos irrelevante, pois bola de cristal não revela nada.
Para se ter uma idéia do que realmente é ciência vou colocar algumas considerações abaixo e reflitam um pouco.
Existem ciclos climáticos, que variam entre 20, 40 e 100 mil anos. Ciclos estes que podem deixar o planeta mais próximo ou mais distante do sol (deve-se lembrar que a rotação da Terra é eliptica). Além disso, o que se chama de catástrofes ambientais, nada mais são do que fenômenos naturais que ocorrem com uma certa periodicidade. A seca que atingiu o nordeste na década de 70, hoje se sabe que foi o fenômeno El Niño que causou tal. Como dito anteriormente, eras glacias sempre ocorreram e sempre irão ocorrer. O próprio desenho a Era do gelo mostra isso gente! O que acontece é que moramos em áreas urbanas, onde ocorre um fenômeno denominado de ilha de calor, onde a temperatura no centro é mais alta e na periferia é mais baixa. Ambientalistas ou biólogos inexperientes afirmam que se plantarmos mais árvores o aquecimento tende diminuir; porém se sequecem que a mesma árvore não realiza fotossíntese a todo momento e que ela respira, assimilando o O2 e eliminando o CO2. No livro de Roger Lewin, um gráfico demonstra claramente que a tendência do planeta é de resfriamento e não de aquecimento (desde o 1º período da Terra até o pleistoceno), sempre intercalados entre períodos de frio e calor.
Caras pessoas, ainda tem muita coisa para eu postar aqui, porém, com o que está escrito já da para se ter uma noção básica de nós não aceitarmos e engolir certas coisas, só por que 2.500 cientistas fizeram um tarô ou um búzios e lançaram uma hipótese no ar.
Astrônomos afirmam que o eixo da Terra em relação ao Sol está alterado em 0.6º, deixando o planeta mais próximo do Sol e acelerando o aquecimento em certas partes do globo.
Vocês se esquecem também (para aqueles que tiveram aulas de ciências), que o efeito estufa é importante, por causa dos raios solares que são prejudiciais ao homem. Além do mais, o presidente americano se baseia nesta hipótese científica, que não é errada.
O efeito estufa aquece pela manhã e resfria a noite. Muito simples, pois a umidade do ar que fica retida na manhã, está com as moléculas agitadas. A noite, quando elas não estão agitadas, "caem" e amenizam o clima. Um exemplo disso, é São Paulo, que tem a mínima mais baixa do que o Estado do Rio.
BBB, FANTÁSTICO E JN não trazem futuro a ninguém. FALEM com professores especializados no assunto, comprem documentários científicos de alto nível nas bancas. A cabeça do povo está muito centralizada a aceitar tudo que nos passam, sem avaliar a informação que é transpassada.
Vou deixar uma frase de minha própria autoria para finalizar todo o comentário que deixei.
"Nosso planeta não estável, ele muda sempre, a gente querendo ou não; na ciência não existem regras e o nosso ecossistema sempre foi e sempre será um caos, sendo totalmente desequilibrado e a natureza sempre encontrando uma maneira de ficar perto do equilibrio, porém nunca vai alcançá-lo"

Irene Maria Sandke disse...

Igor,
não entendi a parte que voce diz que não adianta plantar uma árvore... Como assim?
Quer dizer que não precisamos de florestas e podemos explorar toda madeira que quisermos que vai continuar tudo bem?
O oxigênio que respiramos não é filtrado pela respiração das árvores? Ora! Tenho que jogar fora tudo que aprendi e começar de novo? Ainda bem que nunca é tarde!
A menina ali que está com "pregisa" está acompanhando o BBB?

Ulisses disse...

Respiramos o oxigênio que vem do mar pela fotossíntese das algas que produzem oxigênio 24 horas por dia.


As árvores produzem oxigênio durante o dia e produzem gás carbônico a noite,

Ulisses disse...

Olá Igor!

Nas malditas escolas que estudei a vida toda, aprendi que O Planeta Terra possui dois movimentos rotação e translação.

Quando saí da escola fui aprender que a terra possuí mais de 17 movimentos e que talvez tenha mais de 40...

A escola não é lugar para aprendermos e sim para sermos bitolados.


Um grande abraço

Irene Maria Sandke disse...

Continuo não entendendo...
Se a tendência é de esfriamento, por que estamos sentindo mais calor? É só sensação térmica? O frio que eu sentia na minha infância também era sensação térmica? O asfalto e o lixo das cidades não são os grandes responsáveis pelas enchentes? Não é porque a chuva não consegue penetrar na terra mas sim, porque a rotação da terra é eliptica? E se o gelo glacial derretendo, vai diminuir a quantidade de água, por que quando eu coloco gelo num copo de água cheio, a água transborda? É só comigo que acontece isso? Acho que estamos, no fundo, falando da mesma coisa... Só que grandes cientistas como voces, estão preocupados com a influência do universo na rotação,translação e nos outros 38 (possíveis) movimentos da terra e eu, pequena e humilde terráquea, com a sujeira que estão fazendo no meu quintal...

Igor disse...

Caro Ulisses, as plantas respiram o tempo todo, absorvendo O2 e liberando Co2. Cada vegetal tem sua taxa fotossintética que não é realizada a todo momento.
Há 3.5 milhões de anos atrás a média da temperatura da Terra era de 50ºC. Hoje a média é de 30ºC.
Estudos de 100 do clima (lembrem-se que tempo é diferente de clima) é insignificante para um planeta que tem aproximadamente 4.7 Bilhões de anos.

Irene Maria Sandke disse...

Estou impressionada como voces olham longe para o passado e para o futuro...Só que toda esta Globo Ciência não resolve o problema que está acontecendo HOJE. Não tem mesmo como, voces, ilustres biólogos e nobres cientistas, darem uma olhadinha aqui em volta e descobrirem como tirar este monte de entulho que cada dia fica maior, ao invés de analisar a temperatura média há 3.5 milhões de anos atrás?

Ulisses disse...

O Planeta tem que acabar mesmo...

Ulisses disse...

O Planeta tem que acabar memo...

Irene Maria Sandke disse...

De pleno acordo.

Alexandre disse...

pois é.. hein..
onde vc pesquisou???
tenho q fazer um trabalho de sociologia e nao axo essas opinioes opostas entre cientistas...
aonde eu axo???
obrigado...

germanocwb disse...

Olá Alexandre
Obrigado pela visita.
Leia o meu comentário acima (o número 6).
Lá eu informo que li muita coisa. Na verdade passei dias lendo longos textos encontrados na internet e que vão desde sites científicos, jornais, revistas, governo federal brasileiro e americano, outros blogs e trabalhos acadêmicos, além de notícias e matérias que recebo de amigos.
A pesquisa é cansativa e tem que ler muito.
Mas a pior parte é que, no final, você descobre que apesar das muitas evidências, o que vale mesmo é o que a Globo diz, e que ninguém está interessado em saber mais a respeito de nada.
Cada um senta em cima de sua convicção e fim. Não existe argumento válido que abra a mente dessas pessoas.
Mas não se deixe abater: na pior das hipóteses você estará mais culto ao final de sua pesquisa.
Boa sorte.
JG

Irene Maria Sandke disse...

O mais interessante nisso tudo é que por mais que se leia à respeito, um não vai concordar com o outro, ficando cada um com suas próprias convicções. Com aquilo em que mais acredita, ou lhe interessa acreditar. Na verdade, todos tem razão. Um se preocupa com a sujeira "fermentando" no mundo em que vive, e outro com o universo inteiro e seu histórico e conjenturando seu futuro. O mundo é dialético e dialético será... Um vai dizer SIM e o outro vai dizer NÃO. Assim como um dia faz sol, outro dia, chove (por enquanto...)

delano disse...

em relação aos comentarios do nosso amigo cético gostaria de deixar claro que nenhum cientista está querendo te controlar, apenas apresentam dados e discutem sobre eles. em relação a sua sensação termica isto depende muito do microclima de sua região, e não tem niguém interessado em sua sensação, estamos preocupados é com a possibilidade de passar fome pois alterações de 0,5 graus na média da Terra pode provocar mudanças expressivas na dinâmica do planeta. Além disso as plantas que nos alimentam dependem do clima para se desenvolver.

Irene Maria Sandke disse...

A possibilidade de passarmos fome é pequena. Certamente, nossos amigos céticos, desenvolverão alguma proteína, a partir das moléculas dos polimeros encontrados nos sacos plasticos dos aterros sanitários, que irá alimentar os seres humanos do futuro. Este alimento terá, nos componentes da fórmula, cor e sabor "identicos ao original", acidulantes I e II e toda a lista das vitaminas importantes para os ossos, pele, unha, cabelo e seios grandes nos integrantes do sexo feminino ou simpatizantes. A grande vantagem é que não terá colesterol, nenhuma gordura trans, nem triglicerídeos. A outra vantagem é que eu não estarei mais lá, nesse futuro, para experimentar esta guloseima científica. A desvantagem? Oras! Quem se importa com desvantagens tendo à frente vantagens tantas?

Richard disse...

Estando aqui em uma pesquisa, para um trabalho de Sociologia em cima do filme A era do gelo 2, me deparei com esse site, que é um dos poucos que vejo que trata do tema do aquecimento global, de forma não sensacionalista, mas a fim de refletirmos bem sobre toda essa bateria de informações e imposições sobre o assunto.
Acredito após a leitura do texto do Germano e minhas aulas de física do ensino médio, que ele tem razão em dizer que o aquecimento global é algo natural do planeta idependente da interferência humana, mas que não podemos excluir o fato de que nós seres humanos pioramos esse estado de aquecimento global.Ou seja, precisamos controlar nossas atitudes em relação ao planeta.Considero sim, importante a campanha de preservação para não piorarmos esse estado de aquecimento do planeta, pois ele mudda sim naturalmente, mas nossas ações aqui influem sim em seu funcionamento.Não é necessário parar nossas atividades no planeta, mas sim nos controlarmos, para que essa atividade não seja abusiva, gerando consequências a nós mesmos.
Muitas vezes queremos imitar, ou competir com a natureza, mas precisamos lembrar que a natureza é sábea, mas nós ainda precisamos evoluir muito para sermos tão sábeos quanto a natureza.
A medida que passarmos do limite com a natureza ela passara do limite com agente.
É isso que penso.
Seu texto é bastante interessante, e me serviu muito para uma reflexão sobre o assunto.

germanocwb disse...

Olá Richard.
Obrigado pela visita e pelo comentário.
Boa sorte em seu trabalho e volte sempre.
Abs
JG

germanocwb disse...

Olá amigos leitores.
Tendo em vista que ainda estão sendo postados comentários baseados apenas neste post, resolvi que novos comentários só serão possíveis na página 'A balela do aquecimento global 4'(O link está lá no início do post). Sugiro aos amigos que leiam todos os posts referentes(A balela, A balela 2, 3, 4 e A fraude)antes de comentar, pois assim teremos uma conversa mais embasada e decente.
Obrigado a todos pela visita.
JG

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